Mostrando postagens com marcador Minha Casa Minha Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Minha Casa Minha Vida. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Contraponto 6039 - "O programa Minha Casa, Minha Vida veio para ficar"

.
19/08/2011

"O programa Minha Casa, Minha Vida veio para ficar"

Do Blog do Planalto - Sexta-feira, 19 de agosto de 2011 às 13:30 (Última atualização: 19/08/2011 às 15:42:49)

Presidenta Dilma Rousseff posa para foto com o senhor Anderson Aparecido de Souza e família, beneficiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida, na entrega de novas moradias. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O programa Minha Casa, Minha Vida, que em sua segunda edição tem a meta de construir 2 milhões de unidades habitacionais, é a mostra de que o Brasil não está em crise e que pretende se blindar de possíveis efeitos do desequilíbrio econômico mundial investindo em moradia, geração de emprego, fortalecimento da indústria e inclusão social. Essa foi a tônica do discurso da presidenta Dilma Rousseff que, nesta sexta-feira (19/8), entregou cerca de 2 mil residências em São José do Rio Preto (SP).

A presidenta fez alusão ao círculo virtuoso desencadeado pelo programa, que movimenta setores como o da construção civil e comércio, e resulta, ainda, na construção de creches, escolas e unidades de saúde nas áreas onde as residências são entregues. Dilma Rousseff frisou também que garantir habitação digna é prover ao país segurança e estabilidade social.

“Enquanto houver uma família brasileira sem teto, nós, como nação, não teremos segurança. Nós temos que garantir que as famílias desse país possam olhar para o futuro com esperança e saber que o caminho da construção de um país passa pela capacidade que a gente tem de dar para esses pequenininhos brasileiros, esses brasileirinhos e essas brasileirinhas, a oportunidade que muitas vezes seus pais e suas mães não tiveram, mas que eles têm que ter.”

A presidenta lembrou, ainda, da assinatura, ontem (18/8), de termo de compromisso entre o governo federal e os governos estaduais da região Sudeste para ações locais do Plano Brasil sem Miséria, momento em que cumprimentou o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, pela parceria no complemento ao programa Bolsa Família. Ela reafirmou seu compromisso republicano e disse que é responsabilidade dos governos colocar as necessidades da população acima de diferenças partidárias. “Na hora da eleição a gente disputa, mas na hora de governar, temos que governar olhando o interesse do povo”, disse.

Entrevista coletiva - Após a solenidade, a presidenta Dilma Rousseff conversou rapidamente com a imprensa. Ela foi questionada sobre a liberação de recursos para construção da BR – 153, e informou que para liberar os R$ 180 milhões previstos é necessário que se conclua o projeto executivo. “Mas nós iremos fazer a BR 153, eu asseguro a vocês”, afirmou.

Os jornalistas pediram, ainda, que ela comentasse algumas declarações do novo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, ao que ela respondeu: “Eu não sei o que o ministro da Agricultura disse e eu não me posiciono sobre o que os outros dizem”.

Ouça abaixo as íntegras do discurso e do quebra-queixo concedido pela presidenta Dilma Rousseff.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Contraponto 5606 - "Caixa deve iniciar segunda fase do Minha Casa, Minha Vida na próxima semana"

.
24/06/2011


Caixa deve iniciar segunda fase do Minha Casa, Minha Vida
na próxima semana

Da Agência Brasil - 23 de junho de 2011 às 18:06h

por Kelly Oliveira*

Brasília – A portaria com a regulamentação técnica da segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida deve ser definida pelo governo até a próxima segunda-feira 27, segundo o diretor de Habitação e Infraestrutura da Caixa, Teotônio Rezende. Com a publicação da portaria, a Caixa já poderá começar a trabalhar nessa etapa do programa, lançada no último dia 16 pelo governo.

Em entrevista à Agência Brasil, o diretor informou que a regulamentação foi discutida internamente pela Caixa e seguiu para análise dos ministérios das Cidades e do Planejamento. A segunda fase do programa prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais, número que ainda pode ser ampliado em 600 mil a depender do andamento do programa. Serão investidos R$ 125,7 bilhões.

De acordo com Rezende, a portaria irá formalizar questões técnicas do programa, como a definição de valores máximos dos imóveis para cada cidade.

De acordo com Rezende, o volume de novas contratações de crédito habitacional da Caixa, até o dia 17 de junho, chegou a R$ 30,8 bilhões, um crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2010 (R$ 29,6 bilhões). “Quando se compara com o ano passado, estamos quase no mesmo nível. Mas isso acontece porque no início do ano passado, operamos com quase todas as linhas, inclusive com a faixa um [até três salários mínimos] do Minha Casa, Minha Vida”, afirmou.

A Caixa está aguardando a regulamentação da segunda fase do programa, para iniciar a operação com a primeira faixa de renda (até R$ 1,6 mil por mês na área urbana) neste ano. Segundo Rezende, na comparação com 2010 (excluídos os resultados referentes à primeira faixa de renda), o crescimento do crédito imobiliário da Caixa este ano é 17%. A expectativa da Caixa é fechar este ano com R$ 81 bilhões de novas contratações de crédito habitacional.

*Publicado originalmente em Agência Brasil.

.

sábado, 4 de junho de 2011

Contraponto 5488 - "Dilma garante lançamento da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida ainda este mês"

.
04/06/2011

Dilma garante lançamento da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida ainda este mês


Da Agência Brasil - 03/06/2011 - 15h09


Angra dos Reis (RJ) - A presidenta Dilma Rousseff informou hoje (3) que a segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida será lançada no meio de junho. Segundo ela, o Minha Casa, Minha Vida 2 financiará a construção de 2 milhões de moradias em todo o país. A informação foi dada durante inauguração de uma plataforma da Petrobras, em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense.

“Na metade deste mês, vamos lançar o Programa Minha Casa, Minha Vida 2, construindo mais 2 milhões de moradias para a população brasileira”, disse Dilma. O prazo para que a presidenta sancione a Medida Provisória 514, que promoveu alterações no Minha Casa, Minha Vida termina no dia 17 deste mês.

Durante seu discurso, Dilma também mencionou o lançamento, ontem (2), do Plano Brasil sem Miséria, que pretende retirar 16 milhões de brasileiros da situação de extrema pobreza. “O que esse programa quer é fazer com que o Brasil use toda sua riqueza, trazendo para a civilização, para uma vida melhor, mais 16 milhões de brasileiros. Com isso, todos nós ganhamos”, disse.

Segundo Dilma, seu governo não ficará esperando que os mais pobres procurem por ajuda. Ao contrário, irá até eles para oferecê-los direitos básicos. “Em vez do Estado ficar esperando de braço cruzado que o pobre ache uma porta de entrada e uma conversa com o Estado, nós é que vamos correr atrás do pobre, para que ele tenha seus direitos reconhecidos. O Brasil mudou e vai continuar mudando. Vamos continuar gerando muitos empregos e fazendo os programas que levaram esse país a um nível de desenvolvimento que é um exemplo para o mundo”, afirmou a presidenta.

De acordo com ela, o Brasil só teve o crescimento econômico dos últimos anos porque o governo Luiz Inácio Lula da Silva tirou 28 milhões de brasileiros da condição de “miséria” e transformou-os em cidadãos e consumidores.

Edição: Lana Cristina
.

sábado, 23 de abril de 2011

Contraponto 5235 - "Será que essa classe média quer o PSDB?: Minha Casa, Minha Vida contempla até cobertura"


23/04/2011


Será que essa classe média quer o PSDB?: Minha Casa, Minha Vida contempla até cobertura



Do Amigos do Presidente Lula - por Helena™ - sábado, 23 de abril de 2011

De olho na nova classe média, principal responsável por impulsionar a atual demanda por imóveis residenciais no país, construtoras estão agregando diferenciais antes inexistentes nos empreendimentos populares.Alguns "luxos" antes encontrados apenas em condomínios voltados para as classes A e B começam a fazer parte dos projetos que se enquadram no programa Minha Casa, Minha Vida.

De piscina, campo de futebol e quadras esportivas, nos projetos mais simples, até salas para "garage band", "home cinema" e academia, naqueles mais sofisticados.A cereja do bolo, porém, é o apartamento dúplex, que já ganha espaço nos empreendimentos populares.

"É um público que também está mais exigente, quer qualidade de vida e viver com segurança", afirmou Rodrigo Saccarelli, diretor da Vitta Residencial.Em Ribeirão Preto (313 km de SP), a incorporadora de Saccarelli lançou em março seu primeiro projeto com coberturas enquadrado no Minha Casa, Minha Vida . Os 36 dúplex, de 91 m2 cada um, foram vendidos por R$ 125 mil em 45 dias.

O professor de educação física José Roberto Facchini, 32, foi um dos compradores. "Para se enquadrar no Minha Casa, Minha Vida, o imóvel às vezes é muito pequeno. A cobertura tem um espaço bem melhor", disse.Com renda mensal de R$ 2.000, ele conseguiu entrar no programa federal de habitação e ser beneficiado por juros mais baixos.

Quando não são as coberturas, os opcionais estão presentes nos projetos voltados para a classe média. A construtora MRV disse que tem procurado incrementar seus projetos com espaços diferenciados, segundo a região.Em áreas de clima quente, como regiões litorâneas e no Nordeste, as piscinas viraram acessórios obrigatórios.Já em São Paulo e Belo Horizonte, projetos contam com salas de música, academia e espaço gourmet.

"As pessoas querem evitar o deslocamento dentro dos centros de maior trânsito", disse a gestora de projetos da MRV, Juliana Furiati Lopes Siqueira, sobre as "exigências" da classe média.

Casados há dois anos, Miriam Silva Gonçalves, 24, e Eliezer Gonçalves, 27, estavam na piscina do condomínio Regalle, da MRV, em Ribeirão, na terça passada.Eles trocaram o aluguel pelo apartamento próprio em janeiro. Na compra, foram beneficiados pelo programa de habitação federal -subsídio de R$ 17 mil- e disseram que a existência dos espaços de lazer pesou na escolha.

A MRV fechou 2010 com 277 canteiros de obras em 90 cidades do país. No primeiro trimestre de 2011, 85% das vendas foram elegíveis ao Minha Casa, Minha Vida.

TETO
Um facilitador para que projetos mais sofisticados pudessem ser incluídos no programa de habitação popular foi a elevação do teto de enquadramento, ocorrida em fevereiro deste ano.

O teto para imóveis nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil.Em cidades com mais de 1 milhão de habitantes, o valor passou de R$ 130 mil para R$ 150 mil. Nos municípios que têm entre 250 mil e 1 milhão de habitantes, foi de R$ 100 mil a R$ 130 mil.Já naqueles com entre 50 mil e 250 mil moradores, foi de R$ 80 mil para R$ 100 mil.Na Folha

.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Contraponto 3247 - Lula quis fazer e a Dilma fez

.
09/09/2010
Lula foi quem construiu o
Minha Casa Minha Vida

Conversa Afiada
09/09/2010

Lula quis fazer e a Dilma fez


A Caixa deve financiar este ano R$ 70 bilhões para a compra da casa propria.

É um record – clique aqui para ler e dar bye-bye Serra forever.

Desses 70 bilhões, a metade (R$ 35 bi e 800 milhões) é do programa Minha Casa Minha Vida.

O MCMV financia desde um salário mínimo de renda mensal (R$ 415) a dez salários mínimos de renda mensal.

Para quem ganha um salário mínimo por mes, a prestação é de R$ 50 mensais, com prazo de financiamento de 10 anos.

R$ 50 por mes, por dez anos.

Que horror !

Segundo Maria Fernanda Coelho, presidente da Caixa, 94% das obras financiadas pelo MCMV já estão em construção.

Por causa disso, segundo os últimos dados do Banco Central, o volume de crédito ao financiamento de imóveis passou, pela primeira vez, o volume para financiar a compra de carros.

Eu conversei esta tarde com Maria Fernanda Coelho sobre o Minha Casa.

Perguntei quem teve a idéia.

A seguir reproduzo – não literalmente – o que ela me contou.

Em plena crise da quebra dos bancos em Nova York – setembro de 2008 -, o Presidente Lula reuniu a Dilma, Paulo Bernardo (Planejamento), Mantega, Henrique Meirelles (Banco Central) e os presidentes de bancos estatais: Caixa, BB, BNDES, Banco do Nordeste e da Amazonia.

E disse: quero crédito, crédito, crédito !

Se não tiver crédido não tem emprego.

Naquela altura, os bancos privados se sentaram na poça – não emprestavam à produção e se alimentavam dos juros pagos pelos titulos do Tesouro – sob os olhares compacentes do presidente do BankBoston, o próprio Meirelles – PHA.

Na pratica, como tem dito este ordinário blog, Lula assumiu a presidência do Banco Central, que, naquele momento, era um ente inanimado – PHA.

Na reunião seguinte, uma semana depois, para cobrar providências, Lula disse a Maria Fernanda: que tal construir 200 mil novas habitações ?

Maria Fernanda tomou um susto.

200 mil habitações era mais ou menos tudo o que a Caixa ia financiar em 2008.

Ficou de pensar, assustada.

Na reunião seguinte, uma semana depois, Lula cobrou: quero 500 mil moradias.

Não, 500 mil ? Isso é impossivel.

Maria Fernando foi trabalhar.

Na semana seguinte, Lula a recebeu com a decisão: terá que ser um programa de um milhão de moradias.

Menos de um milhão não é programa, disse Lula.

Não havia alternativa.

Lula sabia que a construção civil dá emprego.

Era a chave da estratégia.

A partir daí, conta Maria Fernanda, a bola ficou com a Dilma.

Dilma saiu para coordernar os ministerios, os bancos estatais e os governos estaduais.

E fazer o jogo começar o mais rápido possivel.

Esta primeira fase do MCMV vai produzir um milhão de moradias.

O MCMV 2 planeja construir 2 milhões.

E a Dilma já disse, na campanha eleitoral, que pretende financiar a casa e a compra dos eletro-domésticos principais: geladeira, fogão, por exemplo.

O amigo navegante já percebeu: o jenio vai ganhar essa eleição com o sigilo da filha que, em 2009, ele já sabia que tinha sido violado – e não fez nada, como governador do Estado em que se deu o crime.

Bye-bye Serra forever.

Paulo Henrique Amorim
.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Contraponto 2859 - "Minha Casa, Minha Vida pode superar meta já"

.
26/07/2010
Minha Casa, Minha Vida pode superar meta já

Blog do Zé Dirceu - Publicado em 26-Jul-2010

Tudo indica que a meta de 1 milhão de casas...

ImageTudo indica que a meta de 1 milhão de casas e apartamentos da primeira fase do Minha Casa Minha Vida será antecipada e concluída bem antes da data prevista. Depois de lançado, o programa foi redimensionado e numa segunda fase poderá dentro de mais alguns anos construir outro milhão de moradias populares.

Levantamento publicado hoje pelo jornal Valor Econômico mostra que oito Estados (GO, RS, MT, BA, AC, MA, PI e RN) já superaram as metas de contratação de construção de moradias do programa para as famílias com renda de até 3 salários mínimos. Outros cinco Estados (MS, PR, MG, RR e SC) vão no mesmo caminho e estão próximos de alcançá-las. Nessa faixa de renda mais baixa é onde o programa registra melhor desempenho.

Saia justa para as redações

As editorias de economia, ao mesmo tempo em que, pela rotina do dia-a-dia, não têm como se sujeitar à opção eleitoral dos veículos de comunicação na disputa presidencial, são obrigadas pelo próprio mercado a noticiar os fatos. Daí as notícias que se lê nos últimos tempos sobre um novo “boom” imobiliário, sem registrar que ele, em grande parte, decorre do deslanche proporcionado pelo Minha Casa Minha Vida.

Sem conseguir fugir do significado político desse "boom", noticiam a necessidade urgente de expansão de recursos para financiamento de habitação popular, setor alavancado pelo programa, mas sem mencioná-lo.

A Caixa Econômica Federal (CEF) por exemplo, quebrou sucessivos recordes em sua carteira habitacional - 95% de crescimento no 1º semestre de 2010 em relação a igual período de 2009. Isso a levou a admitir a exaustão de suas fontes de financiamento via FGTS e poupança e a informar que busca alternativas. Obrigada em um ou outro caso, a mídia deixa passar e registra, vez ou outra, que a meta de 1 milhão de contratos do Minha Casa Minha vida será superada até o final deste ano.
.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Contraponto 2750 - "Se preparem porque vamos ter mais casas e mais inclusão bancária"

.
15/07/2010


Se preparem porque vamos ter mais casas e mais inclusão bancária


Blog do Planalto - Quarta-feira, 14 de julho de 2010 às 19:44

Um presidente otimista, transmitindo entusiasmo, defendendo a inclusão de cidadãos aos sistemas habitacional e financeiro. Foi assim que o presidente Lula se posicionou em discurso para uma plateia de funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF), nesta quarta-feira (14/7), num centro empresarial de Brasília. No encontro, que teve por finalidade discutir o plano da Caixa para os próximos anos, Lula alertou os executivos do banco público para que se preparem para se debruçarem na análise de pedidos de financiamentos de imóveis.

Ele lamentou o fato de o país ter ficado durante mais de duas décadas sem investimentos públicos. Segundo ele, pelo menos duas gerações se perderam e alguns profissionais – em especial engenheiros – optaram por outras atividades por ausência de emprego. O presidente explicou que a situação no país mudou e nos dias atuais a população tem mais perspectivas de vida. E essa mudança decorrer daquilo que o governo vem promovendo, como por exemplo, o programa Minha Casa, Minha Vida
, que na primeira edição deve concluir com um milhão de moradias contratadas e, na segunda etapa, mais dois milhões de habitações devem passar pela aprovação da Caixa.

“Não há mais perspectivas de retrocesso porque o povo aprendeu a ter autoestima”, disse o presidente.

O presidente elogiou a virada que a Caixa deu nos últimos anos. Segundo o balanço apresentado pela presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho, por exemplo, a CEF tinha, em 2003, 1,1 milhão de correntistas no programa Conta Fácil e, no primeiro semestre de 2010, já chegou a 10,1 milhões de contas. De acordo com o balanço da Caixa, em junho de 2010 o pagamento de benefícios bancários atenderam a 12,5 milhões de famílias.

“Os números colocados ali mostram não apenas que temos uma outra Caixa, mas um outro país”, afirmou o presidente.

Artigos relacionados


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Contraponto 2068 - "Minha Casa, Minha Vida terá versão venezuelana"

.
29/04/2010


"Minha Casa, Minha Vida terá versão venezuelana"





Blog do Planalto - Quarta-feira, 28 de abril de 2010 às 19:21

A Caixa Econômica Federal (CEF), principal alavanca do programa Minha Casa, Minha Vida no Brasil, vai levar o projeto para os bairros de Caracas, capital da Venezuela, e de lá ampliá-lo para outras cidades do país vizinho. O assunto foi tratado nesta quarta-feira (28/4) na reunião ampliada realizada no Palácio Itamaraty entre Brasil e Venezuela, com a participação dos respectivos presidentes -- Lula e Hugo Chávez. O presidente brasileiro aproveitou o encontro para explicar detalhes do programa habitacional brasileiro e apresentar um balanço das unidades habitacionais já contratadas na Caixa.

Após a reunião, a presidente da CEF, Maria Fernanda Ramos Coelho, conversou com o Blog do Planalto e explicou a “exportação” do Minha Casa, Minha Vida para a Venezuela.

Outro projeto a ser implantado naquele país é a automação bancária. A Caixa utilizará a experiência brasileira de atendimento ao cidadão em casas lotéricas. Deste modo, amplia-se a universalização da rede do sistema financeiro, por exemplo, sem a necessidade de abrir novas agências bancárias. Maria Fernanda explica que esse movimento na Venezuela faz parte do seu projeto de internacionalização da instituição.

Artigos relacionados

sábado, 19 de dezembro de 2009

Contraponto 1013 - "Programa Minha Casa, Minha Vida já fechou 220 mil contratos para construção de moradias"


18/12/2009
Programa Minha Casa, Minha Vida já fechou
220 mil contratos para construção de moradias


Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Cerca de 220 mil contratos já foram assinados no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, para a aquisição da casa própria por famílias com renda de até dez salários mínimos, disse hoje (18) o ministro das Cidades, Márcio Fortes.

Segundo o ministro, a maior parte dos contratos, 132 mil moradias, beneficia as famílias com renda de até três salários mínimos.

“É uma grande surpresa para muitos. Todo mundo achava que as empresas [de construção] só iam querer construir para famílias com renda entre seis e dez salários mínimos”, disse. Na faixa de três a seis salários mínimos, foram assinados 71 mil contratos. Entre seis e dez salários mínimos, apenas 17 mil.

O ministro também voltou a afirmar que, para solucionar o problema de saneamento básico no Brasil, são necessários investimentos de R$ 268 bilhões. Com os R$ 38 bilhões que já estão sendo investidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ainda faltam R$ 230 bilhões.

Para Fortes, se for feito um investimento de R$ 10 bilhões por ano, será possível universalizar o saneamento básico no Brasil no prazo de dez anos.
.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Contraponto 121 - Empregos de volta

.
Governo e "mão" do Estado trazem emprego de volta

por Ze Dirceu 19/08/2009 11:27

Os 138,4 mil empregos gerados apenas no último julho - o melhor mês deste ano em termos de criação de postos de trabalho com carteira assinada - tem na construção civil a área com maior número de contratações - sozinho o setor imobiliário admitiu 32,1 mil trabalhadores.

O setor industrial também fez a sua parte, mas com menor peso, até porque foi o último a registrar a retomada do crescimento iniciada no país desde abril pp.

Com esses números, agora o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, estima a criação de um milhão de vagas este ano; enquanto o da Fazenda, Guido Mantega, com mais cautela e raciocínio em cima da economia, calcula entre meio milhão a 700 mil contratações de registrados no nosso mercado de empregos.

Projeções e cálculos dos ministros à parte, queira ou não a nossa grande e conservadora mídia, a mão invisível do Estado foi a grande responsável por essa recuperação da economia e retomada do crescimento. Foram as desonerações e o aumento do crédito - principalmente por parte dos bancos públicos - que trouxeram de volta o desenvolvimento.

A liderança do emprego na construção civil é outro atestado do que afirmo, uma vez que o Minha Casa, Minha Vida - programa pelo qual o governo pretende construir um milhão de moradias - passa a ter forte presença na área, atestada inclusive pelo crescimento recorde no volume de financiamento habitacional.
.

domingo, 9 de agosto de 2009

Contraponto 74 - O Estadão teve que engolir e publicar

.
Mercado imobiliário tem boom com “nova classe média” de Lula


Paulo Henrique Amorim 9/agosto/2009 12:40

A nova classe média morre de saudades do Fernando Henrique ...

Saiu no Estadão, primeira pág. de Economia:

“Prestação ‘cabe no bolso’ faz mercado imobiliário reagir à crise – demanda da população de baixa renda leva ao crescimento das vendas, que pode chegar a 100% no segundo semestre… (no programa ‘Mina Casa, Minha Vida’, da Caixa,) os subsídios garantem queda de quase 30% na prestação. Cerca de 90% são imóveis com preço inferior a R$ 130 mil… O aquecimento das vendas de imóveis para a baixa renda – estimulado pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’ -, provocou uma reviravolta nos negócios das grandes incorporadoras …”

NAVALHA AFIADA

Trata-se da casa própria da “nova classe média”.Quer dizer, não é só o “Bolsa Família” para os pobres, que o PiG (*) chama de “Bolsa Preguiça”. Agora, tem o “Minha Casa, Minha Vida” para a “nova classe média”.

Esse Lula é um populista, um demagogo, um assistencialista !

(Quem diz tudo isso é o Estadão …)

Bye-bye Serra 2010.

Paulo Henrique Amorim


PITACO DO ContrapontoPIG

É evidente o sucesso que terá o Minha Casa Minha Vida. Qualquer país do mundo gostaria de ter um programa igual. O Estadão pode muito, mas não se pode esconder o sol com uma peneira.
.