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ContrapontoPIG

Veja aqui o que o Partido da Imprensa Golpista (PIG) não mostra !

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Contraponto 16.150 - "Aí tem coisa! Tucanos se negam a assinar CPI do Suiçalão!"


26/02/2015

Aí tem coisa! Tucanos se negam a assinar CPI do Suiçalão!


Do Cafezinho -  postado em fevereiro 26th, 2015


suicalao-tucano

Por Miguel do Rosário,

Os tucanos, sempre tão moralistas e afeitos a um holofote da mídia quando o assunto é ética, acabam de assinar mais um atestado de sua hipocrisia.

A CPI do Suiçalão, que o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) propôs, e para qual já reuniu 30 assinaturas de quase todos os partidos, só não recebeu, até agora, o apoio de um grande partido.

Ele mesmo, o PSDB.

Quando PSDB e Globo trabalham juntos para blindar um escândalo, sabemos que aí tem coisa.

E coisa grande!

*

Reproduzo post publicado há pouco no blog Megacidadania.

Suíçalão: PSDB se negou a assinar CPI

A CPI já tem mais de 30 assinaturas O blog Megacidadania entrou em contato com o gabinete do senador Randolfe Rodrigues do PSOL/AP e obteve a íntegra do documento que requer a instalação da CPI do HSBC.

Já assinaram a requisição da CPI mais de 31 senadores dos seguintes partidos: PSOL, PT, PMDB, DEM, PCdoB, PSB, PDT, PSD, PR, PRB, PPS e PP.

A forte adesão caracterizada pela pluralidade dos partidos acima relacionados é sinal de que predomina o interesse público em desnudar a maior fonte de evasão de dinheiro público.

Parabenizamos os senadores que assinaram este importante documento que auxilia no resgate da credibilidade do senado.

Os tucanos do PSDB não assinaram o documento.

Eis a relação da bancada tucana no senado: Aécio Neves – MG, Aloysio Nunes Ferreira – SP, Alvaro Dias – PR, Antonio Anastasia – MG, Ataídes Oliveira – TO, Flexa Ribeiro – PA, Cássio Cunha Lima – PB, José Serra – SP, Lúcia Vânia – GO, Paulo Bauer – SC e Tasso Jereissati – CE.

LEIA A ÍNTEGRA DO DOCUMENTO OFICIAL (aqui)


OFICIAL
A-dctção-CPI-Randolfe1


4984
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Contraponto 16.149 - " Dirigente do PT-RJ: 'contra o fascismo a porrada' "

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26/02/2015      


   Dirigente do PT-RJ: "contra o fascismo a porrada"



Brasil 247 - 26 de Fevereiro de 2015 às 11:24

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Presidente do PT do Estado o Rio de Janeiro, Washington Quaquá, prefeito de Maricá, defendeu via Facebook "a porrada" entre petistas e oposicionistas; posicionamento do gestor ocorreu horas depois de o ex-presidente Lula fazer um discurso no Rio pedindo que os seus correligionários não fujam do embate com a oposição mesmo que tenham de recorrer à briga; no mesmo dia, ex-ministro Guido Mantega sofreu insultos no Hospital Albert Einstein (SP); segundo Quaquá, está "na hora da militância e dos petistas responderam esses fdps", que "querem achincalhar um partido e uma militância que melhorou a vida de milhões de Brasileiros"; "Vamos pagar com a mesma moeda: agrediu, devolvemos dando porrada!"


Rio 247 - O presidente do PT do Estado o Rio de Janeiro, Washington Quaquá, prefeito de Maricá, defendeu via Facebook “a porrada” entre petistas e oposicionistas, horas depois de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazer um discurso no Rio pedindo que os seus correligionários não fujam do embate com a oposição mesmo que para isso tenham que recorrer à briga.

“Contra o fascismo a porrada! Não podemos engolir esses fascistas burguesinhos de merda! Ta na hora da militância e dos petistas responderam esses fdps que dão propina ao guarda, roubam e fazem caixa dois em suas empresas, sonegam impostos dão uma de falso moralistas e querem achincalhar um partido e uma militância que melhorou a vida de milhões de Brasileiros. Vamos pagar com a mesma moeda: agrediu, devolvemos dando porrada!”, disse o prefeito.

Uma manifestação feita na tarde desta terça-feira (24) em frente à sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio, em favor da Petrobras, acabou em tumulto, com socos e pontapés. De noite, um vídeo postado nas redes sociais mostrava o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega sendo insultado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, enquanto internava sua mulher (leia mais aqui).
No dia 13 de março, centrais sindicais e movimentos sociais, como o MST, promoverão atos em diferentes cidades do país em defesa da Petrobras. O maior deles deve acontecer em São Paulo, na Avenida Paulista, às 15h. Há a expectativa de que o ex-presidente Lula participe da manifestação, pois na terça-feira, durante evento em defesa da Petrobras, o petista afirmou que compareceria se fosse convidado.

A coluna Radar Online, de Veja, também publicou uma nota sobre a postagem do presidente do PT fluminense. “Enquanto o PT nacional se esforça para não esquentar a temperatura da briga política, o intrépido Washington Quaquá, presidente do PT do Rio de Janeiro, foi ao Facebook para incitar a violência. Sem meias palavras, defendeu que os petistas deem “porrada”, diz o texto.

O prefeito de Maricá criticou o veículo após a postagem. “Adoro a Veja! E o panfletinho da pequena burguesia fascista! A desgraca e que nosso governo ainda põe propaganda e financia esse tipo de pasquim de direita! Mas agradeço pela notinha!”, criticou.

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Contraponto 16.148 - A lição global sobre como transformar notícia boa em desastre

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26/02/2015


Do Tijolaço - 26/02/2015







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PITACO DO ContrapontoPIG 
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Liçãozinha de como manipular e transformar notícia

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Contraponto 16.147 - "A Petrobras precisa de um claro sinal de que estamos a seu lado"

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26/02/2015 


A Petrobras precisa de um claro sinal de que estamos a seu lado


"A corrupção na Petrobras merece repúdio, mas, como patrimônio da sociedade, a empresa precisa saber que estamos a seu lado", Cândido Grzybowski.


Carta Maior - 24/02/2015


Petrobras
Petrobras

Cândido Grzybowski

Petrobras

No delicado momento político que atravessa a Petrobras penso que se torna fundamental relembrar o que ela significa para a economia, a sociedade e a democracia no Brasil. Precisamos, cidadãs e cidadãos brasileiros, nos por em alerta e estar prontos a defender um dos maiores patrimônios por nós criados ao longo de gerações. Isto não significa defender os envolvidos pegos com a “mão na massa” pela operação “Lava Jato” da Polícia Federal.

Aliás, tanto eles como os seus cúmplices, executivos de grandes empresas, e todos que de algum modo se beneficiaram do esquema de corrupção merecem o repúdio da cidadania, que exige justiça acima de tudo, dentro de critérios republicanos e de justiça democrática, sem privilégios de classe ou de poder.

O fato da última semana, a destituição da presidenta Foster e a renúncia de sua diretoria, com a nomeação de um novo presidente, é, sem dúvida, um sinal de que a Petrobras navega em meio à tempestade. Hoje, porém, a Petrobras desenvolveu tecnologia para explorar petróleo em águas profundas, bravias, e tem um corpo técnico de milhares de pessoas, tanto diretamente assalariados como prestadores de serviços, que sabem dar conta do recado.

Mais, eles se sentem e agem como os verdadeiros representantes da cidadania lá, garantia para que a Petrobras dê conta do mandato que lhe damos. O que a Petrobras precisa é de um claro sinal de que estamos a seu lado, faça chuva, faça sol. Estamos aí, como cidadãos e como democratas, a defender o que é um dos bens comuns maiores que criamos e essencial para a nossa democracia. Não é a primeira vez que a Petrobras passa por dificuldades assim, e nem será a última. E não será desta vez que a cidadania do Brasil perderá a Petrobras.

Há muito tempo o Brasil luta por autonomia, talvez por altivez. Nunca demonstramos vontade de dominar outros povos, mas também não aceitamos que nos dominem, nem queremos ser simplesmente subalternos, subordinados que aceitam servir à hegemonia de quem quer que seja. Alguém vai lembrar e dizer que o capitalismo é assim mesmo, com um império e seus asseclas para dominar o resto. E quem disse que a cidadania do Brasil pensa e almeja isto?

O interesse nacional, se é que existe, é um pacto entre a diversidade do que somos. Não nos venham impingir como interesse nacional o interesse de uma certa fração de classe dominante, que acha seus interesses contemplados numa dependência submissa ao imperialismo capitalista de turno. Sim, eles também mudam, pois o capitalismo é, por definição, para poucos, os mais fortes e competitivos nos mercados selvagens, com arsenais e exércitos se necessário. Só que existe cidadania e isto faz uma enorme diferença, como a pequena Grécia acaba de demonstrar.

A Petrobras existe enquanto tal porque a cidadania quis ter a questão energética ligada ao petróleo sob controle estatal. Luta árdua lá no começo, nos anos 50 do século passado, e luta árdua ao longo da história da Petrobras. Ela sobreviveu à “privataria” dos anos 90 e, depois da descoberta do pré-sal, voltou ao protagonismo de sempre. Mas os interesses privados derrotados não esmorecem, estão de plantão na menor oportunidade. Hoje a maior ameaça para a nossa Petrobras são as forças pró-privatização. A corrupção veio a calhar e reanimou a sanha privatista. Logo sobre um grande bem comum, como a energia que todos precisamos de algum modo.

É bom, nesta hora de dificuldades, comparar a situação da Petrobras com o resto do setor energético brasileiro. A geração e distribuição da vital energia elétrica para o modo que vivemos hoje foram irresponsavelmente desestruturados pela privatização e estão no centro de uma enorme crise sistêmica, mais de contradição entre interesses públicos e interesses privados do que clima e gestão. O mesmo não pode acontecer com o petróleo.

Aqui cabe lembrar a difícil equação entre petróleo e sustentabilidade. A energia fóssil é o grande vilão da mudança climática. Não dá para ignorar isto ao falar da Petrobras. Mas a questão é que não existe, no imediato, uma saída para a grande dependência civilizatória, por assim dizer, do que a energia fóssil oferece como possibilidade e sua presença absoluta no nosso cotidiano. Pior, existe uma geopolítica mundial atrelada à questão da energia fóssil, no centro da própria disputa imperialista, como neste momento a questão da Ucrânia e as contradições do Oriente Médio e Afeganistão revelam, com guerras e fundamentalismos inaceitáveis.

Voltando à nossa Petrobras, é fundamental que se afirme a hegemonia pública sobre ela e seu caráter de bem público do Brasil. Resguardemos para a cidadania a possibilidade do que fazer e como fazer a melhor gestão das grandes reservas de petróleo e gás do território do planeta que nos cabe cuidar, bem como de nosso reconhecido saber e capacidade de lidar com isto.

Deixemos para depois a questão sobre como usar as reservas e a garantia de deixar para gerações futuras o que nós, por enquanto, utilizamos como energia a ser queimada. Firmemos um compromisso básico entre nós: a  Esta é a base a preservar inteira, como algo único e indispensável. Depois discutiremos o resto. Mas discutiremos, sem dúvida!
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Cândido Grzybowski é sociólogo. Diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase).
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Contraponto 16.146 - "Dilma, embrulhe-se na Petrobras e vá às ruas!"


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26/02/2015

Dilma, embrulhe-se 
na Petrobras e vá às ruas!

A Economia não é um bicho de 7 cabeças …


Conversa Afiada - 25/02/2015



Leia mais:


Porque a Dilma ainda não se elegeu


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Contraponto 16.142 - "Enrolada na Lava Jato, oposição desiste da CPI da Petrobrás"

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26/02/2015


Enrolada na Lava Jato, oposição desiste da CPI da Petrobrás


Do Cafezinho - postado em fevereiro 25/02/2015

psdb_mortos_aparelhos



Miguel do Rosário


Palhaçada.

Depois do escarcéu todo, a oposição conseguiu criar a CPI da Petrobrás no dia seguinte à eleição de Eduardo Cunha.

É a milésima CPI da Petrobrás que se cria durante a era Lula / Dilma. Só nos últimos meses, foram umas três.

Só que dessa vez, a oposição correu da raia.

Segundo o senador Humberto Costa, o fato de haver gente da oposição envolvida nas denúncias da Lava Jato, e os delatores terem informado que a corrupção teve início durante o governo FHC, esfriou o ânimos dos carbonários que achavam que iriam, com ajuda da mídia, incendiar o país.

A oposição desistiu da CPI da Petrobrás.

Está correndo agora atrás do BNDES.

O próximo alvo da mídia/oposição, depois de quase destruírem a Petrobrás, será o BNDES.

O negócio deles é destruir.

*

Saiu no blog Limpinho & Cheiroso.

Bomba: Senadores da oposição desistem da CPI da Petrobras e querem investigar BNDES
Via Portal do Senado

Sem obter o número mínimo de assinaturas para transformar a CPI da Petrobras na Câmara em comissão mista (formada por deputados e senadores), a oposição segue buscando apoio para instalar a CPI do BNDES no Senado. O senador Álvaro Dias (PSDB/PR) admite que a CPI da Petrobras terá pouco o que apurar, diante do avanço da Operação Lava-Jato, opinião compartilhada pelo líder do PT, senador Humberto Costa (PE).

De acordo com Humberto, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, já se colocou à disposição para dar explicações ao Senado.



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Contraponto 16.141 - "Golpe chileno fracassa. Governo e caminhoneiros se entendem"

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.26/02/2015

Golpe chileno fracassa. Governo e caminhoneiros se entendem


Do Cafezinho - postado em fevereiro 26/01/2015

948774-transportes
Reunião entre governo e representantes dos caminhoneiros

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Reunião entre governo e representantes dos caminhoneiros
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Reunião entre governo e representantes dos caminhoneiros



Governo caminhoneiros chegam a acordo que pode acabar com protestos

948774-transportes
Reunião entre governo e representantes dos caminhoneiros

Danilo Macedo – Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado

Após reunião no Ministério dos Transportes, que durou toda a tarde e noite dessa quarta-feira (25), governo e caminhoneiros chegaram a um acordo que pode acabar com os protestos nas rodovias federias. Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, que participou da reunião, a proposta apresentada pelo governo foi acatada pelos representantes da categoria presentes à mesa de negociação.

Pela proposta, o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro e a criação, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, de uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários.

O presidente da CNTA considerou que o acordo trouxe ganhos históricos para a categoria. Segundo Diumar Bueno, os caminhoneiros tiveram conquistas efetivas na mesa de negociação. “Diante da gravidade que se encontra o país neste momento, nós pedimos a sensibilidade dos caminhoneiros de liberar as rodovias pelas conquistas que tiveram aqui”, disse Diumar, ressaltando no entanto que não poderia garantir o fim dos bloqueios.

O ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, ressaltou após a assinatura do acordo que ele só será cumprido sob a condição do fim dos protestos. “Só vai ser cumprido o que nós combinamos na hora que for liberadas as estradas”, ressaltou. “Eu acho que a partir de agora as estradas já´estão sendo liberadas”, completou.


PS Cafezinho: Se os caminhoneiros encerrarem os protestos, e tudo indica que sim, porque os seus representantes admitiram que eles conseguiram “ganhos históricos”, será uma notícia triste para os sabujos da mídia. Eles contavam com a intransigência dos caminhoneiros para haver “desabastecimento” nas cidades, com reflexos negativos na aprovação da presidenta.



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PITACO DO ContrapontoPIG
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Golpe Chileno, golpe midiático, golpe do STF, golpe da MPF, golpe da PF...
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Golpe é meuzóvo !
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Postado por contrapontopig blogspot.com às 07:16 0 comentários

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Contraponto 16.140 - "A Petrobrás é do povo brasileiro: não se aceita nem corrupção, nem entreguismo."

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25/02/2015

A Petrobrás é do povo brasileiro: não se aceita nem corrupção, nem entreguismo.


Carta Maior - 25/02/2015

Fernando Frazão / Agência Brasil

Os petroleiros são a liderança incontestável da tarefa de dar a linha para tirar a Petrobrás do atoleiro e defender a empresa dos ataques especulativos.


Antonio Lassanse


O ato em defesa da Petrobrás, organizado pela Federação Única dos Petroleiros (terça, 25), demarcou o terreno progressista da disputa que se faz sobre a narrativa e o desenlace do escândalo que abala a empresa.

Realizado sob o abrigo da emblemática Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, o ato pode ser resumido em uma bandeira: a Petrobrás é do povo brasileiro.

Foi um momento fundamental para deixar clara a posição do campo progressista em relação à crise que ameaça a credibilidade da Petrobrás e o papel da empresa para o futuro do País.

A palavra de ordem é: em defesa da Petrobrás, nem corrupção, nem entreguismo.

Foi bom ver os petroleiros à frente do ato. Ninguém tem maior autoridade moral para defender a empresa do que os petroleiros. Eles são a vanguarda desse processo e devem ser reconhecidos enquanto tal por todos os que lutam por um desfecho que permita que a Petrobrás saia muito mais forte desse episódio.

Eles são agora nossa força e nossa voz para defendê-la, mais do que a direção da própria empresa se mostrou capaz de fazê-lo. Seus rostos, suas falas, suas propostas e principalmente sua disposição de luta devem se tornar conhecidos de cada um de nós, cada vez mais.

Os petroleiros são a liderança incontestável da tarefa de dar a linha para tirar a Petrobrás do atoleiro e defender a empresa dos ataques especulativos que pretendem destroçá-la.

O mais incrível é que, diante de um escândalo que afetou a principal empresa do País, o cartel midiático tenha imposto um cala-boca a quem nela trabalha - os petroleiros -. Tem sido assim o tempo todo, inclusive ontem.

Mesmo com todo o peso político do ato, a mídia tradicional preferiu dar destaque a uma briga de rua.

Óbvio. Faz parte de sua profissão de fé desqualificar o debate e priorizar o espetáculo da ignorância.

Foi bom ouvir os petroleiros e sua denúncia de que interessa ao povo brasileiro moralizar, e não desmoralizar a empresa.

Foi bom ver a blogosfera e a imprensa alternativa mobilizadas, repercutindo o ato e reproduzindo as falas de intelectuais, artistas, jornalistas, ativistas sociais e do ex-presidente Lula.

Foi bom relembrar a história da Petrobrás, seu papel estratégico e o que ela significa para o futuro do país, como fez Luis Nassif logo no início do ato.

Foi bom ter Wadih Damous, presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da OAB, exigindo das autoridades cumprir o dever de respeitar o Estado democrático de Direito.

Não se pode contemporizar com uma investigação de meia tigela, que investiga uns e preserva outros, indecorosa e inexplicavelmente. Uma investigação parcial que coloca na cadeira só os malvados favoritos, e não todos os que roubaram a Petrobrás e guardaram seu dinheiro na Suíça, desde os anos 1990. Para uns, o inquérito e as grades; para outros, um processo na gaveta e um cofre cheio nos Alpes.

Foi bom ouvir Lula deixar claro que não se admite que se ouse pensar em transformar o escândalo em uma crise institucional, ou vai ter troco.

O pior erro que se pode cometer na atual conjuntura é o de se deixar intimidar.

Não se pode abaixar a cabeça diante de uma legião de hipócritas e canalhas, cada qual com sua conta na Suíça, desde os anos 1990. Os pilantras que se arvoram campeões da moral e da ética, durante o dia, à noite conferem seu saldo em Genebra com a sensação de alívio e êxtase.

Queremos a Petrobrás. Não abrimos mão da Petrobrás. Nem para corruptos, nem para entreguistas - sejam eles políticos, donos de meios de comunicação, policiais, delegados, juízes, especuladores, enfim, para nenhum pilantra, não interessa a que espécie da fauna do país pertença.

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Contraponto 16.139 - "O caso de sonegação da Globo e o escândalo HSBC"

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25/02/2015


O caso de sonegação da Globo e o escândalo HSBC




Diário do Centro do Mundo - Postado em 25 fev 2015

O "endereço" da "Empire" nas Ilhas Virgens: empresa da Globo nunca funcionou aqui

O “endereço” da “Empire” nas Ilhas Virgens: empresa da Globo nunca funcionou aqui


por : Joaquim de Carvalho 


Desde que estourou o escândalo da lista do HSBC em Genebra, Suíça, a pergunta que não quer calar é: a Globo está lá? O jornalista Fernando Rodrigues, do UOL, que recebeu uma cópia da relação através do ICIJ, siga em inglês para Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, da qual ele faz parte, pode vir a responder. Mas, como anunciou, não quer se precipitar, para não correr o risco de expor algum correntista que tenha conta legítima, ou seja, que não seja abastecida com dinheiro ilícito.

A suspeita de que a Globo faz parte do elenco desses correntistas faz todo sentido. Segundo o ex-funcionário do HSBC que vazou a relação, o banco se especializou em facilitar as coisas para correntistas que queriam lugar seguro para esconder o dinheiro do imposto que era sonegado no país de origem.

O coordenador do projeto que se seguiu ao vazamento (SwissLeaks), Serge Michel, diz: “O que descobrimos nos documentos do SwissLeaks é que o banco, para proteger ainda mais seus clientes, visto que a Suíça já não oferecia as vantagens do passado, propôs a eles novas modalidades offshore”. Michel cita as Ilhas Virgens Britânicas como um dos locais preferidos dos sonegadores.

A Globo aportou lá, em 1999, com a criação da Empire Investment Group Ltd., uma empresa que existe apenas no papel e tinha como endereço uma caixa de correio, como comprovei quando estive no país. No caso da empresa da Globo, a caixa número 3340 era dividida com a Ernst & Young, a consultoria de negócios que deu suporte para a Globo abrir e manter a companhia de papel.

Em 2013, o mesmo ICIJ trouxe a público um relatório com detalhes de 130 mil contas em paraísos fiscais. O escândalo ficou conhecido como Offshore Leaks.

A base de dados disponível no site oficial contém informações sobre dez localidades, incluindo as Ilhas Virgens Britânicas, as Ilhas Cook e Singapura.

Nos dados relacionados ao Brasil, aparece um correntista com apenas o registro do endereço, sem nome de pessoa jurídica ou física, na avenida Atlântica, 2266, apartamento 302.

Cúmulo da coincidência: o prédio é vizinho ao edifício onde Roberto Marinho tinha um tríplex em 2004, vendido ao bicheiro Anísio Abrahão David, patrono da escola de samba Beija Flor.

Vizinho também do prédio onde mora a funcionária da Receita Federal que fez desaparecer o processo em que os três filhos de Roberto Marinho eram responsabilizados penalmente pela sonegação de mais de R$ 615 milhões, em valores de dezembro de 2006.

O inacreditável é que, aparentemente, é coincidência mesmo. Liguei para o apartamento 302 da avenida Atlântica 2266, e atendeu um homem com sotaque estrangeiro que se apresentou como Joseph. Ele diz que ali funciona a  Norwell do Brasil Ltda, uma empresa com negócios na Índia e no Quênia, segundo uma página na internet.

Joseph, que não quis dizer o sobrenome, ficou com o número do meu celular, e disse que o administrador entraria em contato. Ainda não recebi o telefonema.

A Receita Federal também não respondeu a um pedido de entrevista para explicar a situação da Globo em relação ao Fisco. A explicação da assessoria de imprensa é que a Receita não comenta casos de contribuintes, para proteger o sigilo fiscal.

Nem para dizer que providências a Receita tomou no caso da acusação de sonegação? – questionei.
— Nem para isso, respondeu a assessora Denise Naves.

A íntegra do processo de sonegação da Globo se tornou conhecida quando o site O Cafezinho, de Miguel do Rosário, obteve uma cópia e a colocou na internet.

Mas a Receita Federal remontou o processo, como é correto no caso de autos desaparecidos, e deu sequência ao trâmite determinado pelo auditor fiscal Alberto Zile, que recomendava a denúncia por crime contra a ordem tributária cometido pelos irmãos Marinho?

globo - documento


O site da Receita informava até pouco tempo atrás que o processo estava num trâmite bem demorado.

Tinha começado em 2006 e, em 2014, oito anos depois, o trâmite continuava, sem chegar a lugar nenhum.

O que sabemos sobre o desfecho do processo é o que a Globo diz: em 2010, se beneficiando dos descontos do Refis, recolheu o DARF.

Mas cadê o DARF?

A Polícia Federal abriu e fechou o inquérito um ano depois, num procedimento absolutamente sigiloso, sem mostrar o DARF.

Graças ao vazamento do processo de sonegação, sabe-se que a data de investigação da Receita coincide com o desfecho de uma investigação na Suíça (sempre ela) que apurou corrupção na Fifa.

Em carta rogatória, o juiz de instrução do cantão de Zug, da Confederação Helvética (o antigo nome da Suíça), pediu ao Supremo Tribunal Federal que localizasse e interrogasse, na presença de agentes suíços, os senhores Marcelo Campos Pinto e Fernando Viegas Rodrigues Filho.

Pediu também que a justiça no Brasil requisitasse documentos da TV Globo relacionados ao contrato de aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002.

Marcelo Campos Pinto é quem representou a TV Globo e uma de suas subsidiárias no Exterior, a Globo Overseas, na assinatura do contrato com a intermediária da Fifa (ISL) para a compra dos direitos da Copa.

Fernando Viegas Rodrigues Filho é um dos destinatários de um comunicado do Banco Central à TV Globo, autorizando a remessa de 221 milhões de dólares para a compra da Empire nas Ilhas Virgens Britânicas.

Hoje se sabe que era um negócio de mentirinha, para enganar o Fisco e sonegar impostos, mas à época o Banco Central aceitou formalmente o argumento de que a remessa era para “fins de investimento brasileiro no exterior”.

A realidade é que a própria Globo tinha aberto a Empire nas Ilhas Virgens Britânicas, para que ela ficasse com os direitos de transmissão da Copa. Ao simular a compra da empresa, trouxe os direitos, sem recolher impostos no Brasil.

O então presidente do Supremo, Maurício Corrêa, hoje falecido, atendeu ao pedido da justiça suíça. Os papéis da TV Globo e os depoimentos dos dois executivos foram enviados para o cantão de Zug em janeiro de 2005.

Um dos advogados relacionados no caso para defender a Globo e os executivos é Rodrigo Ferrante Perez, filho de uma das mais conhecidas autoras de novela da TV Globo, Glória Perez.

(Glória Perez também é moradora do prédio onde Roberto Marinho tinha o tríplex, hoje em nome do bicheiro Anísio da Beija Flor, naquele miolinho já famoso da avenida Atlântica).

Procurei Rodrigo Perez, mas ele disse não se lembrar dessa ação. Ficou de levantar informações e entrar em contato.

Alguns meses depois que a documentação seguiu para Zug, na Suíça, a Receita Federal iniciou a auditoria na Globo, que terminou com a conclusão de que a TV cometeu fraude e simulação, com o objetivo de não pagar impostos no Brasil.

Na mesma época, tinha início o inquérito do mensalão, que terminou com parte da cúpula do PT na cadeia, sete anos mais tarde.

A denúncia do procurador-geral Antônio Fernando Barros e Silva de Souza diz que, além das operações ilícitas envolvendo o PT e o Banco Rural, a investigação revelou práticas fraudulentas envolvendo o mesmo banco e dezesseis pessoas físicas e jurídicas, entre elas a Globo Comunicações e Participações.

Não é novidade que esse fato passou longe dos debates dos ministros do Supremo Tribunal Federal, durante o julgamento do mensalão. Mas chega a ser escandaloso que a investigação, contida num inquérito paralelo no Supremo, seja mantida até hoje sob mais absoluto sigilo.

Quem pratica fraude bancária, como denunciou o Ministério Público Federal nesse caso do mensalão, ou é apanhada na sonegação, como ficou comprovado no processo da Receita, pode ter seu nome relacionado em qualquer lista de correntistas suspeitos.


globo - documento 2



(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).


Joaquim de Carvalho . Jornalista, com passagem pela Veja, Jornal Nacional, entre outros. joaquim.gil@ig.com.br


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PITACO DO ContrapontoPIG
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 Este texto pode muito bem explicar o alvoroço que tomou conta da Globo nos últimos dias. 
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Parece que ela está em pânico, uma vez que vem tirando a máscara golpista de forma apressada,  escancarada e sem o menor pudor.
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Se 2+ 2 não são 4... anda bem pertinho!

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Contraponto 16.138 - "O MP perdeu o bom senso?"

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25/02/2015

O MP perdeu o bom senso?


Do Cafezinho -  postado em  25/02/2015



adams

Por Miguel do Rosário


A imprensa agora está numa campanha descarada para fazer valer o ponto-de-vista dos promotores contra a posição de Luis Adams, advogado-geral da União.

Adams encetou esforços para permitir às empreiteiras investigadas na Lava Jato de celebrarem acordos de leniência com a Controladoria Geral da União.

A iniciativa da CGU visa, naturalmente, impedir que as grandes obras de infra-estrutura permaneçam paralisadas.

A oposição midiática sabe que o principal trunfo de Dilma, ao longo dos próximos 4 anos, seria inaugurar as grandes obras de infra-estrutura, algumas iniciadas no governo Lula.

Grandes obras, aliás, que nunca foram feitas durante o governo FHC.

Eles preferem parar o Brasil, desempregar centenas de milhares de pessoas, causar danos bilionários ao erário do que ver Dilma inaugurando obra.

O Brasil precisa apoiar a iniciativa de Adams, porque o Brasil não pode parar.

Os promotores podem e devem continuar investigando tudo, mas há centenas de milhares de empregos que não podem ser destruídos.

E as obras tem importância capital para o nosso desenvolvimento.

Para cúmulo do cinismo, os promotores dizem que o governo não tem acesso aos dados sigilosos da Lava Jato e, portanto, poder ser enganado.

Ora, partindo desse princípio, o governo não poderia estabelecer contrato com nenhuma empresa, visto que qualquer empresa é suscetível de ter problemas com a justiça.

É incrível a total ausência de preocupação com a questão social e econômica.

É incrível a falta inclusive de racionalidade.

A paralisação das obras geraria um prejuízo ainda maior do aquele causado pelos desvios. Primeiro porque o atraso aumenta o custo das obras. Segundo porque são obras de infra-estrutura, essenciais.

A sanha desses procuradores para transformar a Lava Jato numa espécie de operação apocalíptica beira a insanidade.

A luta contra a corrupção é fundamental, mas não é tudo.

O Brasil precisa dessas obras, e não pode se dar ao luxo de destruir as suas principais empresas do ramo de construção civil.

MP, um pouco de bom senso não faz mal a ninguém!



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PITACO DO ContrapontoPIG
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O MP parece querer irresponsavelmente atear fogo ao circo. O País  que se f..... !
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Contraponto 16.137 - "Fotos que provam como a mídia manipula você"

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25/02/2015       

  

Fotos que provam como a mídia manipula você



Brasil 247 - 25 de Fevereiro de 2015 às 18:43
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Nos três principais jornais brasileiros, você não viu as imagens acima, que mostram um militante da Central Única dos Trabalhadores sendo pisoteado no Rio Janeiro; na Folha de S. Paulo, no Globo e no Estado de S. Paulo, o que estampou a primeira página foram agressões de petistas (que poderiam ser reações a provocações anteriores), antes do ato em defesa da Petrobras e do pré-sal; escolha editorial dos barões da mídia não foi aleatória; no fundo, no fundo, o que eles querem é promover mais violência e mais intolerância num processo continuado de criminalização do PT e de negação da política


247 - As imagens acima, registradas pelas lentes do fotógrafo Fernando Frazão, da EBC, não estamparam as capas dos principais jornais do País.
Elas mostram, com clareza, um representante da Central Única dos Trabalhadores, a CUT, sendo pisoteado, no Rio de Janeiro, na tarde de ontem, antes do ato em defesa do pré-sal e da manutenção do modelo de partilha do pré-sal.
As imagens escolhidas pelos três principais jornais do País, Folha de S. Paulo, Estado de S. Paulo e O Globo mostram agressões cometidas por pessoas que vestem camisas vermelhas.
Eis a capa da Folha e sua legenda: BRUTALIDADE - Em ato da CUT e do PT em defesa da Petrobras perto da Associação Brasileira de Imprensa, no Rio, petista agride homem que pedia o impeachment de Dilma.





Agora, a capa do Estado de S. Paulo e sua legenda: Pancadaria no Rio - Em ato de petroleiros no Rio, que teve agressões entre manifestantes, o ex-presidente Lula disse que Dilma Rousseff 'não pode ficar dando trela' sobre as investigações na Petrobras e 'tem de levantar a cabeça'.






Por fim, a capa do Globo, com sua legenda: Intolerância - Homens com camisa do PT partem para a briga com manifestantes que pedem a saída de Dilma em frente à ABI, no Rio, onde aliados do governo fizeram ato.






No mínimo, uma cobertura isenta, mostraria agressões dos dois lados, até porque as imagens publicadas nos jornais poderiam ser uma reação a provocações e agressões anteriores, como a captada por Fernando Frazão.

No entanto, já faz tempo que as famílias midiáticas brasileiras deixaram de buscar o equilíbrio e a isenção. No fundo, no fundo, o que eles querem é promover mais violência e mais intolerância num processo continuado de criminalização do PT e de negação da política. É como se houvesse uma espécie de 'reinaldização' dos veículos de comunicação, que, a cada dia, se deixam pautar pelo radicalismo.

Nesta quarta-feira, com seu estilo histérico, Reinaldo Azevedo escreveu que 'milicianos petistas partem pra porrada' (confira aqui). Além disso, chamou o ex-presidente Lula de 'celerado' e afirmou que, para ele, "chegou a hora de rachar algumas cabeças".

Também hoje, o senador Ronaldo Caiado (DEM/GO), que se cala sobre as estripulias de Agripino Maia, denunciado por receber uma propina de R$ 1,1 milhão, classificou Lula como "bandido" e o acusou de incitar a violência. Confira abaixo:







Eis o que disse Lula.  "O mais importante legado que minha mãe deixou foi o direito de eu andar de cabeça erguida e ninguém vai fazer eu baixar a cabeça neste país. Honestidade não é mérito, é obrigação. Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também".

A manipulação escancarada promovida pelos meios de comunicação visa rachar o País, alimentar mais violência no próximo dia 15 de março e criar as condições para um neofasciscmo no País.

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Cntraponto 16.136 " Boechat: 'Aécio Neves (PSDB-MG) seria o principal nome na lista da Lava Jato' "

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25/02/2015


Boechat: "Aécio Neves (PSDB-MG) seria o principal nome na lista da Lava Jato"


I9 - 25/02/2015 17h48 - Atualizado em 25/02/2015 17h48


Na rádio e na TV BandNews, o jornalista Ricardo Boechat fez um comentário onde disse ter ouvido boatos (ressalvando que por enquanto ainda é boato), de que Aécio Neves (PSDB-MG) seria o principal nome que está na lista de políticos envolvidos com corrupção decorrente da Operação Lava Jato.

É esperado para até sexta-feira, o anúncio do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, dos pedidos de inquéritos para investigar deputados, senadores e governadores.

Operação Lava Jato chega em Aécio Neves

As investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, descobriram anotações em um escritório da empresa UTC Participações, em São Paulo, que faziam comentários sobre os rumos da CPI da Petrobras no Congresso Nacional. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo nesta terça-feira (9).

Segundo os papéis encontrados, o senador Aécio Neves (PSDB/MG) teria sido “pressionado pela CNO para não aprofundar”, assim como teria escalado dois colegas – Álvaro Dias (PR) e Mário Couto (PA) – para “fazer circo” na ocasião. A sigla pode ser uma referência à Construtora Norberto Odebrecht.

Ainda segundo as anotações levantadas pela PF, a CPI não parecia incomodar as empreiteiras. Parte do texto dizia que a Comissão “será agressiva, pois não querem apurar nada, só gerar noticiário”. Foram vários os indícios encontrados pela polícia de que as empreiteiras acompanhavam de perto as atividades dos parlamentares.

Essa não é a primeira evidência da tentativa do PSDB de calar a Comissão. Em depoimento em delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que o ex-presidente do partido, Sérgio Guerra, teria recebido R$ 10 milhões para abafar a CPI que apurava irregularidades nos contratos da estatal.

Das 9 investigadas, Aécio recebeu R$ 35 milhões de empresas da Lava Jato

O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG), arrecadou R$ 222,92 milhões em doações na última campanha eleitoral. Desse total, R$ 35,77 milhões, pouco mais de 16%, saíram de empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, no âmbito das denúncias de corrupção e pagamento de propinas que envolvem a Petrobrás.

Fonte: Viomundo
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Contraponto 16.135 - "Quebrar o Brasil, o projeto da direita para derrubar Dilma"

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25/02/2015

Quebrar o Brasil, o projeto da direita para derrubar Dilma


Tijolaço - 25 de fevereiro de 2015 | 18:03 Autor: Fernando Brito


quebrar


Fernando Brito 

Lamento informar ao Ministro Joaquim Levy: os problemas de nossa economia não estão vindo tanto da falta do “ajuste fiscal” – embora, sim, seja necessário cortar gastos nos momentos de dificuldade – mas no projeto da direita brasileira de quebrar a economia nacional como forma de criar, mais adiante, o clima político para o que deseja desde a noite em que foi proclamado o resultado das eleições e confirmada a vitória de Dilma Rousseff.

O que está acontecendo aqui é que, de um lado, recrudesceu a campanha política selvagem para demonstrar que a economia brasileira entrou em colapso e, de outro, o medo paralisante de nosso Governo de enfrentar esta ofensiva e estabelecer a controvérsia, a polêmica, ao discurso do “fim do Brasil”

Economizar R$ 1 bilhão em despesas é dificílimo; já perder R$ 1 bilhão em receitas é algo que se faz “num cuspe” com a perda de confiança na economia.

E vamos mal assim?

Um dado apenas mostra que não: as viagens de avião – especialmente as de férias – cresceram 12,5% nos destinos domésticos no primeiro mês do ano: 9,7 milhões de passageiros este ano, mais de um milhão a mais que em 2014. Nas viagens mais caras, as internacionais, mesmo com a alta do dólar, a demanda medida em passageiros por quilômetro voado cresceu absurdos 32,9% sobre janeiro de 2014.

Mas isso é meia-verdade, porque vamos derrubar ainda mais (porque já caíram ano passado) os investimentos públicos por conta do caso Petrobras e das suas “desejadas” extensões para outras áreas daquilo que só funciona com dinheiro estatal (eletricidade, transportes urbanos, portuários, ferroviários, rodovias, habitação, etc).

E com eles, toda a cadeia produtiva da construção, especialmente a pesada, que avançou mais, muito mais, do que o PIB durante a última década e que representa quase um décimo de toda a produção de riqueza no Brasil.

Com o ajuste fiscal, em princípio, corta-se aqui e gasta-se no custo financeiro da dívida pública, ampliado pelas altas exigidas pela taxa de juros dos títulos.

O Governo brasileiro parece acreditar que a tempestade será como as chuvas são hoje no Brasil: podem até ser fortes, mas não duram muito tempo.

Pode ser, porque a economia mundial não recomenda adivinhações.

Mas a postura passiva, desconhecendo a imensa capacidade de o Estado brasileiro ditar o ritmo da atividade econômica aqui deixa o país ao sabor das “ondas” que se constroem  na política e na mídia.

Que amedrontam, retraem, paralisam.

E erodem o poder de um governo eleito de sustentar-se ante o tsunami midiático-judicial que se desfechou contra ele.

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Contraponto 16.134 - "Wagner Iglecias: Petrobras é pretexto para privatização e impeachment de Dilma"

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25/02/2015


Wagner Iglecias: Petrobras é pretexto para privatização e impeachment de Dilma


Viomundo - publicado em 25 de fevereiro de 2015 às 13:06

Brazil-x-BRASIL_01a(2)
Petrobras é pretexto

Wagner Iglecias, especial do Viomundo

Vamos combinar: há muita gente indignada com as denúncias de corrupção na Petrobras. Mas talvez haja muito mais gente que não esteja nem aí pra isso. E apenas vê nesse caso, como viu no mensalão, a chance do sonho tão desejado: botar o PT pra correr. Porque se corrupção fosse realmente motivo de indignação de boa parte dos brasileiros, ela não seria seletiva. Como é, na maioria dos casos. A rejeição de alguns setores ao petismo se dá não pelo que ele tem de ruim, ou seja, ter chegado ao poder e convivido (gostosamente?) com os esquemas do arco-da-velha na relação entre público e privado deste país.

A rejeição, ou melhor, o ódio que muitos têm pelo petismo se dá pelo que ele tem de bom: ter sido o melhor administrador que o capitalismo brasileiro já teve. Ou não foi sob os governos do partido que algumas dezenas de milhões de pessoas sairam da miséria e entraram no mercado de consumo, dinamizando nossa economia como há décadas não se via? E tudo em meio a um clima de estabilidade política e lucros estratosféricos de bancos e grandes empresas. Lucros, aliás, gerados por um mercado aquecido e crescente ou por uma selic nas alturas, tanto faz.

Mas é ai que reside uma das raízes do problema: país de herança escravista, o Brasil não está de fato preparado para um capitalismo de massas.

Exemplo: turista brasileiro vai aos EUA e volta maravilhado com a pujança da economia norte-americana, com o tamanho da classe média gringa. Mas aqui quer continuar pagando salário de fome para a empregada. Quem não conhece alguém assim? Um vizinho, um parente, um colega do trabalho, o que seja. Exemplos não faltam.

Fato é que boa parte da nossa classe média, por exemplo, não está p da vida com o PT só por causa do noticiário ou do preço da gasolina. Está p da vida porque a empregada não aceita mais ganhar uma merreca e ainda por cima de uns tempos pra cá anda dizendo que quer fazer faculdade. E porque o pedreiro já não quer mais ser pedreiro. E assim por diante. Parece que livre iniciativa, mobilidade social, meritocracia etc. são bacanas só em teoria. Parece coisa pra gringo, não pra nós. A impressão é que por aqui há muita gente saudosa do bom e velho “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ou então do tão nosso “você sabe com quem tá falando?”.

Mas por outro lado, para tristeza do petismo, a empregada querer fazer faculdade ou o pedreiro já não querer arrebentar a mão no serviço bruto em troca de uns caraminguás não tem nada de revolucionário. Certa vez, ainda moleque, li uma entrevista em que Lula dizia que o brasileiro é um sujeito tranquilo, que no fim das contas que mesmo é poder tomar sua cervejinha e fazer seu churrasquinho no fim de semana. E é isso mesmo. E o brasileiro pobre, que melhorou de vida nos últimos anos, é brasileiro também.

Padece das mesmas mazelas de uma sociedade conservadora como a nossa, com um nível deficiente de educação formal e ainda pior de educação política. E a lástima é que o lulismo não politizou ninguém. Mandar essa turma pro shopping center ou dar condições para que de uns tempos pra cá todo fim de semana dê pra assar uma carne, tomar uma gelada e ouvir um pagode ou um sertanejo foi muito importante. Uma revolução. Mas foi pouco. Agora que a economia engessou e o governo não tem mais condição de manter o ganha-ganha do bem bolado criado por Lula, o bicho tá pegando. E o pobre, que já não compra tanto quanto comprava até um tempo atrás, tá começando a botar a culpa em quem? Na “roubalheira do PT”, lógico. Eureka!

E tem detalhes velhos e novos no jogo que está sendo jogado: o velho, chato até de tão repetitivo, é a pancadaria dia sim outro também da grande imprensa no petismo, enquanto a corrupção alheia permanece pouco noticiada. Mas até ai, tá mais fácil ver as torcidas de Flamengo e do Vasco de mãos dadas no Maracanã do que o telejornal A ou a revista B se comportarem de maneira diferente do que têm feito há anos em relação ao petismo.

Trata-se quase de um dado da natureza já. Sem qualquer estratégia de comunicação, o governo e seus simpatizantes vão se escorando nas redes sociais, onde a guerra de guerrilha tenta desmontar as versões oficiais que os inimigos do petismo propagam através de seus canhões. E aqui, nas redes, apesar de tudo, o jogo é relativamente equilibrado.

Mas a direita, que está hoje a anos-luz do despreparo da eleição de 2006, quando caiu na armadilha retórica da privatização, saltou na frente e hoje dá de 7 a 1 fácil no governo e no petismo quando se trata de usar os zapzaps da vida, como bem notou Luiz Carlos Azenha aqui no Viomundo. É por ali que a mensagem do seu candidato viralizou aos milhões na véspera do 1º turno e é por ali que se propagam agora convocatórias para o ato pelo impeachment de Dilma marcado para 15 de março.

Aos milhões também. E, pior para o petismo, chegando inclusive nos celulares da moça e do rapaz aí de cima: a empregada que quer fazer faculdade e o pedreiro que não quer mais ganhar uma merreca. O impeachment está à mão e o que não falta, de cima a baixo na sociedade, é gente para querer botar as coisas de volta naquilo que julga ser o seu devido lugar: o PT fora do comando e as coisas como elas sempre foram. Petrobrás é pretexto.



Wagner Iglecias é doutor em Sociologia e professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.
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Contraponto 16.133 - " 'Os alemães sabiam,' ensinou Hannah Arendt"


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25/02/2015

 “Os alemães sabiam,” ensinou Hannah Arendt


Blog  Paulo Moreira Leite - 25 de fevereiro de 2015



por Paulo Moreira Leite


Agressão a Mantega no Albert Einstein recorda lição da grande pensadora: "apesar de seu caráter criminoso, regime totalitário contava com apoio das massas."

A agressão sofrida por Guido Mantega no hospital Albert Einstein está destinada a se tornar um marco na conjuntura brasileira, em particular na cidade de São Paulo.

Mantega não estava no Einstein a passeio, nem de visita. Acompanhava sua mulher, a psicóloga Eliane Berger, que fora ao hospital para lutar pelo mais humano dos direitos: o direito à vida. Vítima de um câncer, há anos ela frequenta o Einstein para controlar a doença.

Os gritos de “Vai para o SUS”, “Safado” e outras manifestações escabrosas expressam uma violência mórbida.

Lembram uma observação de Franz Borkenau (1900-1957), um militante socialista que deixou a Alemanha em 1933, para se dedicar à luta contra as idéias de Adolf Hitler nas décadas seguintes.

Borkenau combateu o fascismo na guerra civil espanhola e também colaborou com a resistência francesa. Produziu uma obra de testemunho, que se tornou uma das fontes primárias da filósofa Hannah Arendt para escrever os textos reunidos em Origens do Totalitarismo. Foi Borkenau quem observou que “o mal, em nosso tempo, exerce uma atração mórbida.” Ele estava se referindo especificamente ao nazismo de Hitler, mas suas observações têm um valor muito mais amplo.

Como diz Hannah Arendt:”É muito perturbador o fato de o regime totalitário, malgrado seu caráter evidentemente criminoso, contar com o apoio das massas. Embora muitos especialistas neguem-se a aceitar essa situação, preferindo ver nela o resultado da força da máquina de propaganda e da lavagem cerebral, a publicação dos relatórios, originalmente sigilosos, das pesquisas de opinião pública alemã dos anos 1939-44, realizadas pelos serviços secretos da SS, demonstra que a população alemã estava notavelmente bem informada sobre o que acontecia com os judeus, sem que isso reduzisse o apoio dado ao regime.”

Este é o ponto grave da cena no Albert Einstein. O grito “vai para o SUS” reflete o vigor dos preconceitos de classe em nossa sociedade, que persistem e possivelmente se aprofundaram em função do progresso realizado pelos brasileiros das camadas mais pobres, nos últimos anos.

Nascido numa família que habita as camadas mais altas de renda, aquelas que frequentam instituições privadas de saúde de padrão internacional, o ex-ministro é condenado por sua opção política pelos que tiveram menores oportunidades — aquelas famílias que, com muita dificuldade, enfrentando carências muito conhecidas, conseguem tratar-se na rede pública, alvo de uma partilha injusta de recursos e subsídios que ajuda a entender a penúria de um setor e a prosperidade de outro.


A importância da agressão a Mantega não precisa ser exagerada para que se faça uma reflexão adequada sobre o que aconteceu.

Não há uma crise na democracia brasileira. Luiz Inácio Lula da Silva continua, de longe, o mais popular presidente de nossa história — exatamente porque é o avalista das grandes mudanças ocorridas nos últimos anos, das quais Guido Mantega foi um dos protagonistas principais.

Mas o ataque no Einstein foi um ato de rebaixamento moral — e a experiência ensina que ninguém tem o direito de fingir que nada aconteceu.

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PITACO DO ContrapontoPIG

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A maldade humana não tem limites
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Editor do Blog

Célvio Brasil Girão

Cearense, engenheiro agrônomo, servidor público federal aposentado, casado, quatro filhos e onze netos.
Um brasileiro comum, profundamente indignado com a manipulação vergonhosa e canalha feita pela mídia golpista e pela direita brasileira,
representantes que são de uma elite egoísta, escravista, entreguista, preconceituosa e perversa.
Um brasileiro que sonha um Brasil para todos e não apenas para alguns, como tem sido desde o seu descobrimento até os nossos dias.

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O QUE É PIG ?


"Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se
transformaram num partido político – o PIG, Partido da Imprensa Golpista.
" (Paulo Henrique Amorim.)

Dentre os componentes do PIG, os principais e mais perigosos veículos de comunicação são: a Rede Globo, O Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo e a revista Veja.

O PIG - um instrumento de dominação usado pela plutocracia - atua visando formar uma legião de milhões de alienados políticos manipuláveis, conforme os seus interesses.

Estes parvos políticos - na maioria das vezes, pobres de direta - são denominados na blogosfera progressista como 'midiotas'.







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Um dia na vida do Perfeito Idiota Brasileiro (Click aqui)

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    • ►  agosto ( 136 )
    • ►  julho ( 45 )

OS DONOS DA MÍDIA


O estudo Os Donos da Mídia, do Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom), mostra que de 1990 a 2002 o número de grupos que controlam a mídia no Brasil reduziu-se de nove para seis. A eles estão ligados 668 veículos em todo o país: 309 canais de televisão, 308 canais de rádio e 50 jornais diários.

http://www.cartacapital.com.br/sociedade/em-encontro-da-une-profissionais-defendem-democratizacao-da-midia/


MENSALÕES

MENSALÕES

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OS "MENSALÕES" NÃO JULGADOS

PGR e o STF – terão que se debruçar sobre outros casos e julgá-los de acordo com os mesmos critérios, para comprovar isonomia e para explicitar para os operadores de direito que a jurisprudência, de fato, mudou e não é seletiva.

É bonito ouvir um Ministro do STF afirmar que a condenação do “mensalão” (do PT) mostra que não apenas pés-de-chinelo que são condenados. Mas e os demais?

Alguns desses episódios:

1 - O mensalão tucano, de Minas Gerais, berço da tecnologia apropriada, mais tarde, pelo PT.

2 - A compra de votos para a reeleição de FHC. Na época houve pagamento através da aprovação, pelo Executivo, de emendas parlamentares em favor dos governadores, para que acertassem as contas com seus parlamentares.

3 - Troca de favores entre beneficiários da privatização e membros do governo diretamente envolvidos com elas. O caso mais explícito é o do ex-Ministro do Planejamento José Serra com o banqueiro Daniel Dantas. Dantas foi beneficiado por Ricardo Sérgio – notoriamente ligado a Serra.

4 - O próprio episódio Satiagraha, que Dantas conseguiu trancar no STJ (Superior Tribunal de Justiça), por meio de sentenças que conflitam com a nova compreensão do STF sobre matéria penal.

5 - O envolvimento do Opportunity com o esquema de financiamento do “mensalão”. Ao desmembrar do processo principal e remetê-lo para a primeira instância, a PGR praticamente livrou o banqueiro das mesmas penas aplicadas aos demais réus.

6 - Os dados levantados pela CPI do Banestado, de autorização indevida para bancos da fronteira operarem com contas de não-residentes. Os levantamento atingem muitos políticos
proeminentes.

........................................................... Luis Nassif


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......POSTAGENS FIXAS DO CONTRAPONTOPIG:

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A PRIVATARIA TUCANA




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45 RAZÕES PARA NÃO VOTAR EM SERRA


http://45escandalosdejoseserra.blogspot.com.br/

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SERRA E A VALE DO RIO DOCE

http://www.youtube.com/watch?v=35K5Mp4Qzos

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AS 10 ESTRATÉGIAS DA MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA


Noan Chomsky

http://asintoniafina.blogspot.com.br/2012/07/as-10-estrategias-de-manipulacao.html

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COMPARAÇÃO ENTRE OS GOVERNOS FHA x LULA

A TABELINHA

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/04/09/lula-x-fhc-a-tabelinha-por-que-a-dilma-se-reelegera/


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OS CRIMES DE FHC QUE O PIG ABAFOU


http://contrapontopig.blogspot.com.br/2012/08/contraponto-8900-miro-os-crimes-de-fhc.htmlhttp://contrapontopig.blogspot.com.br/2012/08/contraponto-8900-miro-os-crimes-de-fhc.html_

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