quarta-feira, 30 de julho de 2014

Contraponto 14.324 - "Lula endurece com o Santander e Merval não abre mão de ser feitor dos ricos"

 
Brasil 247 -
Evidentemente que o banco estrangeiro está a fazer política e, não, como afirma o colunista Merval Pereira, que o governo e lideranças, a exemplo de Lula e Dilma, tentam impedir que ele expresse sua opinião sobre a situação econômica do País

DAVIS SENA FILHO 

Davis Sena FilhoO líder trabalhista Luiz Inácio Lula da Silva mandou o recado: "Botin, é o seguinte, querido: Eu tenho consciência de que não foi você que falou, mas essa moça tua que falou não entende porra nenhuma de Brasil e não entende nada de governo Dilma! Manter uma mulher dessa em um cargo de chefia? Pode mandar embora"!

A presidenta Dilma Rousseff afirmou: "A pessoa que escreveu a mensagem {do Santander} fez isso, sim, e isso é lamentável. Isso é inadmissível para qualquer candidato. Seja eu ou qualquer outro". A mandatária prometeu tomar providências, e a primeira ação, juntamente com o vice-presidente, Michel Temer, foi não participar do 3º Encontro Internacional de Reitores Universia, evento de educação milionário e "menina dos olhos" do presidente internacional do banco espanhol Santander, Emílio Botin.

Toda essa confusão se deve à intromissão indevida de uma executiva do Santander, que, equivocada e a se achar maior do que é, resolveu se envolver com o processo político e partidário brasileiro, um dos mais duros e competitivos do mundo, que atrai a atenção da comunidade internacional, porque se trata do destino do Brasil, a sétima maior economia do mundo, País que exerce inegável liderança na América Latina e no Caribe, um dos fundadores dos Brics, do Mercosul e da Unasul e possuidor de um mercado interno fortíssimo e diversificado, com uma população de 210 milhões de habitantes.

Além disso, o Brasil efetiva uma política externa independente e autônoma, de forma que interage com todos os países associados à ONU, o que não ocorre, por exemplo, com os Estados Unidos, país que tem uma cadeira cativa no Conselho de Segurança da organização multilateral. Contudo, empresários e banqueiros nacionais e internacionais são ousados e petulantes o bastante para considerar que são capazes de empreender ações políticas e ainda pensar que tais atitudes e condutas vão ficar sem respostas. Ledo engano.

Quando a executiva sem juízo e noção do Santander elaborou um texto de caráter mequetrefe e rastaquera cujo objetivo era "orientar" seus clientes bem de vida quanto aos riscos de empregar suas fortunas no mercado brasileiro por causa de uma vitória eleitoral de Dilma Rousseff e, portanto, do PT. Evidentemente que tal banco estrangeiro está a fazer política e, não, como afirma o colunista de O Globo, Merval Pereira, que o Governo e lideranças, a exemplo de Lula e de Dilma, impeçam que o Santander expresse sua opinião sobre a situação econômica do País.

Merval Pereira, na verdade, não fala por ele, pois age como um empregado fantoche dos irmãos Marinho, família bilionária de imprensa e de todas as mídias, que, sem sombra de dúvida, é a principal porta-voz dos interesses do sistema de capitais e uma das principais responsáveis por manter o status quo quase intacto no Brasil, País que foi o último a libertar os escravos e que ainda luta para diminuir as desigualdades sociais, que envergonham a grande maioria do povo brasileiro.

O feitor dos bilionários e do establishment ainda tem tempo para dar uma de "indignado" com as ações do Governo Trabalhista que, além de reagir às mentiras e à má-fé de uma executiva que quis ser mais realista do que o rei, ainda deixou claro que ia tomar providências. Sempre em defesa dos milionários, Merval concluiu suas palavras insensatas com esta pérola: "Numa democracia capitalista como a nossa, que ainda não é um capitalismo de Estado como o chinês — embora muitos dos que estão no governo sonhem com esse dia (hahaha! – este riso é por minha conta) —, acusar um banco ou uma financeira de terrorismo eleitoral, por fazerem uma ligação óbvia entre a reeleição da presidente Dilma e dificuldades na economia, é, isso sim, exercer uma pressão indevida sobre instituições privadas".

Merval Pereira não toma jeito. Seu desespero e sua mania de perseguição são tão incontroláveis que o escriba dos Marinho enxerga fantasmas em tudo. Seria cômico se não fosse hilário. Merval deveria largar seu emprego de contador de história para a direita e tentar pelo menos ser um comediante. Não é possível que um jornalista veterano, experiente e que tem intimidade com setores do poder, a exemplo de alguns juízes do STF, políticos ligados ao DEM e ao PSDB, além de empresários, não sabe ou não perceba por um pequeno momento que lideranças populares da grandeza política e social de Getúlio Vargas, João Goulart, Leonel Brizola e Lula sempre foram sistematicamente combatidos, bem como foram e são alvos de manipulações, mentiras e conspirações ardilosas que descambaram para o golpe militar e, consequentemente, redundaram em mortes e exílios de três desses atores proeminentes da história do Brasil.

Lula, o quarto homem público de formação trabalhista e o terceiro que conquistou eleitoralmente a Presidência da República é até hoje, mesmo fora do poder, o principal alvo de ataques da direita hidrofóbica deste País. A direita que luta, incessantemente, sem dar trégua e água, para que o Brasil não se torne totalmente independente e o povo brasileiro não conquiste sua emancipação definitiva como cidadão. O problema da direita no Brasil e no mundo é que ela é contra a democracia e, por seu turno, inimiga da cidadania. Este é o cerne do problema. O resto é perfumaria. Quem não compreende essa questão é porque não conhece a direita e muito menos a política. Ponto!

A democracia, quando consolidada, organiza a sociedade, que passa a tolerar e a administrar suas ambigüidades, contradições e antagonismos e, por sua vez, a leva a pensar, questionar e a cobrar soluções que permitam melhorar sua condição de vida. A democracia, por intermédio do acesso ao trabalho e ao estudo, bem como por meio da politização dos entes sociais, conscientiza a sociedade e, por conseguinte, a transforma em um corpo social e econômico capaz de dizer não àqueles que manipulam a verdade, deturpam a realidade e, evidentemente, aproveitam-se desse processo draconiano para obter benefícios e privilégios. Ponto!

Por isto e por causa disto pessoas como a executiva do Santander e seu presidente, Emílio Botin, e colunistas, a exemplo de Merval Pereira, tergiversam e manipulam os fatos e tentam modificar os acontecimentos como eles o são. A verdade é que essa gente luta para manter os privilégios de uma casta que controla os meios de produção e os financeiros. São os ricos que, no fundo de suas almas, odeiam a democracia e o desenvolvimento sócio-econômico das classes sociais populares.

Eles querem a primazia, pois se consideram de uma categoria social e humana superior ao restante da população. Merval Pereira e os empresários que são politicamente contra os mandatários trabalhistas sabem que a executiva do Santander fez política e teve a intenção de apagar o incêndio com gasolina. Todos sabem dessas intenções e compreendem, sobretudo, que vai ser muito difícil para a direita vencer as eleições de 5 de outubro.

O horário eleitoral está chegando e o PT e a candidata, Dilma Rousseff, com a participação de Lula, vão poder, enfim, responder às acusações, às denúncias, muitas delas vazias, e às inverdades sobre temas como infraestrutura, corrupção, inflação, juros, programas sociais, Olimpíadas e Copa do Mundo, saúde, educação, Petrobras, PT, "mensalão", que, para mim, é o mentirão, que encarcerou lideranças petistas sem provas enquanto outros escândalos perpetrados por outros partidos nem sequer chegam às barras da Justiça e às manchetes dos jornais e revistas.

O PT tem de endurecer com seus detratores, pois há 12 anos é alvo de uma campanha sem precedentes contra uma agremiação política, que não é revolucionária, mas apenas reformista. Uma pena. Enfim. Contudo, o Partido dos Trabalhadores, juntamente com o velho PTB de Getúlio, Jango e Brizola, é o partido mais importante da história deste País e o que mais sofreu, diuturnamente, ataques de uma imprensa direitista que se transformou em um partido poderoso em busca de eleger seus "correligionários" políticos e ideológicos. Sempre foi assim. Lula está correto quando questiona o Santander, enquanto Merval Pereira exerce o papel de capataz da Casa Grande. É isso aí.
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Contraponto 14.323 - "CNI: Dilma deu uma surra"

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30/07/2014

CNI: Dilma deu
uma surra

Redes sociais e Aecioporto: ele é um zero à esquerda 


Conversa Afiada - 30/07/2014 


 


Dilma ganha embate nas redes durante evento na CNI

O Muda Mais analisou o desempenho dos candidatos à presidência nas mídias digitais durante o evento “Diálogo da Indústria”, realizado hoje (30/7), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Dilma ganhou,  tanto em volume quanto em sentimento positivo.

Mais de 7.025 menções foram registradas para Dilma, enquanto Aécio teve somente 4.555 menções e Campos outras 1.534 menções. Vale notar que  tais números foram contabilizados logo após o encerramento do evento (17h),  ainda sem muita influência da repercussão das matérias nos grandes portais.

Dilma também foi melhor avaliada que Aécio e Campos. Enquanto 93,89% das menções a Dilma foram favoráveis nas redes, Eduardo Campos contou com 78,94% de menções positivas, e Aécio Neves teve 66,23% de menções favoráveis. Tal cenário nos permite concluir que, quando os três candidatos são confrontados, não só Dilma é mais comentada nas redes, como também é mais bem falada. Era o que todo mundo já desconfiava e agora pode ter certeza. Enquanto, Aécio e Campos são adeptos do “falem mal, mas falem de mim”, Dilma fica no propositivo, no abundante, no “falam bem e falam muito de mim”.

Em tempo: nos três tuitaços promovidos ao longo do evento, nossa brava militância deu um show.  O #EduardoeMarinaEramNadaParecidos teve como destaques em número de mensagens @thirodrigo285 e @WillEwen (3º). Já no tuitaço #AeciopousounaCNI, destacaram-se @AeroNeves e @eduardobahia. E a grande estrela do dia, o tuitaço #DilmaDivanaCNI teve como destaques os perfis @CacoBrasil2 (2º) e @FidorAndrade (3º). E, claro, o Muda Mais, nos três tuitaços. Se você ainda não segue algum deles, #ficadica.

A hashtag #AeciopousounaCNI esteve sempre muito à frente da hashtag #EquipeAN. Até publicarmos este post, às 17h, #AeciopousounaCNI havia recebido mais de 1.000 citações e #EquipeAN tinha menos de 800, de acordo com o Topsy.



Clique aqui para ler ” CNI: Dilma deu uma aula de ‘Estado Eficiente’”

E aqui para “Dilma quer carga tributária igual à dos concorrentes”


Em tempo:

Ainda no Muda Mais:

Aécio na CNI: privatização, pessimismo, medidas impopulares e muito mais


Após pousar na CNI, para participar do Diálogo da Indústria com candidatos à Presidência da República, Aécio Neves falou sobre economia, política externa, educação, gestão e pessismismo.

Aécio ressaltou “os resultados pífios da economia brasileira”. Pois bem, como estamos aqui para desmentir os boatos e divulgar as informações corretas, vamos relembrar ao candidato que a situação econômica do Brasil está bem longe da estagnação.

Importante relembrar que só o Brasil enfrentou a crise gerando renda e emprego. Como o ex-presidente Lula já frisou, “somos hoje a 7ª economia do mundo, com um PIB que passou de US$ 550 bilhões em 2002 para mais de US$ 2 trilhões e 200 bilhões em 2013″. Sem contar que, dos países que compõem as vinte economias mais ricas do mundo (G20), o Brasil foi um dos nove a registrar uma taxa de crescimento acima de 2%.


Aécio diz que “o atual governo falhou na condição da economia”, mas esquece de apresentar propostas concretas em relação à economia. Inclusive, crescimento econômico só é válido quando acompanhado da diminuição da desigualdade, o que vem sendo feito nos últimos anos no Brasil. O candidato citou também o crescimento econômico na Europa (oi?) e o fortalecimento da economia americana, mas já mostramos aqui que o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a projeção de crescimento dos Estados Unidos para 2014, de 2,8% para 2%. 



Aécio Neves insiste em colocar como referências internacionais únicas os mesmos parceiros de antigamente. Nos últimos 12 anos, o Brasil conquistou reciprocidade, tornou-se a 7ª economia mundial, é líder na política internacional, acabou de fundar o banco dos BRICS e tornou-se credor do FMI.

O candidato tucano também confundiu privatização com parcerias público privadas. Falou que o o “atual governo demonizou as privatizações e parcerias com setor privado.”Aécio demonstrou todo seu desconhecimento do que vem acontecendo no Brasil ao defender o investimento em infraestrutura. Não sabe que hoje o Brasil vive em um cenário de segurança jurídica, construído ao longo dos últimos 12 anos, justamente para que empresas nacionais e estrangeiras invistam mais em infraestrutura no país, como temos visto nos portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, etc.




De acordo com notícia do Valor Econômico, os investimentos em infraestrutura totalizarão R$ 509,7 bilhões no período entre 2014 e 2017, o que representará alta de 36,2% frente a 2009-2012. Isso se dá graças às políticas implantadas pelo atual governo.

Sendo de um partido que quando esteve à frente do Governo Federal privatizou tantas empresas quantas teve tempo, não nos causa estranheza que sua visão seja exclusivamente de privatizar e tirar o patrimônio do país. Já o modelo implantado pelo atual governo visa manter o patrimônio com o povo brasileiro e permitir o investimento conjunto de empresas.

Como Dilma já afirmou: “A pauta de produtividade se sustenta em quatro pilares: infraestrutura, educação, inovação e construção de um Brasil sem burocracia. Todas essas quatro iniciativas são estratégias e serão viáveis dentro do projeto da parceria público-privada. Investir em rodovias e ferrovias, estratégia para que o Brasil cresça e aumente sua capacidade de escoar sua produção a menores custos”, disse Dilma.

O candidato tucano à presidência da República, Aécio Neves, tentou fazer colar mais uma vez o velho discurso do pessimismo, ao dizer que o país perdeu a capacidade de inspirar expectativas positivas na economia brasileira. Parece que o candidato está se informando mal sobre a realidade do país.

Relatório divulgado ontem (29) pelo Fundo Monetário Internacional destacou que os níveis de reserva permanecem adequados ou acima do adequado na maioria das economias emergentes e citou o Brasil como exemplo de reservas que estão acima da faixa sugerida pelo Fundo.

Também não podemos esquecer que as empresas não costumam investir para perder. E o nível de investimento de empresas na infraestrutura do país é crescente. O país alcançou um status de segurança jurídica que vem atraindo investimentos de empresas brasileiras e estrangeiras.

Mais uma vez,  Aécio tentou mudar o que disse no passado – que estava disposto a tomar medidas impopulares – e fala que, na verdade, são medidas necessárias. Mas deixa claro que, para ele, as medidas “necessárias” não são populares.

E acusou a presidenta Dilma de, ela sim, tomar medidas impopulares. Então, Aécio mostra mais uma vez não conhecer o país que quer governar. Ele poderia começar conhecendo a série O Brasil que Conquistamos, ou talvez analisando o aumento real do salário mínimo nos últimos anos e a geração de emprego, que superou o número de 5 milhões no governo Dilma. O que Aécio precisa é conhecer mais o Brasil real e não ficar só com o que ele vê por meio da mídia.

Aécio Neves também falou sobre o programa Ciência Sem Fronteiras que, lançado há apenas 3 anos, já concedeu 83,2 mil bolsas para brasileirxs estudarem em 43 países e deverá lançar 101 mil em sua segunda fase, o Ciência sem Fronteiras 2.0.

No entanto, o candidato pareceu desconhecer parte das diretrizes do programa, ao afirmar que “o Brasil não tem o costume da outra via de atrair pesquisas para nossas universidades, para melhorar a inovação e competição”. Mas vamos ajudar o candidato a entender melhor o programa e os investimentos em inovação no país.

Como falar em mais competitividade e inovação se o programa dá oportunidade única para os estudantes e é um salto para que o Brasil inove e se torne cada vez mais competitivo? Antes do Ciência sem Fronteiras, estudar no exterior era para poucos. O Brasil concedia uma média de 5 mil bolsas de estudo no exterior por ano, em geral para mestrado e doutorado. Mas a situação mudou: somente nos últimos três anos já foram concedidas 83 mil bolsas.

Sabemos que o país do futuro investe em qualificação profissional, e é o que o governo federal tem feito nos últimos anos. Inclusive, recentemente, uma matéria da revista Nature, especializada em inovação e tecnologia, mostrou que o Brasil é o país que mais investe em produção científica na América Latina. Sim, é verdade. O Brasil é o único país do continente a destinar mais de 1% de toda a sua economia para pesquisa e desenvolvimento.

O tucano Aécio Neves deve estar conversando muito com o candidato do PSB à presidência, Eduardo Campos. Afinal, assim como o colega, falou em obras inacabadas do governo federal. Bom, tem aquelas que estão em andamento. Daí não acabaram mesmo, né? Para ter uma ideia, só no Nordeste o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC2 já investiu em mais de 20 mil obras. Em todo o Brasil, o Programa já concluiu 95,4% das ações previstas para 2011-2014 e executou 84,6% dos recursos previstos até o final deste ano.

O candidato afirmou ainda que acredita na gestão pública eficiente e afirma que deu demonstrações claras disso no governo de Minas. Ah, Aécio, aí não, né? Não podemos esquecer dos mais de 90 mil funcionários que ganharam status de servidor em Minas sem terem sido aprovados em concursos. Prática que rendeu uma decisão desfavorável à sua gestão pelo Superior Tribunal Federal (STF), e a consequente demissão de 90 mil trabalhadores.

Para tentar melhorar sua imagem, o governo de Minas recorreu até à prática de distorção de dados em sua propaganda, conforme noticiou O Estado de S. Paulo. Mas não conseguiu esconder a dívida que Aécio deixou de herança para o governador Antônio Anastasia, que chega a quase R$ 19 bilhões em empréstimos com bancos de fomento nacionais e internacionais e R$ 67,4 bilhões em dívidas com a União, sendo o segundo estado mais endividado do Brasil.

O candidato tucano falou ainda que governo atual prejudica a Petrobras. Então, dar condições para a empresa bater recorde atrás de recorde é prejudicar, Aécio?

E no final de seu discurso, mostrou mais uma vez seu descolamento com a realidade: “Não vai me faltar coragem para tomar todas as medidas necessárias para que o Brasil encerre esse ciclo perverso”. O ciclo que o Brasil está vivendo é um ciclo de diminuição da desigualdade, acesso ao consumo, geração de empregos, aumento real do salário mínimo, valorização das empresas nacionais. É com esse ciclo que Aécio quer acabar?

Contraponto 14.322 - "Genoino tem pena reduzida e sairá da Papuda"

Da Agência Brasil - A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal descontou hoje (30) 34 dias da pena do ex-deputado José Genoino, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão, em virtude de cursos de introdução à informática e de direito constitucional, feitos dentro do Presídio da Papuda, no Distrito Federal.

Com a decisão, Genoino já tem direito a cumprir pena em regime aberto desde o dia 20 deste mês. No entanto, a autorização será do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela execução das penas dos condenados.

A data prevista para a concessão do benefício é 24 de agosto, quando ele completa um sexto da pena de quatro anos e oito meses de prisão no regime semiaberto, requisito para a mudança para o aberto. À Justiça do Distrito Federal, os advogados de Genoino alegaram que o cumprimento da pena no atual regime expirou devido aos 34 dias que o condenado tem de crédito, por ter trabalhado dentro do presídio.

Genoino teve prisão decretada no dia 15 de novembro do ano passado e chegou a ser levado para o Presídio da Papuda, no Distrito Federal. Mas, por determinação do presidente do STF, Joaquim Barbosa, ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária, uma semana após a decretação da prisão. Em abril, o ex-parlamentar voltou a cumprir pena de quatro anos e oito meses no presídio.

De acordo com o Código Penal, o regime aberto deve ser cumprido em nas chamadas casas do albergado, para onde os presos voltam somente para dormir. Em muitos casos, diante da inexistência do estabelecimento nos sistemas prisionais estaduais, os juízes determinam que o preso fique em casa e cumpra algumas regras, como horário para chegar ao domicílio, não sair da cidade sem autorização da Justiça e manter endereço fixo.

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Contraponto 14.321 - "Por que na Finlândia bebês dormem em caixas de papelão?"

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30/07/2014

Interessantíssimo

Por que na Finlândia bebês dormem em caixas de papelão?




Bebês de todas as classes sociais dormem em caixas de papelão na Finlândia. País que já foi pobre na década de 30 hoje é símbolo de igualdade e apresenta as ‘mães mais felizes do mundo’

Pragmatismo político - 05/Jun/2013 às 15:47


Há 75 anos, todas as mulheres grávidas na Finlândia recebem um kit de maternidade do governo. O kit inclui uma caixa com roupas, lençóis e brinquedos, e a ideia é que a própria caixa seja usada como cama durante os primeiros meses de vida do bebê.

Muitos acreditam que o kit ajudou a Finlândia a alcançar uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo.

É uma tradição com origem na década de 1930, desenvolvida para dar a todas as crianças na Finlândia um começo de vida igual, independente da classe social.
O kit de maternidade é um presente do governo e está disponível para todas as gestantes.






bebê caixa papelão finlândia

Bebês de todas as classes sociais dormem em caixas de papelão na Finlândia. Todas as gestantes finlandesas tem a opção de receber um kit maternidade ou uma ajuda financeira. (Foto:Milla Kontkanen)
Ele contém macacões, um saco de dormir, roupas de inverno, produtos de banho para o bebê, assim como fraldas, roupas de cama e um pequeno colchão.

Com o colchão no fundo, a caixa torna-se a primeira cama do bebê. Muitas crianças, de todas as classes sociais, têm seus primeiros cochilos dentro da segurança das quatro paredes da caixa de papelão.
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Acompanhamento pré-natal para todos

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As mães podem escolher entre receber a caixa ou uma ajuda financeira, que atualmente é de 140 euros (R$ 390), mas 95% optam pela caixa, que vale muito mais.

A tradição começou em 1938, mas inicialmente o sistema só estava disponível para as famílias de baixa renda. Mas isso mudou em 1949.

“A nova lei diz que para receber o kit ou o dinheiro, as gestantes têm que visitar um médico ou uma clínica pré-natal municipal antes do quarto mês de gestação,” disse Heidi Liesivesi, que trabalha no Kela, o Instituto de Seguro Social da Finlândia.
Leia também
Na década de 1930, a Finlândia era um país pobre e a mortalidade infantil era alta ─ 65 em 1.000 bebês morriam. No entanto, os números melhoraram rapidamente nas décadas que se seguiram.
Mika Gissler, professora do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar em Helsinque, acredita que o kit de maternidade e os cuidados pré-natal para todas as mulheres introduzidos na década de 1940, um sistema de seguro de saúde nacional e um sistema central da rede hospitalar na década de 1960 foram fundamentais para reverter essa situação.
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As mães mais felizes do mundo

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Aos 75 anos de idade, o kit é agora uma parte estabelecida do rito finlandês de passagem para a maternidade, unindo gerações de mulheres.

“É fácil saber em que ano os bebês nasceram, porque as roupas do kit mudam um pouco a cada ano. É bom comparar e pensar: ‘Ah, aquele menino nasceu no mesmo ano que o meu’”, diz Titta Vayrynen, de 35 anos, mãe de dois filhos pequenos.

Para algumas famílias, o conteúdo da caixa seria inviável se não fosse gratuito.

“Um relatório publicado recentemente dizia que as mães finlandesas são as mais felizes do mundo e na hora eu pensei na caixa. Somos muito bem cuidados pelo governo, mesmo agora que alguns serviços públicos sofreram pequenos cortes”, diz ela.

O conteúdo da caixa mudou muito ao longo dos anos, refletindo a mudança dos tempos.
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Símbolo de igualdade

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“Os bebês costumavam dormir na mesma cama que os pais e foi recomendado que esse costume acabasse”, disse Panu Pulma, professor de História Finlandesa e Nórdica da Universidade de Helsinque. “Incluir a caixa no kit serviu como um incentivo para os pais colocarem os bebês para dormir separados deles.”

Em um certo momento, mamadeiras e chupetas foram removidos para incentivar o aleitamento materno.

“Um dos principais objetivos de todo o sistema era fazer com que as mulheres amamentassem mais e funcionou”, diz Pulma.

Ele também acha que incluir livros infantis teve um efeito positivo, encorajando as crianças a segurar os livros e, um dia, lê-los.

Pulma acredita que a caixa é um símbolo da ideia de igualdade, e da importância das crianças.
 
BBC
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Contraponto 14.320 - "#DilmaDivaNaCNI: indústria naval de vento em popa"

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30/07/2014

#DilmaDivaNaCNI: indústria naval de vento em popa


No evento Diálogo da Indústria com candidatos à Presidência da República, realizado hoje (30) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a candidata Dilma Rousseff lembrou que “durante muito tempo disseram que o Brasil não precisava de política industrial”.

Ela destacou que desde o governo Lula a crença foi outra e se trabalhou pelo resgate da política industrial: “Nós podemos e devemos fazer  uma política em favor da indústria brasileira”. E deu como exemplo a experiência com a indústria naval, que “mostrou toda a potencialidade da política de compras governamentais” e que vai se constituir em fator de demandas por bens e serviços.

Hoje, a indústria naval é exemplo de mercado de trabalho com salários elevados e não lembra nem de longe os tempos em que apenas 7 mil empregados faziam exclusivamente pequenos reparos e consertos de navios. Isso foi em 2002, final do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso. Em 2013, 80 mil empregados que produziram 7 plataformas de produção, 2 navios petroleiros de grande porte, 21 navios de apoio marítimo, 10 rebocadores portuários e 44 barcaças de transporte.

Para 2014, estão previstas as entregas de 18 plataformas, 28 sondas de perfuração, 43 navios-tanque para óleo, gás e refinados. Como já contamos aqui no Muda Mais, o carro-chefe dessa prosperidade atende pelo nome de Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro, subsidiária da Petrobras. Em 2014, o Promef vai investir R$ 1,4 bilhão. Dinheiro que antes ia para o exterior e hoje gera emprego e renda para milhares de trabalhadores brasileiros.

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Contraponto 14.319 - 'Obras do governo Dilma, isso você não vai ver na 'grande mídia' "

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30/07/2014

Obras do governo Dilma, isso você não vai ver na 'grande mídia"



Fatos e fotos: 20 notícias do Brasil que a “grande mídia” não mostra

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Cadu Amaral em seu blog

Existe uma página no Facebook chamada Já que a mídia não mostra. Nela são publicadas inúmeras fotos e informações das realizações do governo federal que não tiveram o devido destaque na imprensa grande. São universidades, UPAs, estradas, ferrovias, equipamentos e obras de mobilidade urbana.

Esse espaço é a prova de que os resultados sobre emprego (vivemos a menor taxa de desemprego da História!) e renda dos brasileiros do governo da presidenta Dilma não é por acaso.

Também faz perceber o porquê de a oposição não ter discurso nem agenda política para o Brasil. E diante dos últimos acontecimentos, nem o discurso moralista.

As imagens falam por si.

Veja aqui 

Contraponto 14.318 - "Quem é o líder da corrupção ?"

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30/07/2014

Quem é o líder
da corrupção ?

Não consta da lista o Aecioporto do Titio !


Colaboração do Sebastião Oliveira Jr, no Face do C Af:


Conversa Afiada - 30/07/2014




Clique aqui para ler a aula que o Lula deu ao PT sobre como enfrentar a acusação de corrupção.

E aqui para ler sobre a primeira providência de FHC, ao chegar à Presidência: matar uma comissão criada por Itamar Franco para investigar a corrupção.

Em tempo: não consta da lista o Tancredoporto do Papai.


Paulo Henrique Amorim
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