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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Contraponto 273 - Petrobras e as maiores reservas do mundo


16/09/2009


Petrobras terá as maiores reservas do mundo

Blog Tijolaço. Brizola Neto, terça-feira, 15 setembro, 2009 às 0:05

Despacho da Agência Reuters, publicado pelo UOL, revela que a Petrobras terá reservas de petróleo de entre 30 bilhões e 35 bilhões de barris dentro de três anos graças às recentes descobertas em águas profundas no litoral brasileiro. O volume de petróleo do pré-sal torna a empresa a maior detentora de reservas do mundo, com 50% mais que a hoje líder em reservas, a ExxonMobil.

O dado foi fornecido pelo presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, em entrevista à Reuters TV, uma das grandes fontes de informação do mundo empresarial..

Dá para ter idéia do que é ter a maior reserva de petróleo do mundo? Dá para entender toda a movimentação de interesses que está jogando com este potencial? Ter os dois olhos bem abertos e não se impressionar com as campanhas de mídia que serão feitas em torno disso, pelos interesses que querem abocanhar nosso petróleo ainda é pouco, meus amigos.

O Brasil está diante de um momento histórico. O futuro - nossos filhos, nossos netos - não nos perdoará se não formos lúcidos e firmes para sustentar a defesa do nosso petróleo.

Nosso dever é enorme.
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domingo, 30 de agosto de 2009

Contraponto 171 - Brasil sai da crise (matéria do PIG !)


Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou


Blog do Alê, sábado, 29 de Agosto de 2009 - 21:05. Um ano depois,

Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise global, o otimismo com o País tornou-se consenso. O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Uma das lições da crise é que países que tinham uma abordagem equilibrada da regulação do mercado financeiro, como Brasil, Austrália, Canadá , não tiveram crise bancária.

O Estado de S. Paulo - O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. "O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança", diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do FMI. Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric, "o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos".

O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O’Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas - Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco. [...]

[...] Uma das principais razões para o sucesso do Brasil em enfrentar a crise, segundo Pastore, é que ela pegou o País com o regime macroeconômico adequado - câmbio flutuante, bom nível de reservas, inflação controlada, superávit primário, dívida pública desdolarizada e caindo em proporção ao PIB. Essa solidez combinou-se com o sistema financeiro capitalizado, pouco alavancado, que estava proibido pela regulação de operar com os ativos perigosos, como os títulos estruturados no mercado americano de hipotecas subprime. "Uma das lições da crise é que países que tinham uma abordagem equilibrada da regulação do mercado financeiro, como Brasil, Austrália, Canadá , não tiveram crise bancária", diz O’Neill. A política anticíclica, baseada em corte de impostos e ampliação de gastos públicos, também ajudou, embora esta segunda parte seja criticada pelos efeitos de médio prazo. Para Pastore, os aumentos do funcionalismo e do Bolsa-Família tiveram efeitos contracíclicos, mas "por coincidência", já que foram decididos antes da crise. "O defeito é que, se fosse política contracíclica mesmo, teria de expandir gastos transitórios, e não permanentes." (Fernando Dantas)

Leia a matéria completa no site do Estado de S. Paulo

Leia também: As medidas do Brasil contra a crise
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