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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Contraponto 6492 - "Pactuação do Brasil sem Miséria com governadores da região sul"

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14/10/2011

Pactuação do Brasil sem Miséria com governadores da região sul

Do Blog do Planalto - Sexta-feira, 14 de outubro de 2011 às 10:54 (Última atualização: 14/10/2011 às 12:35:35)

Em Porto Alegre, presidenta Dilma Rousseff participa de cerimônia de pactuação do Brasil sem Miséria com governadores da região Sul. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


Brasil Sem Miséria

A presidenta Dilma Rousseff participou da solenidade de assinatura do termo de pactuação do plano Brasil sem Miséria entre o governo federal, os governos dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e representantes da associação de municípios da região Sul. O Blog do Planalto transmitiu a solenidade ao vivo e em instantes postaremos o vídeo.

Uma das novidades para a região Sul é a compra de sementes da agricultura familiar para distribuir a outros agricultores muito pobres, principalmente indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária. O governo vai adquirir 53,5 toneladas de sementes de milho de 400 agricultores familiares de três cooperativas: Coarpa, de Santa Catarina, Bionatur, do Rio Grande do Sul, e Coofaeco, do Paraná.

“Com esse projeto, todos ganham. Por um lado, aumenta a produção no campo, com produtos de boa qualidade, e os supermercados podem oferecer alimentos diversificados. Por outro, a população tem acesso a mais alimentos, bons e com preços mais baixos”, argumenta a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

No Sul, também será formalizada com as associações de supermercados da região e o supermercado Wal-Mart a parceria já assinada com a entidade nacional do setor, a Abras. A rede varejista comprará a produção da agricultura e da agroindústria familiar, da economia solidária e de comunidades tradicionais, como os quilombolas.

Os supermercados vão adquirir os alimentos e, em alguns casos, abrir espaço nos estabelecimentos, com gôndolas específicas, para a comercialização. A oferta de qualificação profissional e emprego para que o público do Brasil Sem Miséria possa trabalhar nesses estabelecimentos comerciais faz parte do acordo com os supermercados.

Emprego em obras – Em outro acordo, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic) e o governo federal desenvolverão em conjunto ações de qualificação profissional e inserção no mercado de trabalho para o público do Brasil Sem Miséria. A parceria envolverá 61 entidades do setor em todo o País.

A Cbic e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) já promoveram feirões de emprego no Rio de Janeiro e em Fortaleza. No total, foram ofertadas 1,9 mil vagas. Porto Alegre, Curitiba, São Luís e Belo Horizonte serão as próximas capitais a abrir oportunidades de qualificação e trabalho para os beneficiários dos programas sociais.

Ainda faz parte das iniciativas lançadas no Sul a inclusão digital. O projeto do governo vai melhorar a conexão da internet em vários municípios, o que possibilitará garantir o acesso da população mais pobre aos serviços de comunicação. A medida permite aprimorar a infraestrutura das prefeituras, para identificar e cadastrar famílias, acompanhar as contrapartidas do Bolsa Família e desenvolver trabalho integrado entre os telecentros e os Centros de Referência de Assistência Social (Cras e Creas).

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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Contraponto 5603 - "Brasil sem Miséria quer oferecer qualificação profissional a 1,7 milhão de pessoas"

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23/06/2011


Brasil sem Miséria quer oferecer qualificação profissional
a 1,7 milhão de pessoas

Da Agência Brasil - 22/06/2011 - 12h20

Lourenço Melo
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) pretende oferecer qualificação profissional a 1,7 milhão de pessoas até 2014, disse hoje (22) a ministra Tereza Campello, durante o programa Bom Dia, Ministro. A iniciativa faz parte do plano de ação do Brasil sem Miséria, lançado no princípio deste mês.

Tereza Campello falou sobre o Plano Brasil Sem Miséria em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da EBC Serviços. Um dos principais eixos do plano é a inclusão produtiva de pessoas que vivem em situação de extrema mistéria e estão em idade economicamente ativa. "A ideia é elevar a capacidade dessas pessoas, oferecendo cursos profissionalizantes e condições de ingresso no mercado." A ministra exemplificou com o programa Brasil Sorridente, que garante serviços odontológicos aos necessitados. Segundo ela, para uma pessoa que não tem dentes, é mais difícil obter colocação em uma cozinha ou restaurante.

Outro eixo destacado pela ministra é o da transferência de renda. A previsão é que até 2013 mais 800 mil famílias sejam atendidas pelo Bolsa Família. Outra medida é a inclusão imediata de 1,3 milhão de crianças cujas famílias já são beneficiárias do programa. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, mais de 50% da população extremamente pobre do Brasil têm menos de 19 anos e 40%, até 14 anos

A ministra Tereza Campello disse que espera contar com o trabalho de todos os setores que podem ajudar a tirar da extrema pobreza, nos próximos quatro anos, 16,2 milhões de pessoas, público-alvo do plano Brasil sem Miséria.

Edição: Graça Adjuto//Matéria e título foram alterados às 17h19 para correção de informações

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Contraponto 5475 - "Brasil sem Miséria quer retirar 16 milhões da extrema pobreza até 2014"

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02/06/2011

Brasil sem Miséria quer retirar 16 milhões da extrema pobreza até 2014

Da
Agência Brasil - 02/06/2011 - 7h57

Daniella Jinkings
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O Plano Brasil sem Miséria, que a presidenta Dilma Rousseff lança hoje (2), após seis meses no cargo, tem como uma das principais metas retirar 16 milhões de pessoas da extrema pobreza até 2014. A elevação da renda familiar per capita das famílias que vivem com até R$ 70 por mês, a ampliação do acesso aos serviços públicos, às ações de cidadania e às oportunidades geradas por políticas e projetos públicos são outros objetivos.

O programa será apresentado pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e pela secretária extraordinária de Erradicação da Pobreza, Ana Fonseca. O evento contará com a presença de ministros, secretários, parlamentares, governadores, representantes da sociedade civil e de diversas entidades.

Nas últimas semanas, Tereza Campello promoveu encontros com governadores de diversos estados e representantes de movimentos sociais para discutir as ações do plano. Na última reunião, feita ontem (1º), o programa foi apresentado aos parlamentares da base aliada.

O Plano Brasil sem Miséria terá como foco capacitar as pessoas para que possam ter seu próprio sustento. O governo nega que o programa tenha a finalidade de corrigir falhas no Bolsa Família, maior programa de transferência de renda governamental, iniciado na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Cadastro Único, que contém as informações sobre 20 milhões de famílias brasileiras beneficiadas por programas sociais, será a principal ferramenta do plano. De acordo com a ministra, o cadastro único não é apenas do Programa Bolsa Família: com o aprimoramento do sistema, ele tornou-se uma ferramenta de planejamento do governo federal para um conjunto de ações.

Em todo o Brasil, 16,2 milhões de pessoas vivem na miséria, o equivalente a 8,5 % da população. A maioria dos brasileiros em situação de extrema pobreza é negra ou parda. Além disso, o Maranhão, o Piauí e Alagoas são os estados com os maiores percentuais de pessoas em situação de extrema pobreza.

Na Região Nordeste estão quase 60% dos extremamente pobres (9,61 milhões de pessoas). Em seguida, vem o Sudeste, com 2,7 milhões. O Norte tem 2,65 milhões de miseráveis, enquanto o Sul registra 715 mil. O Centro-Oeste contabiliza 557 mil pessoas em situação de extrema pobreza.

Entre os extremamente pobres, 46,7% vivem no campo, que responde por apenas 15,6% da população brasileira. De cada quatro moradores da zona rural, um encontra-se na miséria. As cidades, onde moram 84,4% da população total, concentram 53,3% dos miseráveis.

A miséria atinge mulheres e homens da mesma forma: 50,5% contra 49,5% respectivamente. No entanto, na área urbana, a presença de mulheres que vivem em condições extremas de pobreza é maior, enquanto os homens são maioria no campo.

Além da renda baixa, a parcela da população em extrema pobreza não tem acesso a serviços públicos, como água encanada, coleta de esgoto e energia elétrica. Estima-se, por exemplo, que mais de 300 mil casas não estão ligadas à rede de energia elétrica.

Edição: Graça Adjuto

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Contraponto 5473 - " Presidenta Dilma apresenta Plano Brasil sem Miséria"

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02/06/2011

No Conselho Político, presidenta Dilma apresenta Plano Brasil sem Miséria

Do Blog do Planalto - Quarta-feira, 1 de junho de 2011 às 13:50 (Última atualização: 01/06/2011 às 13:51:37)

O Plano Brasil sem Miséria foi detalhado
para lideranças políticas durante reunião
do Conselho Político sob comando da presidenta Dilma Rousseff.
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff aproveitou a reunião do Conselho Político, nesta quarta-feira (1/6), no Palácio do Planalto, para apresentar o Plano Brasil sem Miséria. No encontro, coube à ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, detalhar as diretrizes do Plano a ser lançado amanhã (2/6) pela presidenta Dilma no Palácio do Planalto, em Brasília.

Após o encontro, o líder do PR na Câmara, deputado Lincoln Portela (MG), disse que a reunião foi bastante produtiva pois serviu para que os parlamentares pudessem obter detalhes das linhas do Brasil sem Miséria. “Tratamos tão somente do Plano”, afirmou o parlamentar.

O líder do PDT na Câmara, Giovanni Queiroz (PA), informou ao término do encontro que a apresentação do Plano foi bem recebida pelas lideranças políticas. Segundo Queiroz, um dos destaques diz respeito à necessidade de incrementar a qualificação da mão de obra. Para o deputado, esta melhoria da qualidade profissional terá impacto na economia nacional.

Participaram do encontro: senador Acir Gurgacz – líder no Senado – PDT; deputada Ana Arraes – líder na Câmara – PSB; deputado André Figueiredo – presidente em exercício – PDT; senador Antônio Carlos Valadares – líder no Senado – PSB; deputado Aureo – líder na Câmara – PRTB; senador Blairo Maggi (PR) – Representando Alfredo Nascimento – presidente do PR; deputado Doutor Grilo – líder na Câmara – PSL; deputado Edivaldo Holanda Jr – líder na Câmara – PTC; senador Eduardo Amorim – líder no Senado – PSC; deputado Fábio Faria – líder na Câmara – PMN; deputado Felipe Bornier – líder na Câmara – PHS; senador Gim Argello – líder no Senado – PTB; deputado Giovanni Queiroz – líder na Câmara – PDT; deputado Henrique Eduardo Alves – líder na Câmara – PMDB; senador Inácio Arruda – líder no Senado – PCdoB; deputado Jânio Natal – líder na Câmara – PRP; José Levy Fidélix – presidente – PRTB; José Renato Rabello – presidente – PCdoB; deputado Jovair Arantes – líder na Câmara – PTB; deputado Lincoln Portela – líder na Câmara – PR; deputado Lourival Mendes – líder na Câmara – PTdoB; Luciano Bivar – presidente – PSL; senador Marcelo Crivella – líder no Senado – PRB; Marcos Pereira – presidente – PRB; deputado Nelson Meurer – líder na Câmara – PP; deputado Osmar Júnior – líder na Câmara – PCdoB; Ovasco Roma Altimari Resende – presidente – PRP; Pastor Everaldo – presidente – PSC; Paulo Roberto Matos – presidente PHS; deputado Paulo Teixeira – líder na Câmara – PT; senador Renan Calheiros – líder no Senado – PMDB; Roberto Amaral – vice-presidente PSB; deputado Rui Falcão – presidente do PT; senador Sérgio Petecão – líder do Senado – PMN; senador Valdir Raupp – presidente do PMDB; deputado Vítor Paulo – líder na Câmara – PRB; deputado Zequinha Marinho – líder na Câmara – PSC; senador Romero Jucá – líder do Governo – Senado; e deputado Cândido Vaccarezza – líder do Governo na Câmara.

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