quinta-feira, 25 de maio de 2017

Nº 21.496 - "Lindbergh: Infiltrados podem ter agido para provocar intervenção do Exército"


25/05/2016


Lindbergh: Infiltrados podem ter agido para provocar intervenção do Exército



Do Viomundo 25 de maio de 2017 às 14h50

   


Veja também:

Nº 21.496 - "Janio adverte: Elite cega agride o povo sem contar com reação a ladrões"

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25/05/2017

Janio adverte: Elite cega agride o povo sem contar com reação a ladrões



Do Viomundo 25 de maio de 2017 às 16h50


O Jaburu, apesar de proteção, passa a viver sob suspense e temor
A elevação do modo de protesto popular violento em Brasília, do vandalismo para o
ataque típico de revolta civil, não foi um aviso.
Os avisos estão dados desde o colar de incidentes começados ainda no governo Dilma. Os ataques aos ministérios foram já o primeiro ato.
Quem até aqui não quis ver – nos governos e no Congresso, na imprensa/TV, no empresariado que influi na política – está confrontado pelos fatos: a situação interna do país mudou.
Iniciou-se um processo que, embora não irreversível, é propenso a avançar, sob o incentivo ignorante das classes privilegiadas, aqui sempre empedernidas e vorazes.
Só esses predicados podem levar à crença de que é possível impor, a um só tempo e impunemente, desemprego, ostentação de roubalheiras premiadas do dinheiro público, salários atrasados, cassação de direitos trabalhistas, redução dos miseráveis recursos e serviços da saúde, ainda piores condições de aposentadoria para quem de fato trabalha ou trabalhou, corte dos investimentos públicos e, pairando sobre ou sob esse conjunto idealizado pela classe dominante, uma composição imoral de governo.
As ações diretas do povo não seguem regras. Obedecem à lógica das suas contingências.
Nessa lógica está, hoje em dia, o alto grau de indignação e de violência – praticada e potencial – nas cidades difusamente armadas e mais suscetíveis a próximos capítulos da nova etapa de escalada.
Caso notório de Rio e São Paulo, mas não só.
Brasília é mais vulnerável a ocorrências ditas de praça pública, na arrogância dos seus prédios e no convite das suas vidraças, não porém em armas à mão.
São Paulo, território primordial para a comercialização de droga em dimensões nacionais, e Rio, território com enclaves bandidos, exemplificam melhor o risco que a Capital projeta sobre o país.
Michel Temer e seus parlamentares pretenderam mais uma atitude indecente.
Na calada, não da noite, mas da bagunça mental que se generalizou, quiseram fazer na Câmara e no Senado aprovações que levariam o empresariado influente e imprensa/TV a ampará-los, em retribuição e por querer mais.
Em consequência, o Palácio do Jaburu, apesar de proteção especial, passa a ter horas, talvez noites e dias, de suspense e temor.
A Câmara e o Senado deixam de saber quando poderão funcionar não ou, como ontem.
Forças Armadas são postas a reprimir, não bandidos, mas a gente comum.
Alguma dúvida de que tirar Michel Temer é a única hipótese das chefias políticas e seu empresariado para atenuar as tensões do país?
Mas no povo a ideia também única, que se constata por toda parte, é de que o país está entregue a ladrões. E ele em pessoa é uma vítima de todos os ladrões.
É apenas lógica e induzida a elevação do modo de enfrentamento popular.
Leia também:
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Nº 21.495 - "Lula: o golpe baixo dos procuradores de Curitiba"


25/05/2017

Lula: o golpe baixo dos procuradores de Curitiba


E os jornalistas que se comportam como papagaios da Lava Jato


Conversa Afiada - publicado 25/05/2017


Dallagnol.jpg
Para Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido eleito Presidente!



Conversa Afiada reproduz nota do site do Presidente Lula:

Em conluio com procuradores da Lava Jato em Curitiba, a Rede Globo, a Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo produziram semana passada mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sérgio Moro.
A juntada de “documentos” sobre supostas “reuniões” de Lula com a diretoria da Petrobras não foi fruto da descoberta de algum segredo em um trabalho de investigação sério, mas uma tentativa tosca de reescrever a história e criminalizar atos como viagens oficiais ao exterior, reuniões interministeriais e cerimônias da Presidência acompanhadas pela imprensa.
Uma irresponsabilidade que atenta contra o papel institucional do Ministério Público em uma democracia. Parece que para a equipe de Deltan Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido presidente da República. E a mesma imprensa que acompanhou e divulgou essas agendas durante os dois mandatos de Lula, agora dá manchetes sem checar nem mesmo seus próprios arquivos.
A fraude começou a ser montada em 15 de maio, cinco dias depois do depoimento de Lula. Naquela data, os procuradores anexaram 78 documentos aos autos, sem explicitar o propósito. Destes, 27 são cópias de agendas de ex-diretores, registrando “reuniões”, “almoços” e “jantares” com Lula. As cópias das agendas foram entregues pela Petrobrás aos acusadores de Lula, mas não à sua defesa.
Na manchete de 17 de maio, a Folha afirmou: “Lava Jato contraria com documentos fala de Lula a Moro”. Segundo o jornal, as agendas mostrariam que Lula não teve apenas duas reuniões com a diretoria da Petrobrás em seu governo, como ele havia declarado a Moro, mas, pelo menos, 23. O Estadão destacou “reuniões de Lula” com três ex-diretores condenados na Lava Jato. O Jornal Nacional juntou as duas coisas, elevou para 28 as supostas “reuniões” e citou o Ministério Público como fonte de suas ilações, numa reportagem de três minutos.
A farsa desmorona quando se compara o que está escrito nas agendas da Petrobras e o que Lula realmente fez nas datas indicadas. Por exemplo: das 27 agendas, três se referem a recepções oferecidas por chefes de Estado a Lula e sua comitiva, em viagens internacionais: uma pelo presidente da China Hu Jintao, outra pelo rei da Arábia Saudita, Abdullah bin Abdul Aziz, e outra pela presidenta do Chile, Michelle Bachelet.

Pelo menos 14 agendas referem-se à participação de ex-diretores em cerimônias públicas nas quais Lula estava presente, em inaugurações, visitas a instalações da Petrobras ou em reuniões interministeriais, como as do Conselho Nacional de Política Energética. Não se tratam, portanto, de reuniões com a diretoria da Petrobras, muito menos de agendas com diretores específicos. E tudo realizado com cobertura da mídia.

Para verificar a veracidade das agendas (o que no jornalismo se chama checagem), basta conferir as datas mencionadas com a agenda de viagens nacionais e internacionais do ex-presidente Lula, que está disponível no site da Presidência da República. 

As agendas da Petrobras mencionam duas supostas reuniões do delator Paulo Roberto Costa em Brasília, que não podem ser confirmadas porque o atual governo retirou do site da Presidência as agendas diárias de Lula. Mas o próprio delator afirmou, em dois depoimentos ao juiz Sergio Moro, um deles feito ontem (24), que nunca teve reuniões individuais com o ex-presidente Lula. 
Paulo Roberto da Costa fez essa declaração como testemunha, ou seja, com a obrigação de falar a verdade. Ele já havia dito o mesmo em depoimento anterior, mas a imprensa ignorou este fato para sustentar a farsa das agendas.

Não há dúvida de que as agendas foram plantadas no processo para desqualificar o depoimento de Lula em 10 de maio, o que nem mesmo seus maiores adversários conseguiram fazer. Uma imprensa imparcial ao menos teria checado os fatos antes de publicá-los sob o viés dos detratores de Lula. E não precisaria se esforçar tanto, pois muitos desses eventos foram noticiados pelos próprios jornais, como está registrado neste documento.

Lula foi o presidente brasileiro que mais visitou as diversas instalações da Petrobras em todo o País, em eventos públicos relacionados à empresa, que viveu forte valorização durante o seu mandato. Mais de 60 dessas visitas foram registradas pela imprensa. Quanto às reuniões com a diretoria, conforme declarou no depoimento, foram mesmo raríssimas. E Lula citou duas: uma para discutir o plano estratégico da empresa e outra para decidir o cancelamento de leilões para exploração de petróleo em áreas do pré-sal, quando ele foi descoberto, em 2008.

Os dados no link mostram a verdade sobre as agendas da Petrobras, revelam o golpe baixo dos procuradores de Curitiba e denunciam a indigência e parcialidade de um jornalismo que se comporta como papagaio da Lava Jato para difamar Lula.


Nº 21.494 - "Desliguem o JN. Por Leandro Fortes"


25/05/2017

Desliguem o JN. Por Leandro Fortes


Do Diário do Centro do Mundo  -  25 de maio de 2017


 


Por Leandro Fortes


Um monte de gente indignada porque o Jornal Nacional chamou os manifestantes de vândalos,
porque o Bom Dia Brasil disse que a PM atirou para se defender de paus e pedras, que a Globo News só tem cagão, que o Jornal Hoje é patético.

Gente, simplesmente, PAREM DE VER ESSA MERDA.

Ver a Globo envenena a alma, traz desesperança, torna o presente ignóbil e o futuro, impraticável.

Aquilo é um negócio que nada tem a ver com jornalismo, muito menos com humanidade.

Esqueçam essa bobagem de tenho-que-ver-para-saber-como-eles-pensam.

Porra, eles não pensam! Funcionam apenas para manter o próprio negócio capitalizado, às custas dos zumbis que formaram, ao longo dos anos.

Libertem-se, vocês conseguem.


Leandro Fortes é jornalista, professor e escritor. Trabalhou para o Jornal do Brasil, O Globo, Correio Braziliense, Estadão, Revista Época e Carta Capital.

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Nº 21.493 - "Acordo à vista? Moro absolve mulher de Eduardo Cunha"


25/05/2017

Acordo à vista? Moro absolve mulher de Eduardo Cunha


Do Tijolaço · 25/05/2017


mulhercunha


Por Fernando Brito

Não é só a propina da JBS que ajuda Eduardo Cunha a “ficar calmo”.

Deve estar, com toda a razão, calmíssimo agora, com a decisão do juiz Sérgio Moro – o mesmo que vetou mais da metade de suas perguntas para Michel Temer – de absolver sua mulher, Cláudia Cruz, cuja condenação por lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas havia sido pedida pelo Ministério Público.

Moro considerou que não havia provas suficiente para mostrar que havia dolo em Cláudia operar uma conta de mais de US$ 1 milhão, de 2008 a 2014, com recursos oriundos dos trustees Triumph SP (US$ 1.050.000,00), Netherton (US$ 165 mil) e Orion SP (US$ 60 mil).

Ela não teria obrigação de saber, segundo Moro, que o dinheiro teria origem ilícita.

Eram, afinal, os “alfinetes” da madame.


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PITACO DO ContrapontoPIG.

Tão inocente, a bichinha...!
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Nº 21.492 - "Doleiro preso por tráfico ajudaria Aécio na lavagem de propina, suspeita Lava Jato"


25/05/2017


Doleiro preso por tráfico ajudaria Aécio na lavagem de propina, suspeita Lava Jato


Doleiro preso por tráfico ajudaria Aécio na lavagem de propina, suspeita Lava Jato


Jornal GGN - QUI, 25/05/2017 - 16:58


Foto: George Gianni/PSDB


Jornal GGN - No documento em que reforça o pedido de prisão contra Aécio Neves ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República Rodrigo Janot revela que além da empresa da família Perrela, um doleiro condenado por tráfico internacional de diamantes é suspeito de ajudar o senador mineiro na lavagem da propina que ele teria recebido da JBS.

Nas investigações sobre o caso, a Polícia Federal flagrou o assessor parlamentar de Zezé Perrela, Mendherson Souza Lima, conversando de maneira cifrada com o doleiro Gaby Amine Toufic Madi, condenado a 7 anos de prisão em 2016.
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Aécio admite que pediu à JBS R$ 2 milhões com a desculpa de que precisava de dinheiro para pagar sua defesa na Lava Jato. O senador, que trata o pagamento como um "empréstimo pessoal", contudo, não explicou porque o dinheiro foi entregue em 4 parcelas de R$ 500 mil ao seu primo, Frederico Pacheco, que, por sua vez, repassou as malas ao assessor de Perrela.

A Polícia, além de filmar e rastrear o caminho do dinheiro, sabe que parte dos recursos entrou numa das empresas da família Perrela e, depois, foi fatiado e depositado de volta em nome de Fred e Mendherson.

No despacho ao Supremo Tribunal Federal, Janot sinaliza que parte do montante seria destinado, também, ao doleiro, que poderia ajudar a dar aparência de legalidade aos recursos pagos a Aécio pela JBS.

"No que tange aos recursos pagos e acautelados por Mendherson, há um diálogo captado pela Polícia Federal, no dia 12/4/2017, ou seja, no mesmo dia do recebimento do dinheiro em São Paulo, no qual Mendherson mantém conversa cifradamente com Gaby Amine Toufic Madi, indicativo de que este tinha conhecimento acerca do evento ocorrido em São Paulo”, diz Janot.

“É um doleiro, recém condenado a sete anos e meio pela 4ª Vara Federal da Justiça Federal de Minas Gerais (...) e pode estar atuando na lavagem de parte dos recursos ilícitos”, acrescenta.

A Polícia Federal investigava o tráfico de diamantes com participação do doleiro em 2016, quando apurava-se, ainda a possibilidade de envolvimento com o libanês Hassan Ahmad, acusado de mandar ao exterior US$ 1 bilhão em pedras preciosas brasileiras. Na época, a família Ahmad foi denunciada pela ONU por exploração ilegal de diamantes na África, lembrou o Brasil 247.

Delatores da JBS disseram à Lava Jato que os R$ 2 milhões não se tratavam de empréstimo, mas de propina para que Aécio não criasse problemas ao frigorífico.

Além do assessor e do primo de Aécio, Andrea Neves, irmã do senador, também está presa por ter feito contatos com Joesley Batista.

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Nº 21.491 - "O próximo ato da tragédia, por Carlos Motta"


25/05/2017

O próximo ato da tragédia, por Carlos Motta




Jornal GGN - QUI, 25/05/2017 - 16:59  ATUALIZADO EM 25/05/2017 - 17:00




O próximo ato da tragédia, por Carlos Motta


por CARLOS MOTTA


E o golpe mostrou ao que veio.

Bastou apenas um ano para que as consequências trágicas da aventura corroessem a jovem e imatura democracia brasileira de tal maneira que reconstruí-la será uma tarefa não só demorada, mas extremamente difícil.
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Isso porque os golpistas não feriram apenas a Constituição ao depor, sem que houvesse crime, uma presidenta eleita com 54 milhões de votos.

Eles conseguiram desempregar milhões de pessoas, arruinar importantes setores da economia, aprofundar a recessão, transformar a Justiça num instrumento de perseguição política, desmontar grande parte dos programas sociais que ajudaram a combater a miséria, esgarçar as relações institucionais, e expor o Brasil como uma imensa república de bananas para o mundo todo.

Os mais recentes escândalos revelaram apenas o que já era sabido: o golpe instalou no país uma cleptocracia.

Em sua luta desesperada pela sobrevivência, o presidente desta república de ladrões pode aprofundar ainda mais o desastre a que todos assistem.

Sua queda, porém, é questão de dias - como a história mostrou inúmeras vezes, o monstro parido pelos golpistas começa a devorar seus criadores.

A grande dúvida é sobre como será o próximo ato da tragédia, se ameno, conciliador, resultado de um amplo pacto de reconstrução nacional, ou uma mera continuidade deste lastimável prólogo, um texto absolutamente caótico.

Esse é o grande problema do Brasil, hoje e sempre - a falta de bons autores para a criação de um projeto que explore as suas imensas potencialidades e o leve ao século 21.

Os trabalhistas bem que tentaram encenar o seu roteiro social-democrata, com relativo êxito.

Mas, por ingenuidade ou incapacidade, deixaram que a peça fosse sabotada por vários de seus atores, temerosos de serem rebaixados para simples figurantes.

Agora, com o teatro em ruínas, são poucas as esperanças de que essa companhia rota e mambembe recupere, ao menos, a sua dignidade.

Para isso ela teria de ser dirigida por alguém que compreendesse a gravidade do momento e aceitasse como premissa para o seu trabalho o diálogo com todos os envolvidos no projeto - atores, produção e, principalmente, a plateia.

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Nº 21.490 - "General Villas Bôas não pode ir à casa do FHC Brasif!"

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25/05/2017

General Villas Bôas não pode ir à casa do FHC Brasif!


Nada como escapar da reforma (sic) da Previdência...
 

Do Conversa Afiada - publicado 25/05/2017


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Villas Bôas se torna reservista da UDN velha de guerra! (Reprodução: Felipe Vieira)

O Ministro do Exército, general Villas Bôas, subordinado ao general Etchegoyen, o do golpe fajuto, foi à Fundação ("fundada" sob pilares de grana indevida de empreiteiro...) Fernando Henrique Cardoso Brasif dar uma palestra sobre "segurança nacional".

E lá disse um conjunto de obviedades sobre a situação do país.

O general Villas Bôas, quando comandou a Amazônia, parecia ser um militar nacionalista!

Hoje, percebe-se, alinhou-se à UDN-Casa Grande, que deu o Golpe de 64, o de 2016 e onde se inscreve, desde que abandonou o marxismo, o Príncipe da Privataria, patrono da Privataria Tucana.

O general Villas Bôas, na ativa não pode frequentar a casa de quem:

‣ militou fervorosamente no Golpe contra uma Presidenta que não cometeu crime de respnsabilidade;
‣ de quem agora se diz "velho", como se velho não fosse, desde que abandonou um marxismo de ocasião - seu mentor na faculdade era marxista - para se filiar à corrente de pensamento que vem do Visconde de Cayru, aquele que, como "conselheiro" de D. João VI, abriu os portos aos ingleses - um patrono do entreguismo pátrio;
‣ de quem recebeu "favores indevidos" do Emílio Odebrecht;
‣ quem comprou um apartamentaço do banqueiro Safdié;
‣ cujo "primeiro filho" levou uma grana do Cerveró;
‣ que pagava mesada à suposta mãe de um filho que, na verdade, era de um bioólogo - segundo a Veja do Mario Sergio Conde -, através de uma empresa de nome "Brasif";
‣ quem assinou o Tratado de Não-Proliferação das Armas Atômicas;
‣ quem desarmou as Forças Armadas;
‣ quem ia submeter à indigente inanição o programa do submarino nuclear;
‣ quem vendeu a Petrobrax;
‣ quem vendeu a Vale a preço de banana.

O general Villas Bôas melhor faria se quieto permanecesse, até recolher-se à reserva.

Esse é outro que, ao fim, parece ter pulado para o outro lado da linha do trem, depois que o Presidente ladrão poupou os militares da reforma (sic) da Previdência.

Viva o Brasil!

Viva o Marechal Lott!

PHA

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Nº 21.489 - "TEMER É REJEITADO POR 95% DOS BRASILEIROS E 99% DOS NORDESTINOS"


25/05/2017


TEMER É REJEITADO POR 95% DOS BRASILEIROS E 99% DOS NORDESTINOS


Brasil 247 - 25 DE MAIO DE 2017 ÀS 05:16


REUTERS/Ueslei Marcelino
Os índices de aprovação de Michel Temer, que sempre foram baixos, chegaram ao fundo do poço; pesquisas e sondagens feitas pelo governo federal na internet mostram que a maioria dos brasileiros rejeita o peemedebista; os levantamentos indicam que a situação de Temer nas redes piora a cada dia; os antigos defensores do governo entre os chamados formadores de opinião sumiram, salvo raras exceções; pesquisas de opinião mostram que hoje 95% dos brasileiros fazem uma avaliação negativa de Temer; em algumas regiões metropolitanas do Nordeste do país, segundo outras sondagens, esse índice chega a 99%; a maioria também crê que o governo não sobreviverá à avalanche provocada pela delação da JBS


247 - Depois de ser flagrado pelo empresário Joesley Batista avalizando diversos casos de corrupção, Michel Temer chegou ao fundo do poço na avaliação dos brasileiros.

Os índices de aprovação do governo, que sempre foram baixos, chegaram ao fundo do poço.

Pesquisas e sondagens feitas pelo governo federal na internet mostram que a maioria dos brasileiros rejeita o peemedebista.

Os levantamentos indicam que a situação de Temer nas redes piora a cada dia. Até mesmo os antigos defensores do governo entre os chamados formadores de opinião sumiram, salvo raras exceções.

Pesquisas de opinião mostram que hoje 95% dos brasileiros fazem uma avaliação negativa de Temer; em algumas regiões metropolitanas do Nordeste do país, segundo outras sondagens, esse índice chega a 99%

Sondagens feitas com formadores de opinião, como empresários e executivos, também revelam descrença cada vez maior na continuidade do governo.

 coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

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Nº 21.488 - "SEM APOIO DO EXÉRCITO, TEMER ANULA DECRETO DITATORIAL"

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25/05/2017

SEM APOIO DO EXÉRCITO, TEMER ANULA DECRETO DITATORIAL


Brasil 247 - 25 DE MAIO DE 2017 ÀS 10:54



Acuado após uma enxurrada de críticas por ter cometido novo crime de responsabilidade ao chamar as Forças Armadas para "garantir a lei e a ordem" no Distrito Federal, após manifestação contra reformas de seu governo em Brasília, Temer recua e revoga o decreto menos de 12 horas depois de ele ter sido instituído; Temer foi abandonado até mesmo pelo Exército, que avaliou ontem que a polícia de Brasília tinha capacidade de garantir a ordem, e pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, que disse que ele agiu fora da lei; decisão criticada também por parlamentares da base aliada, além da oposição

247 – Fragilizado após uma onda imensa de críticas, Michel Temer recuou e revogou o decreto presidencial que convocava as Forças Armadas para atuar nas ruas do Distrito Federal por uma semana a fim de "garantir a lei e a ordem" após manifestação contra as reformas do governo nesta quarta-feira 24.

Temer foi abandonado até mesmo pelo Exército, que avaliou ontem que a polícia de Brasília tinha capacidade de garantir a ordem, e pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, que disse que ele agiu fora da lei. Rollemberg também não foi avisado sobre a decisão anunciada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, como manda o protocolo.

A decisão do peemedebista foi criticada também por parlamentares da base aliada, além da oposição. A revogação foi anunciada menos de 12 horas depois de o decreto da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) ter sido instituído.

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Nº 21.487 - "EXÉRCITO ABANDONA TEMER, QUE JÁ COGITA RECUAR E ANULAR DECRETO"


24/05/2017


EXÉRCITO ABANDONA TEMER, QUE JÁ COGITA RECUAR E ANULAR DECRETO


Brasil 247 -24 DE MAIO DE 2017 ÀS 20:46



Depois da péssima repercussão do decreto em que convocou as Forças Armadas, no que seria mais um crime de responsabilidade de Michel Temer, o chefe das Forças Armadas, general Eduardo da Costa Villas Bôas, lavou as mãos e disse que a polícia do Distrito Federal tem condições de garantir a lei e a ordem; "Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", declarou; abandonado, Temer já cogita revogar o decreto se as manifestações contra suas reformas em Brasília estiverem mais calmas até o fim da noite; o governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, também peitou Temer e diz que ele agiu fora da lei


247 - O comandante do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, assegurou nesta quarta-feira 24 que as Forças Armadas iriam agir respeitando a Constituição e garantindo a democracia após o decreto assinado por Michel Temer que determina o uso das Forças Armadas para garantir a lei e a ordem no Distrito Federal.

O decreto foi anunciado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e pelo general Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional, que também o assinaram, durante manifestação em Brasília que pedia a rejeição das reformas trabalhista e da previdência, propostas pelo governo federal, e defendia eleições diretas para presidente. Um grupo de mascarados jogou pedras e colocou fogo nos prédios de alguns ministérios e atacaram policiais.

Villas Bôas avaliou que a polícia tem capacidade de garantir a ordem. "Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", declarou a jornalistas após uma palestra sobre defesa nacional na Fundação Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo.

Diante de uma série de críticas sobre o decreto - senadores já entraram com um pedido para suspendê-lo -, Temer já cogita revogá-lo se as manifestações contra suas reformas em Brasília estiverem mais calmas até o fim da noite.

O general também reafirmou o compromisso com a democracia. “Tanto as forças de segurança pública quanto as Forças Armadas estão empenhadas na preservação da democracia, na observância da Constituição e no perfeito funcionamento das instituições nacionais, a quem cabe encontrar o caminho para a solução dessa crise. Mas a nossa democracia não corre risco”, afirmou.

Villas Bôas afirmou ainda que o clima no comando da instituição e no Palácio do Planalto é de "choque" e "muita insegurança" após as denúncias do empresário Joesley Batista, da JBS, envolvendo Temer.

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Nº 21.486 - "Michel Temer, você é um covarde e irresponsável"


24/05/2017


Michel Temer, você é um covarde e irresponsável



Do Tijolaço · 24/05/2017


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Por Fernando Brito 


Eu acuso diretamente, Michel Temer, porque há falta, neste país, de quem aponte o dedo aos desavergonhados e assim os trate, sem temor.

E não faço com prazer, porque me acostumei, como jornalista e quando servidor público, a tratar a todos com urbanidade e gentileza, que é meu normal, até quando os desaforos que ouço são dirigidos a mim.

Mas não quando são ao meu país e às nossas liberdades, ah, não.

Porque para combater, vá lá, duas dúzias de baderneiros que se metem numa manifestação pacífica – que o seu general Etchegoyen sabe perfeitamente quem são, ou deveria saber – o senhor faça esta pataquada de “chamar o exército” para uma ação repressiva contra multidão, que é algo da maior gravidade.

O que poderiam ser incidentes localizados, no máximo, pelas ordens dadas a uma polícia acostumada a bater e bater, virou um conflito.

Não é a “baderna” que o senhor quer enfrentar, porque foi um dos que a provocou, é a sua inexorável ruína.

Para quem não acredita ainda, ou, como eu, não queria acreditar, aí ao lado vai o decreto.

decreto

Este cenário era tudo o que o senhor queria e podia e eu o acuso de tê-lo construído para tentar ocultar o desprezo que, neste momento, lhe nutrem 99% dos brasileiros.

É o seu discursinho finório de que, sem o senhor será caos na economia e, agora, será o caos nas ruas.

O caos é você, Michel Temer, que nem mais o tratamento de senhor ainda merece.

É  apenas um bandido flagrado às combinações como empresário que agora chama de bandido e que se escuda nos eventuais picotes de uma gravação para esconder o óbito: tramava com ele falcatruas num diálogo indigno de um chefe da nação.

E que agora não mede mais o preço de manter-se no cargo que não ganhou pelo voto e vai perder por indecoroso.

O seu abraço de afogado não vai levar de roldão a democracia, não vai.

Ela custou a minha juventude e todas as que tivesse as daria para isso.

Porque é isso que faz com que eu envelheça sem envelhacar-me, como tanta vezes disse Ulisses Guimarães, que nunca o tratou como mais que um pequeno oportunista.

Oportunista que foi tragado pela própria esperteza e pequeno, ah, Michel,  pequeno como um anão moral, que não cessa de revelar-se menor ainda a cada dia.

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Nº 21.485 - " Renan Calheiros: 'Beira à insensatez, beira à irresponsabilidade' convocar o Exército; 'Temer age chantageado por um presidiário' "

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24/05/2017


Renan Calheiros: “Beira à insensatez, beira à irresponsabilidade” convocar o Exército; “Temer age chantageado por um presidiário”


Do Viomundo - 24 de maio de 2017 às 18h24


   
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Da Redação

“Beira à insensatez, beira à irresponsabilidade” convocar o Exército como fez Michel Temer, denunciou esta tarde no Senado uma importante liderança do PMDB na Casa, Renan Calheiros.

“Um governo com essa rejeição não pode transferir o seu problema para o Congresso Nacional”, disse Calheiros, segundo o qual é impossível enfiar goela abaixo do trabalhador as reformas trabalhista e da Previdência.

“O PMDB não é um departamento do Executivo”, afirmou Calheiros. Segundo ele, a correlação de forças na bancada do PMDB no Senado é de 3 a 2 em favor de Temer.

“Se esse governo não se sustenta, não serão as Forças Armadas que vão sustentar esse governo”, disse durante o discurso.

Lembrou que, em 1964, antes do golpe militar, Auro de Moura Andrade chamou uma liderança do Exército e perguntou se ele conhecia o artigo 142 da Constituição, que não previa o uso de soldados para reprimir a população.

Segundo Renan, o governo convocou o Exército “de forma dissimulada”, atribuindo o pedido ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que negou ter solicitado a decisão.

O ex-presidente do Senado disse que o governo Temer foi “chantageado publicamente” pelo deputado Eduardo Cunha, ao indicar o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, através de um recado vindo de Curitiba trazido pelo deputado Carlos Marun.

“O povo do Brasil já tá ferrado e quem ferrou o Brasil foi o governo Dilma”, disse em seguida o presidente do PMDB, Romero Jucá, em resposta a Calheiros.

Segundo ele, ninguém tem o direito de subir à tribuna e dizer que o PMDB não apoia Michel Temer.

“Vamos resistir constitucionalmente”, disse Jucá. “Não adianta fazer lista da sucessão”, afirmou. “Se houver confronto, haverá confronto político”, acrescentou. “No grito ninguém vai levar”.

Hoje, Michel Temer recebeu pessoalmente o apoio de 17 dos 22 senadores do PMDB — sob investigação, Zezé Perrella disse que não pode comparecer mais apoia o ocupante do Planalto.

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Nº 21.484 - "Os atos em Brasília são de legítima defesa diante de uma governo que é uma agressão aos brasileiros. Por Joaquim de Carvalho"

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24/05/2017


Os atos em Brasília são de legítima defesa diante de uma governo que é uma agressão aos brasileiros. Por Joaquim de Carvalho


Diário do Centro do Mundo  -  24 de maio de 2017






Joaquim de Carvalho. Jornalista, com passagem pela Veja, Jornal Nacional, entre outros. joaquimgilfilho@gmail.com

Nº 21.483 - "Oposição alerta para estado de sítio e Marco Aurélio diz estar preocupado"

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24/05/2017


Oposição alerta para estado de sítio e Marco Aurélio diz estar preocupado


Oposição alerta para estado de sítio e Marco Aurélio diz estar preocupado


Jornal GGN - QUA, 24/05/2017 - 18:10ATUALIZADO EM 24/05/2017 - 18:20


Foto: Mídia Ninja

Jornal GGN - O decreto assinado por Michel Temer de colocar tropas federais nas ruas do Distrito Federal, em Brasília, por uma semana, está sendo visto como um estado de sítio. Neste momento, a oposição no Congresso tenta sustar o decreto, e o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrompeu a sessão para dizer que está preocupado.

A decisão assinada por Michel Temer, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, nesta quarta-feira (24).

Em comunicado sobre a medida, o Ministério da Defesa disse que o uso das Forças Armadas, descrita na Constituição como "Garantia de Lei e da Ordem" (GLO), ocorre quando há "o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública em graves situações de perturbação da ordem".

Temer publicou o decreto após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pedir "reforço na segurança" na região da Esplanada dos Ministérios, onde ocorre uma manifestação pelas Diretas Já e pela queda de Michel Temer.

O presidente, o ministro da Defesa e a base aliada do mandatário no Congresso consideraram que as reações populares no protesto eram graves. "Eu pedi o apoio das Forças Nacionais, sim. Agora, qual foi o instrumento que ele [Raul Jungmann] usou foi uma decisão do governo. Agora, de fato, o ambiente na Esplanada era grave e, para garantir a segurança tanto dos manifestantes quanto daqueles que trabalham na Esplanada e no Congresso, eu fui ao presidente que a Força Nacional pudesse colaborar neste momento junto com a Polícia do Distrito Federal", disse Maia.

Entretanto, o governo não justificou porque estendeu o decreto de Lei e Ordem por sete dias, uma semana. Contrariado com as manifestações, Jungmann disse que, para Temer, os protestos eram "baderna". "O senhor presidente da República faz questão de ressaltar que é inaceitável baderna, inaceitável o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar o processo que se desenvolve de forma democrática e com respeito às instituições", disse o ministro.

"Tem que suspender o decreto porque ele é ilegal, completamente fora da Constituição. Nós estamos em estado de sítio, com o Exército em torno da casa agredindo o pessoal lá fora", disse a deputada Jandira Feghali (PcdoB-RJ). Jandira alarmou: "se sair um cadáver lá fora, é de vocês. Se não é seu [do presidente da Câmara, Rodrigo Maia], é do governo", declarou.

Em plena sessão de julgamentos do Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio Mello interrompeu, preocupado: "Voto um pouco preocupado com o contexto, e espero que a notícia não seja verdadeira. O chefe do Poder Executivo teria editado decreto autorizando uso das Forças Armadas no Distrito Federal no período de 24 a 31 de maio", disse.


Vídeo: Reprodução Buzzfeed

Leia o decreto:


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