sábado, 16 de dezembro de 2017

Nº 23.009 - "Com reforma, governo quer transferir Previdência para o setor financeiro"

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16/12/2017

Com reforma, governo quer transferir Previdência para o setor financeiro

Comentarista político José Lopez Feijóo afirma que interesses empresariais estão por trás das reformas e medidas que atacam os direitos dos trabalhadores

por Redação Rede Brasil Atual - publicado 16/12/2017 13h17

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Entrega da Previdência ao setor financeiro vai fazer com que as aposentadorias sejam tratadas como mercadoria

São Paulo – O comentarista político da TVT, José Lopez Feijóo, disse na edição desta sexta-feira (15) do Seu Jornal que um dos interesses por trás da reforma da Previdência, cuja força parlamentar do governo para aprová-la está ruindo, é a transferência do sistema de aposentadorias do país para o setor financeiro. Isso seria feito pelo governo de Michel Temer ao dificultar o acesso à aposentadoria pública por meio da reforma, fazendo com que as pessoas tenham de buscar aposentadoria privada como complementação.

“As reformas que retiram direitos dos trabalhadores, como a reforma trabalhista, a reforma Previdenciária e a PEC do teto de gastos, que congela investimentos em educação e saúde pelos próximos 20 anos, são de interesses de uma parcela do empresariado nacional, que não está nem aí, está pouco se lixando para o bem-estar do povo brasileiro, desde que suas fortunas continuem aumentando e continue sobrando dinheiro para pagar juros aos rentistas e aos grandes credores do sistema financeiro”, afirmou Feijóo.

“Transferir a Previdência para o sistema financeiro é um dos interesses desses empresários. Se você que tem interesse por um país onde as pessoas sejam donas de direitos, dignatárias de direitos, como emprego descente, salário justo, Previdência pública de qualidade, saúde e educação, saiba que os seus interesses não estão em linha com os interesses empresariais”, disse ainda.

Ele conclui o comentário ao afirmar que o golpe no país, que retirou Dilma Rousseff da presidência sem que houvesse crime de responsabilidade, não foi para combater a corrupção – “foi para defender os interesses daqueles que acumulam verdadeiras fortunas, sacrificando o povo brasileiro”.

Confira o comentário na TVT:


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Nº 23.008 - "PT SE PÕE EM MOBILIZAÇÃO PERMANENTE NA DEFESA DE LULA E DA DEMOCRACIA"

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16/12/2017


PT SE PÕE EM MOBILIZAÇÃO PERMANENTE NA DEFESA DE LULA E DA DEMOCRACIA


Brasil 247 - 16 DE DEZEMBRO DE 2017 ÀS 17:49

Lula Marques/Agência PT

Em resolução publicada neste sábado, o Partido dos Trabalhadores anunciou mobilização permanente de todos os seus dirigentes e militantes durante o mês de janeiro, para fazer frente à nova etapa do golpe de 2016, que é tentar impedir Lula, que venceria em primeiro turno, de disputar as próximas eleições; "o Diretório Nacional do PT declara o Partido em processo de mobilização e vigilância militante permanente e estabelece um Plano de Ação para fazer frente ao arbítrio", diz a nota; os atos em defesa de Lula e da democracia começam no dia 11, em Salvador, e culminam no #OcupaPortoAlegre, no dia 24

16 DE DEZEMBRO DE 2017 ÀS 17:49 


247 – Em resolução publicada neste sábado, o Partido dos Trabalhadores anunciou mobilização permanente de todos os seus dirigentes e militantes durante o mês de janeiro, para fazer frente à nova etapa do golpe de 2016, que é tentar impedir Lula – que venceria em primeiro turno – de disputar as próximas eleições. "O Diretório Nacional do PT declara o Partido em processo de mobilização e vigilância militante permanente e estabelece um Plano de Ação para fazer frente ao arbítrio", diz a nota. Os atos em defesa de Lula e da democracia começam no dia 11, em Salvador, e culminam no #OcupaPortoAlegre, no dia 24.


Confira, abaixo, a íntegra do documento:
RESOLUÇÃO DO DIRETÓRIO NACIONAL DO PT
"DEFENDER LULA É DEFENDER A JUSTIÇA E A DEMOCRACIA"
Reunido nos dias 15 e 16 de dezembro de 2017, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores adotou a seguinte resolução:

1. O ano de 2017 foi marcado pela retomada da iniciativa política por parte dos setores populares e democráticos do País, e o PT desempenhou importante papel neste processo. Voltamos às ruas na defesa dos direitos dos trabalhadores e da soberania nacional em conjunto com movimentos sociais e frentes políticas. Nossas bancadas na Câmara e no Senado sustentaram com firmeza o combate às medidas do governo golpista. Realizamos com grande êxito as caravanas Lula Pelo Brasil, que mobilizaram multidões nos Estados do Nordeste, em Minas Gerais, no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

2. Chegamos ao ano eleitoral de 2018 com a candidatura do Presidente Lula consolidada de tal forma que não pertence mais ao PT; pertence ao povo brasileiro. Cabe a nós defender a candidatura contra os ataques sistemáticos dos golpistas, que vão usar todos os meios para tentar impedir que o povo manifeste sua vontade nas eleições.

3.A  caçada judicial ao Presidente Lula tem o objetivo de impedir o povo de elegê-lo mais uma vez. Lula foi condenado sem provas, num processo em que sequer existe um crime, da mesma forma como ocorreu no golpe do impeachment da presidenta legítima Dilma Rousseff. A inédita celeridade com que o Tribunal Regional Federal da 4a. Região marcou o julgamento é mais um casuísmo imposto ao Presidente Lula por setores do sistema judicial. Se ousarem condenar Lula, estarão comprovando a natureza política de todo o processo.

4. O plano original dos golpistas – o governo usurpador, a maioria congressual e seus aliados na cúpula do judiciário e no interior das forças armadas, o oligopólio da mídia, o grande capital e seus sócios internacionais – era outro. Depois de quatro derrotas seguidas em eleições presidenciais, os golpistas imaginavam que conseguiriam eleger um dos seus em 2018, criando assim as condições para prosseguir no ataque aos direitos dos trabalhadores, às liberdades e à soberania nacional; no desmonte do Estado brasileiro.

5. Este programa antipopular inclui a Emenda Constitucional 95, que congela por vinte anos os investimentos sociais; a contrarreforma que acaba com os direitos trabalhistas e a tentativa até agora bloqueada de acabar com a Previdência; os ataques contra a Petrobrás e o regime de partilha no Pré-Sal, e a MP 795, que beneficia as petrolíferas estrangeiras, destrói a política de conteúdo nacional e ameaça os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo do Clima de Paris. Inclui, também, ataques contra os direitos humanos, civis e culturais, como é o caso das tentativas de permitir o trabalho escravo, de rebaixar a legislação sobre o aborto, por meio da PEC 181, retrocedendo no direito das mulheres; o obscurantista projeto da "Escola Sem Partido"; os retrocessos no SUS, com mudanças Política Nacional de Atenção Básica e na Política Nacional de Saúde Mental; a censura à produção artística e o ataque à presença da igualdade de gênero e diversidade sexual nas bases curriculares. O golpe é contra ideia de um país plural. Ele também se materializa nos ataques às universidades públicas e seus dirigentes, na criminalização dos movimentos sociais e no encarceramento e genocídio da juventude negra, no aumento do racismo, do feminicídio e da LGTBfobia.

6. Entretanto, a resistência popular contra todas e cada uma das medidas adotadas pelos golpistas, o retumbante fracasso econômico e social do governo usurpador, num cenário de agravamento da crise internacional, e, principalmente, o crescimento da aceitação popular de Lula e do PT acirram as contradições e causam crescentes dificuldades para as candidaturas golpistas.

7. Mantidas as liberdades democráticas, tudo indica que as elites serão novamente derrotadas nas eleições de 2018. Por isso, os que promoveram o golpe buscam impedir que a maior liderança popular do Brasil possa novamente concorrer à presidência da Republica. Eles não têm dúvida de que Lula é o único candidato da esquerda em condições de vencer as eleições e desarticular as bases materiais e institucionais do golpismo, interrompendo o desmonte, revogando as medidas, defendendo a Constituinte, a soberania nacional, as transformações estruturais em beneficio do povo, uma política de desenvolvimento que combine crescimento econômico com redução da desigualdade.

8.Para barrar Lula, os diferentes setores da coalizão golpista consideram várias opções: tentar construir uma candidatura que os unifique, impedir sua candidatura, interditar o PT, mudar o sistema político-eleitoral, instituir, sem consultar o povo, um regime "semipresidencialista", que retire os poderes do presidente eleito, e até mesmo não realizar eleições. A única alternativa que os golpistas desconsideram é aceitar democraticamente a possibilidade de que Lula dispute, vença, tome posse e governe. O golpismo não tem nenhum limite, tampouco compromisso com a legalidade, com a justiça e com a democracia.

9. Impedir que Lula participe das eleições seria mais uma grave e radical afronta à democracia e à livre expressão da soberania popular. Reiteramos que eleição sem Lula é fraude. Para evita-la, é preciso que nosso presidente continue liderando as preferências populares, como demonstrado nas caravanas, é preciso que avance a organização e a mobilização do povo, e que deixemos claro que a escalada do arbítrio não apenas ampliará a crise e a instabilidade política, como também poderá resultar em rebeldia popular.

10. A luta pelo direito de Lula disputar as eleições não é apenas do PT. Setores de centro e de esquerda vinculados a outros partidos e candidaturas participam e apoiam esta luta. O Fora Temer, a defesa dos direitos ameaçados, a revogação das medidas golpistas e a convocação de uma Constituinte tampouco são bandeiras exclusivas do PT. A candidatura Lula também é apoiada por diversos setores e personalidades. Tomando como base as resoluções do 6º Congresso, nosso Partido terá de construir e participar de instrumentos e alianças que levem em conta tal pluralidade.

11. Construir uma solução democrática e popular para a crise política, econômica e social que vive o Brasil demandará uma luta prolongada e complexa. Esta luta já está em curso e passa por uma vitória da esquerda nas eleições presidenciais de 2018. Grande parte do povo já demonstra sua intenção de votar em Lula. Para reforçar e consolidar essa intenção, o Diretório Nacional do PT convoca cada petista a:

a) participar das lutas contra o golpismo e suas politicas, tanto em âmbito nacional, quanto em âmbito estadual e municipal. Os e as petistas devemos estar na linha de frente da luta contra as políticas antissociais, antidemocráticas e antinacionais, a começar pela luta contra a reforma da Previdência. Como já disseram a CUT e outras centrais sindicais: "Se botar para votar, o Brasil vai parar";

b) promover a mobilização da juventude, denunciando o desemprego dos jovens, a perda de direitos, o desmonte da educação pública e o genocídio da juventude negra, numa agenda consonante com a Juventude do PT e a juventude representada nas organizações da Frente Brasil Popular;

c) contribuir na construção e implementação das resoluções da II Conferência da Frente Brasil Popular e demais organizações do povo, dos trabalhadores, juventudes, mulheres, negros e negras;

d) construir os Comitês Populares em Defesa da Democracia e do Direito de Lula Ser Candidato a presidente, assim como o engajamento nas caravanas e demais atividades em defesa de sua candidatura;

e) tomar medidas contra a crescente agressividade da extrema-direita, que apela ao terrorismo contra os movimentos sociais, pratica atentados contra a vida de lideranças populares, além de alimentar alternativas eleitorais e não eleitorais de natureza fascista e ditatorial.

f) adotar uma tática eleitoral que permita eleger fortes bancadas parlamentares de esquerda, contribuindo assim para mudar o perfil majoritariamente conservador do Congresso Nacional;

g) debater com a população a necessidade de revogar as medidas dos golpistas, a necessidade de um programa que materialize o Brasil que o povo quer, mostrando como isto se articula com a necessidade de uma Constituinte;

h) convocar os diretórios do PT a transformar suas sedes em Comitês Populares Pró-Lula.

12. As atividades citadas anteriormente devem ter como preocupação permanente o envolvimento ativo dos mais amplos setores da população. Alertamos que as arbitrariedade do sistema judicial e as mentiras do oligopólio da mídia podem conduzir à desobediência civil;

13. A reconstrução das liberdades democráticas no Brasil passa pelas eleições. Mas — como demonstra o recente caso de Honduras – os golpistas, não apenas os abertamente fascistas e ditatoriais, inclusive os que tentam se apresentar como "democratas", não consideram a possibilidade de respeitar a vontade popular. Contra o golpismo, decisiva será a força do povo, que se manifestará tanto nas ruas quanto nas urnas. Como em outras vezes em nossa história, nosso povo saberá defender a justiça e a democracia.

Lula 2018!

PLANO DE AÇÃO EM DEFESA DE LULA

Nas próximas semanas, tendo em vista especialmente o julgamento no TRF4 e a votação da reforma da Previdência, o Diretório Nacional do PT declara o Partido em processo de mobilização e vigilância militante permanente e estabelece um Plano de Ação para fazer frente ao arbítrio e à perseguição contra o Presidente Lula.

O Plano de Ação inclui as seguintes medidas:

I) estabelecer um plantão permanente de seus dirigentes na sede nacional e orientar que se faça o mesmo nas demais instâncias e sedes partidárias;

II) organizar força-tarefa coordenada por cada um dos 5 Vice-Presidentes, cada um deles encarregado das seguintes medidas:

*Jurídico: organizar ações de esclarecimento jurídico e denúncia dos atropelos processuais e legais, incluindo realizar vídeo-conferências, entrevistas e reuniões com juristas, entidades de advogados e dirigentes para divulgar a verdade dos fatos e a inocência do Lula;

*Mobilização: articular atos, eventos, vigílias, caminhadas e reuniões com a militância petista, sindicalistas, associações comunitárias, diretórios e grêmios estudantis. Apoiar as ações religiosas, vigílias, missas e cultos de solidariedade ao Lula, assim como as ações de cidadania promovidas por entidades civis e ONGs, adensando o clamor popular em solidariedade ao Presidente Lula, em vista do julgamento em Porto Alegre no dia 24 de janeiro;

*Artistas e cultura: organizar a mobilização e encontros de artistas e intelectuais nas diversas capitais para denuncia a perseguição e demonstrar solidariedade ao Lula;

*Parlamentares e partidos: articular a mobilização de parlamentares em defesa do direito à candidatura do presidente Lula e estabelecer com os Partidos de esquerda e progressistas um posicionamento conjunto, denunciando a perseguição movida contra Lula;

*Caravanas: manter o processo de organização das caravanas do Lula pelas regiões do País;

III) Incorporar a militância petista na agenda de atos e mobilizações proposta pela Frente Brasil Popular, pela CUT e outras iniciativas em defesa do Lula;

IV) convocar as Direções Municipais e Estaduais do PT a transformar as sedes e espaços do PT em Comitês Populares Pró-Lula;

V) organizar a produção massiva de adesivos de carros, bandeirolas e preguinhas, além de conteúdo de redes sociais para a campanha de Defesa do Direito do Lula Ser Candidato;

VI) apoiar decisivamente a aula pública "Direito e Democracia no Brasil: eleição sem Lula é golpe", no dia 19/12, em Porto Alegre;

VII) fazer nas festividades natalinas momentos de solidariedade, como por exemplo "Natal com Lula" e "Ano Novo com Lula";

VIII) fazer na Lavagem do Bonfim, dia 11/01 em Salvador, um grande ato em solidariedade ao Lula, articulando no cortejo a presença de parlamentares federais, governadores, prefeitos e dirigentes petistas;

IX) fazer no dia 13, em todo o Brasil, mobilizações preparatórias para a atividade de 24 de janeiro em Porto Alegre;

X) no dia 24 de janeiro de 2018, realizar o "Rumo a Porto Alegre, em defesa de Lula, da Democracia e da Justiça, além de alinhar os atos e mobilizações nas capitais e muitas outras cidades do Brasil no mesmo dia;

XI) apoiar as mobilizações da CUT, Centrais Sindicais e movimentos populares contra a Reforma da Previdência: "Se botar pra votar, o Brasil vai parar";

XII) organizar a denúncia e a mobilização internacional, envolvendo partidos, sindicatos, imprensa e entidades de direitos humanos, sobre o golpe e seus desdobramentos nefastos à democracia no Brasil. Por exemplo: no Fórum Social Mundial (Salvador, 13 a 17 de março de 2018), no Fórum Alternativo Mundial da Água (Brasília, 17 a 19 de março de 2018) e no processo de construção da Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo.

São Paulo, 16 de dezembro de 2017


Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores

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Nº 23.007 - "Romulus Maya: Cunha “negociou” exclusão de amigo de Moro na CPMI da JBS"

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16/12/2017

Romulus Maya: Cunha “negociou” exclusão de amigo de Moro na CPMI da JBS


Blog do Esmael - 16 de dezembro de 2017


O advogado Romulus Maya, apresentador do Expresso da Manhã, d’O Cafezinho, afirma que o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) “negociou” com o juiz Sérgio Moro a não menção a seu amigo pessoal Carlos Zucolotto na CPMI da JBS. “A casa caiu em Curitiba! De vez!”, anota Romulus.

Por Romulus Maya, para O Cafezinho

– Dr. Cristiano Zanin protocola recurso no TRF contra a mentira deslavada de Sergio Moro, que diz “desconhecer” o endereço de Tacla Duran na Espanha, para não o ouvir. Para “bombar” (literalmente!) esse recurso, Zanin anexa vídeo em que já toma o depoimento de Tacla Durán. E diante de um tabelião! Ui!

– Moro & “DD”, no desespero, passam recibo (das calças sujas) e vazam “denúncia” (fajuta!) contra Tacla, aos 47 do segundo tempo, à sua assessoria de comunicação. Digo, ao site “Anta-gonista”!

– Publicaram – às 22h de uma sexta-feira! – uma “denúncia” (rs) contra Tacla Durán. Escrita – e assinada! – pelos Procuradores da gangue do “DD” – na própria sexta-feira 15 de dezembro!!

– Entenderam? O desespero é tanto que até “DD” & Moro se viram forçados a parar de tentar tapar o sol com a peneira: eles mesmos contribuem agora, também, para a (gloriosa!) hashtag #TaclaFuraBolha, citando-o na “imprensa” (sic)!

– De novo: às 22h! De uma sexta-feira!

– A casa caiu em Curitiba! De vez!

– E mais: não se surpreendam se “DD” e Moro “esquecerem” toda a (mui!) rica “carreira” do notório Eduardo Cunha! Não se surpreendam, tampouco, se, como resultado disso, Cunha sair da “cadeia” (?)… e num futuro bem próximo!

– Explico: quem negociou, pessoalmente!, com o próprio Moro!, a retirada das referências ao “amigo pessoal” (sic) do “juiz” (?) Sergio Moro, Carlos Zucolotto, e a Tacla Durán, do Relatório final da CPMI da JBS foi o mesmo…

Tchan-tchan-tchan-tchan!

– … Eduardo Cunha! – o chefe da Lava Jato!


Continue lendo no blog de Romulus Maya
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Nº 23.006 - "O Lula que eles temem. Assista: "

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16/12/2017

O Lula que eles temem. Assista: 

Do Tijolaço - 16/12/2017




piracicaba 
Há 36 anos, uma querida amiga, a escritora, deputada  e líder feminista Heloneida Studart, ainda no PMDB “autêntico”, inconformada com o fato de eu estar apoiando a candidatura de Leonel Brizola ao Governo do Estado, disse-me:
- Fernando, eu estive no Morro da Formiga e uma senhora me disse que não ia poder votar em mim porque votaria no Brizola para Governador (o voto era vinculado, então). E que ia votar porque Brizola ia tirar dos ricos para dar aos pobres. Fernando, você sabe que ele não pode fazer isso, não tem como…
E eu respondi que sabia que isso só poderia acontecer timidamente, com políticas públicas, mas que achava muito mais importante e transformador que um mulher pobre, de uma favela carioca, fosse capaz de sentir, pensar, falar e agir para que a renda não fosse tão escandalosamente concentrada no Brasil.
Lula, de certa maneira, sempre teve este significado: por ser quem é, por ter vindo de onde veio e por ter, nos limites da governabilidade, orientado muitas – e não todas – políticas públicas neste sentido. Embora estivesse longe de “tirar dos ricos para dar aos pobres”, deu ao povão uma fatia maior do crescimento econômico, maior que as migalhas que sempre lhe couberam.
O seu discurso, na noite de ontem, em Piracicaba (SP) mostra que o Lula de 2018 – e Lula, com sentença ou não, é o principal personagem da eleição de 2018 – é o Lula capaz de falar, com todas as letras, o que aquela senhora disse a Heloneida.
Acompanhe o seu discurso de ontem à noite, do qual não destaco um trecho porque, mais que qualquer argumento, é o sentimento o que tem, nele, a força irresistível. É um vulcão, que expõe as entranhas de um país coberto por uma crosta que a sufoca. A fria racionalidade dos tecnocratas, dos homens “práticos” sempre diz que é preciso mante-la assim. Mas, sob a capa endurecida das elites, ela teima em rugir.
Veja porque é tão importante não apenas evitar que Lula seja candidato e, mais ainda, que ele seja presidente.


Veja porque é tão importante não apenas evitar que Lula seja candidato e, mais ainda, que ele seja presidente. 

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Nº 23.005 - "Intenção de voto em Lula dobrou desde que Moro divulgou os grampos infames"

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16/12/2017

Intenção de voto em Lula dobrou desde que Moro divulgou os grampos infames

Do Diário do Centro do Mundo - Postado em 16 de dezembro de 2017 às 8:35 am


Da Folha
O crescimento da candidatura Lula recolocou a luta de classes, ainda que refratada pela forma “ricos versus pobres”, no centro da conjuntura. Em vinte meses de acusações, denúncias e condenação –multiplicada incessantemente pela mídia–, o ex-presidente duplicou as intenções de voto. Para desespero dos que planejavam sacá-lo de cena de uma vez por todas.
Em março de 2016, no auge da campanha feita para tirar Dilma do Planalto, Lula alcançou o máximo de rejeição e o mínimo de adesão. Recusado, desde 2002, por cerca de um terço do eleitorado, o líder petista chegou, então, a ter 57% contra si. Era o momento em que as gravações divulgadas por Sergio Moro alcançavam o grande público e as manifestações pelo impeachment reuniam multidões.
De lá para cá, contudo, Lula começou, de novo, a crescer. É como se, lenta e continuamente, a insatisfação causada pelo governo Temer tivesse escoado em direção àquele que simboliza um período de melhora, sobretudo para os mais pobres. É deles que veio a ressurreição do lulismo.
No ponto álgido do antilulismo, apenas 23% dos que estavam na base da pirâmide de renda continuavam fiéis ao criador da Bolsa Família. Agora, 45% dos que recebem até dois salários mínimos familiares mensais voltaram a depositar esperanças no ex-mandatário. O índice não está longe dos 55%, nessa faixa de renda, que optavam por Lula contra Alckmin às vésperas do primeiro turno de 2006, quando o realinhamento se fixou.
Em paralelo, a rejeição a Lula, que havia atingido 49% da população mais sofrida em março de 2016, mostrando que a onda antiDilma contaminara, também ali, a figura do antecessor, refluiu, agora, para 27%. Para que se tenha uma ideia da diferença, entre os mais ricos a rejeição é hoje de 63%!
Isto é, se conversarmos com três pessoas da faixa de renda superior, duas dirão que não sufragam Lula em hipótese alguma. Se repetirmos a experiência com o escalão mais baixo, não é certo que encontremos um com a mesma certeza.
Devido à resistência lulista, Jair Bolsonaro, que se coloca como o campeão do antilulismo, tem crescido. Ao vocalizar o “Lula nunca mais”, o ex-militar radical atrai, neste momento, os dois sujeitos de renda mais alta que, na conversa fictícia acima, dizem as piores coisas do antigo presidente. Não significa que votarão no parlamentar carioca em 7 de outubro de 2018, mas dado o horror ao lulismo, prestam atenção às atrocidades que ele diz a cada dia.


Rara vez o popular e o antipopular se confrontaram com tanta nitidez na história do país. A próxima batalha terá por cenário, em janeiro, o Tribunal Federal Regional da Quarta Região. Só que lá, os pobres não votam. 
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Nº 23.004 - " À defesa de Lula Tacla Durán desmente Moro: 'Lava Jato tem meu endereço na Espanha'; é incompreensível esse temor, diz Pimenta; veja vídeo "

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16/12/2017

À defesa de Lula Tacla Durán desmente Moro: “Lava Jato tem meu endereço na Espanha”; é incompreensível esse temor, diz Pimenta; veja vídeo”



Do Viomundo - 15 de dezembro de 2017 às 23h18


Tacla Durán diz que justificativa de Moro para impedi-lo de prestar depoimento é falsa: “Lava Jato tem meu endereço na Espanha”, afirma

por Paulo Pimenta, via gabinete do deputado
Resultado de imagem para Paulo PimentaO ex-advogado da Odebrecht, Rodrigo Tacla Duran rebateu os argumentos utilizados pelo juiz Sérgio Moro, que negou, por três vezes, seu depoimento como testemunha na Lava Jato. Segundo Tacla Durán, para rejeitar os pedidos feitos pela defesa de Lula, o juiz de Curitiba utilizou argumentos falsos.
No despacho, do dia 28 de novembro, Moro alegou que a oitiva seria inviabilizada em razão de não haver a indicação do endereço da residência de Tacla Duran, na Espanha, e que ouvir testemunha no exterior é “sempre custosa e demorada”.
Entretanto, em depoimento prestado aos advogados de Lula, no dia 12 de dezembro, na presença de um escrivão, Tacla Durán afirmou que o endereço em que vive em Madrid consta nos documentos dos processos em que Sérgio Moro e os procuradores têm a disposição.
Como prova, o ex-advogado da Odebrecht conta que a Lava Jato, em cooperação com a justiça da Espanha, chegou a marcar um depoimento para ouvi-lo em Madrid.
“Isso [os argumentos de Moro] chega a ser estarrecedor. No dia 4 de dezembro, a Procuradoria do Paraná encaminhou um pedido para a justiça espanhola para que eu fosse ouvido, no qual os procuradores do Brasil se comprometiam a vir a Madrid para tomar meu depoimento. Eu fui à audiência, mas os procuradores não apareceram”, relata Tacla Durán.
Líder do PT na Câmara, o deputado federal Paulo Pimenta (RS) diz não ser compreensível o temor de Sérgio Moro em ouvir Tacla Durán.
De acordo com o parlamentar, o Poder Judiciário não pode servir para o acobertamento de crimes, nem ser utilizado como um instrumento privado para oferecer proteção a parentes ou a quem quer que seja.
“É um caso inédito no Brasil. É a primeira vez que um juiz tem medo de ouvir o que uma testemunha tem a dizer para esclarecer e colaborar com o processo. Crescem as evidências de que Sérgio Moro está usando sua autoridade para proteger alguém”, desconfia Pimenta.
Pimenta diz que é “evidente” que os procuradores de Curitiba pediram a Sérgio Moro para ouvir Tacla Duran antes de saber o que o ex-advogado da Odebrecht tinha a dizer.
“Quando vieram à tona as denúncias sobre o pedido de propina feito por um compadre de Sérgio Moro a Tacla Durán, eles mudaram de estratégia”, observa o deputado.
A partir daí, prossegue Pimenta, Sérgio Moro e a Lava Jato passaram a rejeitar qualquer pedido que envolva o nome do ex-advogado da Odebrecht como testemunha.
“Agora, Moro e os procuradores não têm mais interesse no depoimento de Tacla Durán. Mas isso não pode ser assim. Os procuradores não podem escolher o que querem ouvir. Quando eles deixam de investigar algo, quando se omitem, podem até cometer um crime, o de prevaricação”, aponta Pimenta.
Em agosto desse ano, Tacla Durán acusou o compadre do juiz Sérgio Moro de oferecer “facilidades” aos delatores da Lava Jato junto ao MPF e ao Poder Judiciário, por meio do pagamento de propina de R$ 5 milhões. Recentemente, em depoimento à CPI da JBS, Tacla Duran reafirmou todas as acusações que podem colocar o juiz Sérgio Moro no centro de um dos maiores escândalos do Poder Judiciário brasileiro.
Nesta sexta-feira (15), os advogados de defesa de Lula fizeram um novo pedido ao juiz Sérgio Moro para que Rodrigo Tacla Duran seja ouvido como testemunha na Lava Jato.
 Paulo Pimenta é deputado federal (RS) e líder do PT na Câmara. 
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Nº 23.003 - "Veja e QuantoÉ pegam Gilmar"

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16/12/2017


Veja e QuantoÉ pegam Gilmar

Joesley e governador de MT caem na rede

Conversa Afiada - publicado 15/12/2017
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O Ministro Gilmar Mendes mereceu duas homenagens do PiG neste fim de semana: primeiro, na QuantoÉ, que apura as irregularidades na estatização  de uma universidade privada, que pertenceu ao Ministro Gilmar Mendes. Quem selou a transação de R$ 7,7 milhões foi o ex-governador Silval Barbosa, amigo do ministro:
O Ministério Público do Mato Grosso está prestes a oferecer denúncia contra o ex-governador do Estado Silval Barbosa e outras quatro pessoas por atos de improbidade administrativa. Seria apenas mais um processo contra um ex-governador de Estado, preso por quase dois anos acusado de chefiar uma organização criminosa, se não envolvesse uma das figuras mais controvertidas da República, dono de um proeminente assento no Judiciário brasileiro: o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.
A denúncia tem como base uma longa investigação, concluída pelo MP em novembro, sobre a aquisição de uma universidade particular pelo governo do Mato Grosso durante a gestão de Silval Barbosa. ISTOÉ teve acesso ao inquérito. Nele, o MP diz que a transação foi marcada por “práticas de ilícitos morais administrativos”. A instituição de ensino, localizada no pequeno município de Diamantino, foi fundada em 1999 por Gilmar Mendes e sua irmã, Maria da Conceição Mendes França. Os dois eram sócios no negócio. No ano seguinte, para poder assumir a Advocacia-Geral da União, Gilmar teve de repassar sua parte na sociedade à irmã. Em 2013, Maria da Conceição vendeu a instituição para a Unemat, a Universidade do Estado do Mato Grosso, por R$ 7,7 milhões. O governo adquiriu 100% da unidade, incluindo toda a estrutura de salas de aula, laboratórios e biblioteca dos quatro cursos de graduação (Direito, Administração, Educação Física e Enfermagem). E instalou ali o campus Diamantino da Unemat.
(...)
Já o detrito sólido de maré baixa questiona os inconvenientes (sic) de Gilmar ser, ao mesmo tempo, Ministro e sócio de uma instituição de ensino que recebe gordos patrocínios de empresas como a JBS:
O ministro Gilmar Mendes não vê inconveniente em ser a um só tempo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e sócio do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Criado há vinte anos, o instituto tem sede em Brasília, também funciona como faculdade de direito, com 1 500 alunos, participa do Fies, o programa federal que distribui bolsas a estudantes carentes, e promove seminários e palestras no Brasil e no exterior, sempre com o patrocínio de grandes empresas, como os da JBS, de Joesley e Wesley Batista, que desembolsou 7,5 milhões de reais entre 2008 e 2016.
“Não vejo nenhum problema. Eu era professor antes de ser ministro”, diz ele. Sua opinião está longe de ser uma unanimidade. Na atual composição do STF, não há ministro com participação societária em institutos nos moldes do IDP. Alguns colegas de Gilmar Mendes acham que a situação é imprópria. Diz um deles: “Essa circunstância traz constrangimento. Embora evitemos verbalizar o assunto, esse sentimento é geral”.
Em 2008, um despacho do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concluiu que a dupla condição de juiz e sócio de instituto era inadequada. “Quando o magistrado participa de forma individualizável em sociedade com objeto de atuação justamente no Poder Judiciário, está claramente exercendo ato de empresa, já que o prestígio de seu cargo está sendo utilizado para buscar lucros, contrariando, portanto, proibições legais”, afirmou o ministro Joaquim Falcão, relator do processo, que anotou que Portugal, Espanha e Estados Unidos também vedam a participação de juízes em sociedades.
O Conversa Afiada  conhece D. Dalide Barbosa Alves Corrêa desde a "CPI dos grampos" - ou "CPI dos amigos do Dantas", se preferir...
O amigo navegante pode ler aqui como a D. Dalide é dotada de múltiplos atributos, como assessora de articulação (sic) parlamentar para o STF e sócia do IDP, essa escola de Direito por SMS...

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Nº 23.002 - "25 milhões de brasileiros são miseráveis"

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15/12/2017



25 milhões de brasileiros são miseráveis

Golpe aumentou esse numero em 53%! Um colosso, Cegonhóloga!

Conversa Afiada - 15/12/2017
Sem Título-9.jpg
Saiu no IBGE:
- 26% dos jovens entre 16 e 29 anos não trabalha;
- desses, 79% são pretos ou pardos (coitado do Ali Kamel...);
- 1/4 dos brasileiros vive com R$ 387 por mês;
- empregos de carteira assinada estão no menor nível!;
- dos trabalhadores sem carteira assinada, 22% são pretos e pardos (Ali Kamel, bota fogo no que sobrou daquele livro!);

Nº 23.001 - "Requião convoca todos os democratas para ir Porto Alegre acompanhar julgamento de Lula"

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15/12/2017


Requião convoca todos os democratas para ir Porto Alegre acompanhar julgamento de Lula

 
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PITACO DO ContrapontoPIG.

Todo brasileiro sério deve atender os apelos do grande senador Roberto Requião.

Em Porto Alegre e em diversas cidades do Brasil haverá manifestação no dia do julgamento de Lula.

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Nº 23.000 - "Roberto Requião, o plano B de Lula"

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15/12/2017



Roberto Requião, o plano B de Lula



Da Carta Capital — publicado 15/12/2017 09h54, última modificação 15/12/2017 10h04



Mais do que opção de vice, senador do Paraná é nome que hoje o petista cogita apoiar na eleição presidencial, caso não possa concorrer


Requião
Crítico da conciliação com as elites feita por Lula, Requião é também adversário do neoliberalismo

por André Barrocal

Crítico da conciliação com as elites feita por Lula, Requião é também adversário do neoliberalismo

Luiz Inácio Lula da Silva quer ir até o fim com o plano de concorrer a presidente, e desde agosto corre no PT um parecer de um advogado, Luiz Fernando Casagrande Pereira, a descrever o passo a passo de uma candidatura sub judice. A marcação para janeiro do julgamento do recurso do petista contra a condenação à prisão tornou o cenário “sub judice” bem mais provável. 

Tornou também ainda mais necessário para Lula e seus aliados íntimos pensarem concretamente em uma alternativa eleitoral, na hipótese de o ex-presidente ser alijado da disputa. Essa alternativa já despontava em conversas reservadas antes ainda da marcação do julgamento. Uma candidatura do senador nacionalista Roberto Requião (PMDB-PR). 

Quem conta é um amigo do ex-presidente, voz das mais próximas de Lula. Dias desses, o senador reuniu-se com Lula e a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), e foi sondado sobre ser vice na chapa lulista. Para o namoro terminar em Requião na cabeça de chapa, não seria difícil. 

Na conversa, Requião mostrou que toparia a parceria. A esta altura da política brasileira e de sua carreira, tem menos restrições à tendência moderada de Lula, cujo governo recebeu várias críticas do paranaense por excesso de “conciliação”, sobretudo na área econômica. Até por que o próprio Lula anda mais esquerdista. 

Nesta parceria, Requião teria de deixar o PMDB e achar outro abrigo. Embora repudie o governo do peemedebista Michel Temer, devido ao neoliberalismo, e os rumos igualmente direitistas impostos ao partido pelos “temerismo”, o senador sempre rejeitou a ideia de trocar de ninho. É do PMDB “autêntico” dos tempos da ditadura militar. Mas, diz um assessor, agora cogita trocar. 

Segundo o amigo de Lula, Requião é o melhor B devido a seus méritos pessoais, mas também a problemas das demais opções. Inclusive daquelas existentes no PT. 

O ex-governador da Bahia e ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff Jaques Wagner seria “tímido” demais para se impor politicamente. 

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, a favor de quem o próprio Lula chegou a falar como alternativa, é tido como de perfil parecido (e indesejável) com o de Dilma Rousseff: gerencial e centralizador demais, político e carismático de menos.

O ex-ministro José Dirceu faz circular no PT que, se Lula apoiar Haddad, ele, Dirceu, irá de Ciro Gomes, o presidenciável do PDT. 

Requião e Lula


Requião e Lula
Lula, Requião e a presidente de PT, Gleisi Hoffmann, em seminário sobre a Lava Jato, em março (Foto: Ricardo Stuckert)

Ciro, segundo o amigo lulista, seria pouco confiável. As declarações do ex-governador do Ceará simpáticas à marcação do julgamento de Lula para 24 de janeiro – “Justiça boa é Justiça rápida”, disse ele – não devem ter ajudado em nada a mudar as impressões petistas. 

Apoiar a presidenciável do PCdoB, Manuela D’Ávila, não está sob cogitação no PT, por ser uma candidatura destinada prioritariamente a puxar votos para os comunistas e garantir que eles ultrapassem a cláusula de barreira e possam eleger deputados. 

Nem apoiar o líder dos sem-teto, Guilherme Boulos, colunista de CartaCapital, que deve ser lançado pelo PSOL. Apesar de os dois “barbudos” darem-se muito bem. Antes de começar a levar a sério a ideia de concorrer, Boulos conversou três ou quatro vezes com Lula.


Uma união da dupla em um eventual segundo turno da eleição de 2018 em torno de um candidato de esquerda ou centro-esquerda, caso haja um no páreo, é muito provável.

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