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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Contraponto 3966 - "Paulo Henrique Amorim vence mais uma no TSE"

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17/11/2010


Paulo Henrique Amorim vence mais uma no TSE

Amigos do Presidente
- por Zé Augusto - quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Por unanimidade, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acompanhou voto do ministro Henrique Neves, e julgou improcedente a representação do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra o jornalista Paulo Henrique Amorim.

A representação ajuizada pelo MPE partiu da denúncia de "uma eleitora" contra o jornalista Paulo Henrique Amorim e a empresa PHA Comunicação e Serviços. Sustentou a ação que ambos teriam promovido propaganda eleitoral em favor de Dilma Rousseff. No dia 26 de outubro último, o relator da representação, ministro Henrique Neves, julgou improcedente a ação. Hoje o caso foi levado a plenário e a decisão do relator, mantida.

O ministro relator observou que a divulgação da publicidade questionada deve ser considerada como divulgação de informação. “Não cabe nem à lei nem ao Poder Judiciário definir qual matéria jornalística ou informação deve ser publicada e divulgada pela imprensa seja ela escrita ou eletrônica”, afirmou Henrique Neves.

No caso deve prevalecer a liberdade de imprensa, garantida no artigo 220 da Constituição Federal.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmou entendimento de que a proibição de veiculação de propaganda eleitoral, ainda que gratuitamente, em sítios mantidos por pessoas jurídicas não alcança matérias jornalísticas. (Com informações da Agência TSE)
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domingo, 1 de agosto de 2010

Contraponto 2907 - " 'Coroné' Tasso Jereissati não declara jatinho ao TSE"

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01/08/2010


'Coroné' Tasso Jereissati não declara jatinho ao TSE

Tasso Jereissati

Amigos do Presidente - por Zé Augusto - domingo, 1 de agosto de 2010

Quem não se lembra do senador Tasso Jereissati (PSDB/CE), no ano passado, aos berros no plenário do Senado?

Após a denúncia de que ele gastou R$ 469 mil dos cofres públicos, com verba do Senado, para abastecer seu jatinho, ele gritava:

- O jato é meu... é meu... o dinheiro é meu! É meu! É meu!... eu tenho!

A cena transmitida ao vivo pela TV Senado, e repetida nos principais telejornais, correu o Brasil, e fez sucesso no YouTube.

Agora que o senador demo-tucano candidata-se à reeleição, o jatinho desapareceu da declaração de bens informada ao TSE.

Leia também:

* Coronel Tasso Jereissati mentiu: R$ 469 mil para Jatinho saíram dos cofres do Senado

* Coronel Tasso Jeresissati perde as estribeiras de novo
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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Contraponto 2641 - TSE recua e deixa para agosto decisão sobre presença dos presidenciáveis na propaganda regional

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02/07/2010


TSE recua e deixa para agosto decisão sobre presença dos presidenciáveis na propaganda regional

Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu as orientações recentes adotadas em relação à propaganda eleitoral e que causaram perplexidade nos candidatos. Argumentando a complexidade dos temas, o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, decidiu suspender a publicação dos acórdãos relativos a consultas sobre propaganda partidária respondidas pela corte na última terça-feira (28).

Lewandowski tomou a decisão após chamar para julgamento uma consulta feita pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que fez mais de dez perguntas sobre procedimentos relativos ao processo eleitoral. O ministro pediu vista antecipada, interrompendo o julgamento até o início de agosto, quando terminam as férias do Judiciário, que começam hoje (1º).

“Recentemente respondemos consultas de propaganda eleitoral, matéria controvertida que comporta uma série de perspectivas. Precisamos fazer uma segunda reflexão sobre essa matéria oportunamente no mês de agosto”, disse Lewandowski, que lembrou que a propaganda no rádio e na TV dos candidatos ao pleito de outubro começa apenas no dia 17 de agosto.

Uma das consultas, feita pelo PPS, trata da possibilidade da participação de presidenciáveis nas propagandas regionais. O TSE havia respondido que “não é possível trazer para a coligação regional uma coligação nacional que não existe”, segundo palavras do relator, ministro Aldir Passarinho Junior.

Na prática, isso impediria que os principais candidatos à presidência Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), que lideram as pesquisas de intenção de voto, participem da propaganda eleitoral nos estados onde as coligações locais diferem da coligação nacional em torno da candidatura à Presidência da República. A medida impediria, inclusive, que o candidato à Presidência de determinada legenda participe da propaganda do próprio partido caso este esteja coligado regionalmente com algum partido, mesmo pequeno, que tenha candidato próprio à Presidência.

O presidente da corte sugeriu a suspensão da publicação de acórdãos sobre outras consultas até nova análise sobre os casos. “Dada a possibilidade de eventual reflexão mais verticalizada sobre o tema, creio que é de se acatar sugestão de que não se publique, por ora, resultado das consultas enquanto não nos pronunciarmos sobre as outras”, afirmou. As respostas às consultas não têm efeito vinculante e são apenas uma diretriz do TSE a ser seguida pelos juízes eleitorais.


Edição: Vinicius Doria
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Contraponto 2629 - "O TSE e a liberdade de expressão nos blogs"


01/07/2010
O TSE e a liberdade de expressão nos blogs

Do blog do Nassif - 30/06/2010

Enviado por luisnassif, qua, 30/06/2010 - 15:17
Por Jurgen

Blog Amigos do Presidente Lula é Livre expressão do pensamento, diz TSE.

É uma vitória da liberdade de expressão. Parabéns blogeiros do Brasil!

"Por unanimidade, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negaram recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) que pedia a retirada do ar de um blog que promove a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Ao proferir seu voto, o ministro Henrique Neves, relator do processo, concluiu que não pode ser atendido o pedido do MPE, pois suspender todo o conteúdo implicaria em determinar a retirada não só daquelas informações que, eventualmente, infrijam a legislação, mas também todas as demais que constituem meras opiniões e estão abarcadas pela garantia da livre expressão do pensamento."

Para ler mais:

Do TSE

TSE decide sobre utilização da internet para divulgar opiniões sobre candidatos

Por unanimidade, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negaram recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) que pedia a retirada do ar de um blog que promove a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Ao proferir seu voto, o ministro Henrique Neves, relator do processo, concluiu que não pode ser atendido o pedido do MPE, pois suspender todo o conteúdo implicaria em determinar a retirada não só daquelas informações que, eventualmente, infrijam a legislação, mas também todas as demais que constituem meras opiniões e estão abarcadas pela garantia da livre expressão do pensamento.

O MPE ajuizou o recurso contra a Google do Brasil por considerar que a empresa hospeda site no qual não se podem identificar os responsáveis por seu conteúdo e que o site deveria ser retirado imediatamente do ar, a fim de que a disputa eleitoral "obedeça aos ditames de equilíbrio entre os candidatos", uma vez que a propaganda eleitoral só é permitida após o dia 5 de julho.

nicialmente, o ministro Henrique Neves, relator do caso, solicitou informações à Google do Brasil, que forneceu alguns dados sobre o responsável pela criação e manutenção do blog. Além disso, a Google alegou que para remover o conteúdo eleitoral de suas ferramentas, é imprescindível a apreciação prévia pelo poder Judiciário, "para que seja verificado se há ou não conteúdo lesivo, na forma da legislação vigente".

Julgamento

Ao levar a questão ao Plenário da Corte, o ministro Henrique Neves esclareceu que, na maioria das vezes, a operação de identificação de conteúdo na internet demanda tempo e uma série de medidas técnicas que nem sempre permite chegar a um resultado positivo.

Em entendimento anterior, o ministro afirmou que a viabilidade da ação cautelar para que se examinasse o pedido de suspensão do sítio apontado, dependeria da prévia identificação dos responsáveis.

Reconsiderando seu posicionamento, o ministro destacou que "nos sítios de internet em que ocorra a veiculação de propaganda irregular a Justiça Eleitoral deve atuar a partir da análise do conteúdo veiculado". E, havendo irregularidade, a suspensão da propaganda deve ser imediata porque, ao contrário dos demais meios de comunicação social, a transmissão de dados pela internet não se exaure no momento em que se realiza.

"No rádio e na televisão, uma vez divulgada a notícia, o espaço de divulgação passa a ser ocupado pela programação que se segue, enquanto a internet é estática e a manutenção da informação na rede permite o acesso contínuo a qualquer hora de qualquer lugar do mundo", destacou.

Por isso, o ministro afirmou que diante de comprovada irregularidade eleitoral, a Justiça Eleitoral pode, por meio de decisão fundamentada, determinar a suspensão do conteúdo veiculado na internet em representação que identifique o responsável pelo conteúdo ou em ação cautelar que busque tal identificação.

Liberdade de expressão na internet

No entanto, a suspensão deve ser "apenas e tão somente do quanto tido como irregular, preservando a liberdade de expressão". Para o ministro, "diante de alegação da prática de propaganda irregular, de um lado, não pode ser sacrificado o direito à livre expressão do pensamento do cidadão que se identifica, de outro, não é possível permitir que essa manifestação ofenda princípios constitucionais de igual relevância ou afronte as leis vigentes".

"A internet é, sem dúvida, o maior espaço já concebido para o debate democrático", disse o ministro ao afirmar que os blogs e outros mecanismos são importantes veículos que permitem o debate de ideias e troca de informações o que é elemento essencial à democracia. "Isso, porém, não significa dizer que em nome dessa liberdade de expressão tudo possa ser estampado", afirmou.

Por fim, o ministro explicou que se alguém se sentir ofendido por conteúdo veiculado em determinada página e, o tal material houver sido postado por terceiro que não seja o responsável pelo site, o ofendido poderá notificar o provedor de conteúdo sobre a ofensa, para que o provedor possa tomar as providências. Caso o provedor ignore a notificação, poderá ser responsabilizado judicialmente junto com o autor da ofensa.

"Manifestações de apoio, ainda que expressas, ou revelações de desejo pessoal que determinado candidato seja eleito, bem como críticas ácidas que não transbordem para a ofensa pessoal, quando emandadas de pessoas naturais que debatem política na Internet, não devem ser consideradas como propaganda eleitoral", finalizou o ministro ao ressaltar ainda que a suspensão de conteudos na internet "deve atingir apenas e tão somente o quanto tido como irregular, resguardando-se o máximo possivel do pensamento livremente expressado".

Por fim, o ministro Henrique Neves disse que a criminalização do debate político deve ser evitada. Para o relator, uma pessoa que não seja candidata ou que não haja a mando de um, somente pratica propaganda irregular quando esta se configura de forma abusiva, clara e evidente.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Contraponto 2259 - "Alô, alô TSE: este Tribunal manda no Ceará?"

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20/05/2010

"Alô, alô TSE: este Tribunal manda no Ceará?"

Conversa Afiada - 20/05/2010

Não existe pecado no Ceará

Sugestão do amigo navegante Stanley Burburinho (quem será Stanley Burburinho ?):

Alô,TSE: pegamos o DEM e Serra com a boca na botija!

maio 19th, 2010 às 13:26

http://www.tijolaco.com/wp-content/plugins/flash-video-player/mediaplayer/player.swf

Já que a direção do PT, não faz, o tijolaco.com faz. Está aí a prova mais que evidente da transgressão da legislação eleitoral pela turma do demo-tucanato. O horário de inserções de televisão do Democratas, no Ceará, é entregue todo a José Serra, do PSDB.

O artigo 45, parágrafo primeiro, inciso I da Lei 9.096 veda, expressamente, a participação de pessoa não filiada ao partido que é titular do horário.


Aí estão as vestais, o pessoal de “campanha limpa”.

Aí está o candidato que diz que “o problema brasileiro é a quase certeza da impunidade”.

Mas eu tenho que concordar com o que ele diz que a “impunidade cresce segundo a renda das pessoas”.

O candidato dos ricos pode tudo. A candidata do povão não pode nada.

Vou tentar um espaço na tribuna da Câmara e chamar os dirigentes do PT e da campanha de Dilma a agirem.E o PDT vai entrar com uma representação contra o DEM e José Serra. Mas desde já está aqui a prova do crime eleitoral, para quem quiser ver.

http://www.tijolaco.com/?p=15004
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Contraponto 523 - Realizações X Tapetão


21/10/2009
Oposição tenta, mais uma vez, punir Lula e Dilma no TSE

Vermelho -
20 de Outubro de 2009 - 21h45

DEM, PSDB e PPS entraram com uma representação nesta terça-feira (20) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. As legendas da oposição de direita acusam ambos de terem feito propaganda eleitoral antecipada na semana passada, quando visitaram obras do Rio São Francisco durante três dias em vários estados.
Na representação, os partidos pedem que Lula e Dilma sejam notificados e apresentem defesa no prazo de 48 horas e que depois desse prazo, o caso seja encaminhado ao Ministério Público Eleitoral. Além disso, pedem ainda a condenação do presidente e da ministra pelo valor máximo da multa prevista em lei (R$ 25 mil) “ou ao equivalente ao custo da propaganda, se este for maior”.

Lembram ainda que a “propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 5 de julho do ano da eleição”.

Esta não é a primeira vez que a oposição tenta punir Lula, Dilma e o PT através de ações na Justiça Eleitoral por suposta propaganda irregular e campanha antecipada. Todas as tentativas anteriores foram frustradas, já que o Tribunal rejeitou todas as ações.

Desta vez, para não serem derrotados novamente, os oposicionistas pedem socorro ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, ao citar declarações do magistrado na imprensa condenando o suposto "tom eleitoral" da viagem de Lula ao São Francisco.

Mendes, ao jornal "O Globo", nesta terça, fez o seguinte questionamento: "Pelas descrições da mídia, fazendo sorteios, festas, cantores, isso é um modo de fiscalizar uma obra?". (Leia mais)

Argumentação inconsistente

A nova representação da oposição, como nas anteriores, apresenta uma argumentação tosca, completamente baseada em "notícias" da imprensa e escorada em "fatos" ocorridos em diferentes momentos. Um dos trechos da representação (leia a íntegra aqui ) tenta sustentar a tese de campanha antecipada dizendo que Lula "muitos são os adjetivos utilizados pelo representado (Lula) com a finalidade de projetar a representada (Dilma) como sua sucessora ao Palácio do Planalto. 'Minha candidata' e 'mãe do PAC' são algumas das denominações lançadas em franca campanha eleitoral, ainda que reste um ano para as eleições."

Ao ser questionado pela imprensa sobre o tema, o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, disse que a antecipação de propaganda eleitoral "perturba o funcionamento da máquina administrativa", mas que as representações levadas pela oposição ao tribunal questionando atividades do governo devem ser mais consistentes.

"O julgamento desfavorável das representações não sinaliza de nenhum modo uma predisposição à leniência, frouxidão ou falta de rigor no exame. Evidencia, sim, inconsistência no preparo das peças de representação", avaliou o ministro.

Britto lembrou que em ano pré-eleitoral "a temporada ainda não é de caça ao voto", mas pela proximidade do pleito "é difícil separar com nitidez" ações normais de um governo da promoção de um candidato.

Ministros defendem legalidade

O ministro da Justiça, Tarso Genro, saiu em defesa do governo e afirmou que Lula não está fazendo campanha antecipada para Dilma. “Informei ao presidente de maneira bem clara que tudo que o ele está fazendo de mobilidade no país está sendo feito dentro da lei, dentro da Constituição. A lei é absolutamente clara, ela reserva um determinado período em que ações como essas não podem ser realizadas porque são consideradas ações dentro do período eleitoral. Num regime democrático, o administrador tem não só o direito como o dever de prestar contas à sociedade”, disse.

Em entrevista dada ontem (19), o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, foi ainda mais afirmativo. Esclareceu que tudo na vida pública tem repercussão eleitoral, negativa ou positiva. E reclamou: "Vamos rasgar a fantasia da hipocrisia...".

Segundo Geddel, não se pode imaginar que um presidente da República, sobretudo com a popularidade do presidente Lula, possa passar em qualquer evento sem ser chamado a se manifestar. "Na medida em que o calendário vai avançando e fica mais próximo da eleição, toda participação do presidente vai gerar essa interpretação de que se trata de algo eleitoral. Mas note que os próprios jornalistas se encarregaram de priorizar a política em detrimento dos aspectos técnicos da obra. Eles fizeram perguntas políticas. Quem estava lá viu. Ninguém perguntou o que ele achou da obra. As perguntas eram: Dilma é candidata? O que o Ciro está fazendo aqui? Ou o presidente faz uma grosseria ou responde. Ele respondeu. No dia seguinte, o administrativo dava lugar ao eleitoral no noticiário. A cobertura da mídia sinalizou para a política", disse Geddel.

Sobre as reclamações da oposição, Geddel disse que "se a oposição, por estar fora do governo, não tem obras para vistoriar, só resta criticar. É o papel dela." Segundo Geddel, a ação da oposição junto ao STF não vai prosperar. "Do contrário, o presidente e seus ministros teriam de ficar ilhados dentro do Palácio e dos ministérios. Inadmissível."

Serra mantém cautela

O governador de São Paulo, José Serra, virtual candidato do PSDB à sucessão de Lula em 2010, não embarcou na nova ofensiva da oposição.

"Eu não vou entrar nessa discussão eleitoral", disse Serra, após comparecer à cerimônia de posse do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro. "Estou preocupado com assuntos de governo e concentrado no meu trabalho. Na minha situação, não acho oportuno fazer qualquer comentário", completou.

O motivo dos comentários de Serra é óbvio: o governador tem percorrido o país em flagrante movimento de pré-campanha. Também tem inaugurado obras e promovido campanhas publicitárias com tom pré-eleitoral muito mais acentuado do que este que a oposição enxerga nas recentes viagens do presidente Lula e da ministra chefe da Casa Civil.

Da redação,
com agências

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PITACO DO ContrapontoPIG

Quem tem obras para mostrar, mostra;

quem não tem, mostra a Lina em nova mentira e tenta ir novamente ao tapetão.
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