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domingo, 12 de junho de 2011

Contraponto 5539 - Sucesso do ENEM cala o PIG

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12/06/2011


Enem volta a bater recorde e tem 6,2 milhões de inscritos

Do Vermelho - 11 de Junho de 2011 - 21h41


O número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano bateu recorde, chegando a 6.221.697. A Região Sudeste teve o maior número de participantes, com 2.312.312 inscritos, seguida da Nordeste (1.903.135), Sul (780.802), Norte (651.995) e Centro-Oeste (573.453).
Segundo o Ministério da Educação, os estudantes que ainda não pagaram a taxa de inscrição, de R$ 35, devem fazê-lo até esta segunda-feira (13) para confirmar sua inscrição. As provas estão marcadas para os dias 22 e 23 de outubro.

Em 2009, o MEC deu início a um projeto de substituição dos vestibulares tradicionais pelo Enem. A partir do resultado da prova, os alunos se inscrevem no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e podem pleitear vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país.

No ano passado, foram ofertadas 83 mil vagas em 83 instituições, entre elas, 39 universidades federais. A partir do ano que vem, a prova terá pelo menos duas edições por ano — uma no primeiro semestre e outra no segundo. A primeira edição de 2012 já está confirmada para os dias 28 e 29 de abril.

A participação no Enem é pré-requisito para os estudantes interessados nas bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni). Os benefícios são distribuídos a partir do desempenho do candidato no exame do ensino médio e podem ser integrais ou parciais, dependendo da renda da família.

Da Redação, com informações da Agência Estado
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Contraponto 4687 - "Reservas internacionais batem marca histórica de US$ 300 bi"


10/02/2011


Reservas internacionais batem marca histórica de US$ 300 bi

Do Amigos da Presidente Dilma - por Helena ™- 10 de fevereiro de 2011

Consideradas um seguro contra crises externas, as reservas internacionais do Brasil chegaram ao valor recorde de US$ 300 bilhões, segundo dados do Banco Central. O valor é o dobro do registrado há três anos e meio.

O crescimento das reservas se deve ao aumento nas compras de dólares feitas pelo BC para segurar a queda da moeda norte-americana.

Em 2010, o BC comprou um valor recorde de US$ 41,4 bilhões. Neste início de ano, já foram adquiridos mais US$ 10,8 bilhões.

Por ser um seguro contra crises, essa acumulação de recursos tem um custo. As estimativas são de que esse valor esteja próximo de US$ 30 bilhões por ano.

Para comprar dólares, o governo precisa vender títulos públicos no mercado, que pagam juros próximos de 15% ao ano hoje. Depois, aplicar esse dinheiro a uma taxa próxima de 3% ao ano no exterior, onde os juros são menores.

Além de dessa diferença de rentabilidade, o BC tem em mão uma moeda que perde valor em relação ao real, já que a maior parte do dinheiro é investida em títulos que tem o dólar como referência.

Entre 2002 e 2009, a rentabilidade média das reservas foi de 5,6% ao ano, enquanto a taxa básica de juros média foi de 16% ao ano no mesmo período.

No Brasil, a política de compra de reservas começou em 2004, mas ganhou força nos últimos quatro anos, devido ao aumento no fluxo de dólares para o país. No começo do governo Lula, o país tinha menos de U$ 40 bilhões. Há quatro anos, ultrapassou os US$ 100 bilhões.Folha
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Contraponto 3776 - "Record escancara corrupção em SP"

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29/10/2010
Record escancara corrupção em SP



Blog do Miro -29/10/2010

Postado por Miro às 16:01

Serra, Paulo Preto e negócios em família

Reproduzo reportagem de Alan Rodrigues, Claudio Dantas Sequeira e Sérgio Pardellas, publicada pela revista IstoÉ:

À medida que são esmiuçados os passos de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, nos subterrâneos do governo tucano, vão ficando cada vez mais claras as relações comprometedoras do ex-diretor do Dersa com as empreiteiras responsáveis pelas principais obras de São Paulo. Em agosto, quando trouxe a denúncia formulada por dirigentes do PSDB do sumiço de pelo menos R$ 4 milhões dos cofres da campanha de José Serra à Presidência, ISTOÉ revelou que a maior parte da dinheirama fora arrecadada junto a grandes empreiteiras responsáveis pela construção do rodoanel.

Agora é descoberto um elo ainda mais forte entre o engenheiro e as construtoras da obra, considerada uma das vitrines do governo tucano em São Paulo. A empresa Peso Positivo Transportes Comércio e Locações Ltda., de propriedade da mãe e do genro do ex-diretor do Dersa, prestou serviços para as obras do lote 1 do trecho sul do rodoanel por um período de, pelo menos, três meses no ano de 2009. A informação foi confirmada à ISTOÉ pela Andrade Gutierrez/Galvão, do consórcio de empreiteiras contratado pela obra. Os serviços consistiram no fornecimento de guindastes para o transporte e a elevação de cargas. “A empresa Peso Positivo, assim como outros fornecedores prestadores de serviços do consórcio, é contratada sempre de acordo com a legislação em vigor. A decisão de contratar prestadores de serviços é exclusivamente técnica”, alega a Andrade Gutierrez.

Arquivos da Junta Comercial de São Paulo mostram que a Peso Positivo foi criada em 30 de julho de 2003, com capital social de R$ 100 mil. Os sócios são Maria Orminda Vieira de Souza, mãe de Paulo Preto, 85 anos, e o empresário Fernando Cremonini, casado com Tatiana Arana Souza, filha do ex-diretor do Dersa, que trabalha no cerimonial do Palácio dos Bandeirantes, a sede do governo de São Paulo, e que já prestara serviços para a administração de José Serra à frente da Prefeitura de São Paulo.

Tantas coincidências fizeram o PT pedir à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo que investigasse as relações da Peso Positivo com o rodoanel. “É uma relação incestuosa que existe entre Paulo Preto, sua filha e José Serra”, afirmou o líder do PT na Assembleia, Antônio Mentor.

A confirmação da ligação entre as empreiteiras do rodoanel e a Peso Positivo, obtida por ISTOÉ, mostra que as suspeitas tinham fundamento. E também derruba de maneira cabal a versão de Cremonini, apresentada na última semana em entrevista ao jornal “O Estado de S.Paulo”. Segundo ele, a empresa “nunca teve clientes” na construção civil. “Meus maiores clientes são a Petrobras e a Votorantim Metais”, afirmou o empresário. “A única coisa que o Paulo me deu nestes anos todos foi a mão da filha e uma bicicleta.”

O íntimo relacionamento de Paulo Preto com as empreiteiras do rodoanel não se restringe ao negócio envolvendo uma empresa de familiares. Na última semana, denúncia da “Folha de S.Paulo” revelou que Paulo Preto, um dia após assumir a diretoria do Dersa, assinou uma alteração contratual na obra. Essa mudança permitiu às empreiteiras fazer alterações no projeto do rodoanel e até utilizar materiais mais baratos. No acordo assinado por Paulo Preto em maio de 2007 ficou definido que, em vez de ganharem de acordo com a quantidade, tipo de serviço ou material usado na obra, as empreiteiras receberiam um “preço fechado” no valor de R$ 2,5 bilhões.

Para quem conhece os meandros do mundo da construção civil, a impressão que fica ao analisar as mudanças é de que o diretor do Dersa preferiu privilegiar as empreiteiras, em detrimento da qualidade do empreendimento e da boa gestão do dinheiro do contribuinte. A iniciativa de Paulo Preto também tinha outro propósito: o de adequar o andamento da obra ao timing eleitoral. É que o acordo teve como contrapartida das empreiteiras a garantia de acelerar a construção do trecho sul para entregá-lo até abril deste ano, quando José Serra (PSDB) saiu do governo para se candidatar.

O cronograma foi cumprido a contento. Agora, as empreiteiras apresentam um fatura extra de R$ 180 milhões. Essa espécie de taxa de urgência soma-se, portanto, aos adicionais de R$ 300 milhões já pagos em 2009.

As suspeitas sobre a maneira como Paulo Vieira de Souza atuava no Dersa extrapolam os limites geográficos da cidade de São Paulo. Recaem também sobre a fase III das obras de ligação das rodovias Carvalho Pinto e Presidente Dutra, no município de São José dos Campos. Desde que assumiu a diretoria de engenharia do Dersa, ele assinou dois aditivos sobre o convênio de R$ 84 milhões.

Um desses aditivos previu a “implantação da marginal Capuava”, que nunca foi entregue. Onde foi parar o R$ 1,1 milhão, relativo à execução desse trecho, ninguém sabe dizer. “O dinheiro simplesmente desapareceu”, acusa o vereador de São José dos Campos Wagner Balieiro (PT). “Tive uma reunião com os diretores do Dersa e ninguém conseguiu me explicar por que a marginal não foi executada, embora o dinheiro tenha sido pago”, afirma Balieiro.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Contraponto 3748 - "Serra exagera na agressividade no debate da Record"

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26/10/2010


Serra exagera na agressividade no debate da Record

Blog Cidadania - 26/10/2010

Eduardo Guimarães


Analisar com frieza um debate político pré-eleitoral em um momento de ânimos tão acirrados quanto este constitui um desafio intelectual dificílimo – e estimulante. Ainda mais se quem for analisar tiver preferências políticas. E quem não as tem?

Todavia, quem acompanhou as análises que este blog divulgou sobre os debates anteriores sabe que em todos os momentos em que a candidata Dilma Rousseff foi mal o fato foi reconhecido aqui.

O debate de ontem à noite na TV Record poderia terminar empatado. Para as acusações de José Serra sobre Erenice Guerra, Dilma opôs Paulo preto. Para as acusações sobre “Dilma” ter privatizado áreas para exploração de petróleo, ela explicou – de forma um pouco técnica demais – que o que ele chamava de “privatizar” era seguir o modelo que o governo do qual fez parte deixou.

Mas as acusações de Serra eram tantas e tão descontroladamente insistentes que a sensação de que o debate se transformara em briga foi inevitável.

Dilma, porém, surpreendeu. À diferença do debate na Rede TV, começou calma, enervou-se e passou a gaguejar no meio e, ao fim da contenda, recuperou o controle. Apesar do nervosismo, conseguiu fazer ironias finas e foi bem mais respeitosa com o adversário.

Em dado momento, ao desmentir afirmação dele, deixou claro que não o estava chamando de mentiroso e sim de “mal-informado”, o que estaria gerando a informação incorreta que dera. Na vez de Serra replicar, partiu para cima da adversária chamando-a de mentirosa.

A irritação de Serra era palpável. Dilma estava nervosa, mas não havia irritação. Foi do que se valeu para cobrar serenidade, elegância e respeito ao adversário.

Serra cometeu um erro sério. Esqueceu-se de que estava debatendo com uma mulher, uma senhora. Não falava mais do que duas frases sem fazer alguma acusação a ela e a desqualificou o tempo todo. Chegou a dizer que Dilma lera alguma coisa em algum lugar e que meramente repetia o que ouvira, mesmo sem entender.

Os argumentos dos dois lados foram solenemente ignorados. Como em toda briga, analisa-se mais a entonação da voz e a expressão corporal e facial dos contendores do que as suas ações. Nesse ponto, talvez até Serra se saísse melhor por ter maior experiência ou, como preferirão alguns, maior cara-de-pau. Todavia, desperdiçou a oportunidade.

A agressividade de Serra foi muito maior, Dilma percebeu e teve a habilidade de destacar isso em suas considerações finais, pedindo desculpas ao telespectador por o debate não ter sido tão qualificado quanto ele mereceria. A percepção de dizer isso foi perfeita. Pode ser a diferença entre ter vencido, perdido ou empatado.

A opinião do blogueiro, portanto, é a de que Dilma venceu o debate da Record, ainda que por pontos.
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domingo, 6 de junho de 2010

Contraponto 2424 - "Mudança na Record põe Fantástico e Globo em 3º lugar na audiência"

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06/06/2010


Mudança na Record põe Fantástico e Globo em 3º lugar na audiência


Vermelho - 4 de Junho de 2010 - 13h39

A gangorra de audiência televisiva do último domingo (30) reservou surpresas. A alteração na grade de programação promovida pela Record rendeu o recorde de audiência para o Domingo Espetacular, apresentado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim.
Já o Fantástico, da TV Globo — que já vinha registrando seguidas quedas de audiência — chegou a amargar um terceiro lugar entre as 23h30 e 23h40. No horário, eram exibidos S.O.S. Emergência, Domingo Espetacular e Pânico na TV. Em um dos momentos da disputa, a Rede TV! liderou com 12,9 pontos, seguida por Record (11,7) e Globo (10,8).

Com novo horário, o Domingo Espetacular marcou média de 13 pontos, levando a emissora do bispo em segundo lugar de audiência. Já o Fantástico passou de 23 pontos (sem concorrência direta) para 19,6. O Pânico, que até então ocupava o segundo lugar, passou de 12 para 10,5 pontos de audiência.

Não só a atração apresentada por Paulo Henrique Amorim se deu bem com as mudanças na grade. O programa do Gugu, agora exibido às 16 horas, registrou média de 9 pontos de Ibope, ante 7 pontos do SBT no horário. Já Silvio Santos passou de 10 para 8 pontos e Faustão caiu de 22 para 21. Eliana foi de nove para sete.

Um levantamento de médias anuais de audiência, feito em novembro de 2009, apontou que o Fantástico perdeu mais de 30% de sua audiência nos últimos dez anos. Entre 2007 e 2009, por exemplo, a atração despencou de 28,2 pontos para 23,4 pontos. O declínio recente coincide com reformulações mal-sucedidas no programa, como a saída de Glória Maria, a redução de reportagens científicas e longas entrevistas, além do predomínio de matérias de celebridades, quadros e notícias sobre a Globo.

Da Redação, com informações do Adnews
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