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domingo, 6 de novembro de 2011

Contraponto 6293 - A resposta de Lupi à Veja


06/11/2011
A resposta de Lupi à Veja
Do Tijolaço - 05/11/2011


A atitude do Ministro Carlos Lupi diante das denúncias publicadas hoje, mesmo sendo partidas da Veja, foi correta e inteligente .

Não apenas afastou o assessor Anderson Santos, acusado pela revista, como pediu um inquérito da Polícia Federal e anunciou o pedido ao Ministério Público de uma investigação.

Lupi tem razão em dizer que as denúncias não podem ficar no anonimato e deu uma informação muito relevante ao site do jornalista Sidney Rezende: o tal instituto Epa, citado pela Veja, nem mesmo teria recebido recursos do ministério.

“Quando questionado sobre o Instituto Êpa, com sede em Rio Grande do Norte, Carlos Lupi afirmou que a instituição não recebeu nenhum recurso, mas que mesmo com a denúncia anônima ele irá abrir um inquérito para apurar os fatos.

“Também não é verdade, ela (Instituto Êpa) nem recebeu recurso. Eu não vejo fundamento nenhum. Mas de qualquer maneira, mesmo não fazendo pré-julgamento, acho que tem que fazer uma apuração. Já mandei abrir um inquérito sobre esse fato, não acredito na veracidade dele”, completou o ministro.

É bom que Lupi tenha tomado a ofensiva no caso. São os acusadores que têm de provar o que dizem, quando apontam atos desonestos. Se há irregularidades, quem participa delas que responda pelo que faz. Agora, não dá para julgar acusações que, até agora, não têm sequer autoria.

Se é fato, que se apure e puna. Se é só mais uma “onda”, não vai ser no grito que a Veja, desta vez, vai levar.

E nem espere contar com as disputas partidárias para levar água ao moinho de uma nova crise. Ainda há gente que não faz política atacando a honra alheia.

Se a Veja tem provas ou indícios além de declarações anônimas, que os publique. Se não tem, que as investigações públicas sirvam de base para responsabilizá-la judicialmente por isso.


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PITACO DO ContrapontoPIG

Está na hora de se dar um basta nisto. Ou bem o governo resolve a questão de forma natural e rápida, ou bem convida o Civita ou um dos Marinhos para assumir a Controladoria da União, para poder ter tempo de governar o país em vez de ficar remanchando em crise após crise.

Está passando da hora do governo dar umas cotoveladas na Veja e na Globo. Eles tem pontos vulneráveis: os bolsos, por exemplo. Sem falar na regulação...

A Cristina, o Chávez e outros já agiram neste sentido. E nem assim a imprensa de lá ficou censurada ou sem liberdade de expressão.

O que não é admissível é que Vejas, Globos e até um pequeno verme baiano fiquem criminosamente pautando as ações de um governo que tem se mostrado vitorioso, sério e voltado para os interesses do povo.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Contraponto 535 - 1,1 milhões de empregos em 2009


22/10/2009

Brasil deve criar 1,1 milhão de empregos até o fim do ano, diz Lupi

Lourenço Canuto Repórter da Agência Brasil 22 de Outubro de 2009 - 11h19

Brasília - O Brasil deve criar 1,1 milhão de empregos, até o fim do ano, e cerca de 2 milhões de postos de trabalho em 2010. A previsão é do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Segundo ele, essa era a previsão, mesmo no auge da crise financeira internacional, no final do ano passado.

Lupi disse, durante o programa Bom Dia Ministro, que o Brasil é o país que melhor se recuperou dos efeitos da crise mundial e deve registrar em 2010 o melhor ano da sua economia. Os resultados foram possíveis porque o governo tomou medidas pontuais.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado neste mês registrou a geração 252 mil empregos diretos em setembro, computando 934 mil vagas criadas nos nove meses de 2009.

O ministro se declarou favorável à redução da carga horária para 40 horas semanais, defendida pelas centrais sindicais e disse que nos países europeus a média é de 37 horas. Ele argumenta que no Brasil grande parte dos trabalhadores leva até 3 horas para se locomover de casa para o trabalho e isso afeta o seu desempenho. Segundo ele, as empresas ganharão mais produtividade, com a oferta de mais empregos, e farão justiça social com a medida. "Não há pressão que possa abater a convicção", disse, defendendo a aprovação da medida pelo Congresso Nacional.
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