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03/08/2010
Vermelho - 3 de Agosto de 2010 - 9h46
De todos os sumiços anotados pela cúpula da campanha de José Serra, nenhum causa mais espécie que o de Arthur Virgílio (PSDB-AM), informa a coluna "Painel" da Folha de S.Paulo. É mais um capítulo para a série de debandadas tucanas na eleição.
Na duríssima tentativa de viabilizar sua reeleição, Virgílio se aliou ao candidato a governador Alfredo Nascimento (PR), que apoia a presidenciável Dilma Rousseff. Com isso, o senador rifou a campanha presidencial tucana no Amazonas.
Outra praça a preocupar o comando serrista é o Rio Grande do Norte. Ali a oposição tem a líder nas pesquisas, Rosalba Ciarlini (DEM), pupila do senador Agripino Maia (DEM). Mas a campanha esconde o candidato presidencial. Trata-se de conselho da marquetagem para não contrariar o eleitorado tão simpatizante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e potencial apoiador de Dilma.
A situação de Serra já era complicada, conforme revelou levantamento da Folha. Com 25 dias de campanha, os candidatos a governador aliados ao tucano nos oito maiores colégios eleitorais do país — que representam 94 milhões de eleitores — ainda não haviam incorporado a imagem de Serra em seus santinhos, adesivos e cartazes.
Até sexta-feira (30), só a campanha de Antonio Anastasia, em Minas Gerais, começava – timidamente e sob muita pressão – a produzir material casado. Mesmo em São Paulo, base de Serra, ainda não há material com ele ao lado de Geraldo Alckmin, exceto painéis em encontros de sua coligação.
Nos sites dos candidatos nesses oito estados, não havia um único material de campanha casado disponível para download. Nem mesmo na apresentação das páginas havia uma foto do candidato. A foto oficial de Serra, em alta resolução, está disponível no seu site oficial desde o início da corrida presidencial. Com ou sem Serra, o custo de imprimir um adesivo, por exemplo, é o mesmo.
Na campanha a governador de Marcos Cals (PSDB-CE), em vez do presidenciável Serra, o postulante à reeleição no Senado Tasso Jereissati é onipresente nas propagandas. Segundo José Liberato, coordenador da campanha de Cals, Serra ainda não entrou por "dúvidas na hora de contabilizar os custos" da impressão da imagem do candidato.
No Paraná, onde Beto Richa (PSDB) lidera as pesquisas e por onde Serra iniciou oficialmente sua campanha, a promessa era que o material casado comece a ser distribuído nesta segunda-feira. Ou seja, quando a campanha estará quase entrando na quarta semana.
O “esquecimento” se estende a Pernambuco, segundo maior eleitorado do Nordeste, região onde Serra tem o pior desempenho nas pesquisas. A coordenação da campanha de Jarbas Vasconcelos (PMDB) disse, na quarta-feira, que a imagem do tucano chegara na véspera. Até sábado, contudo, ainda não havia material casado.
Coordenador da campanha de Serra, o senador Sérgio Guerra nega que os aliados estejam escondendo deliberadamente a imagem do presidenciável tucano nos estados. Ele mesmo disse não ter Serra em seus santinhos para deputado federal. Segundo Guerra, por erro na montagem do material.
Mas, ao tentar minimizar o problema, o coordenador de Serra aponta uma razão equivocada: diz que a falda de material casado atinge também a campanha Dilma Rousseff (PT) – o que não é verdade. A imagem de Dilma acompanhava o material de campanha de seus aliados em sete dos oito maiores estados.
Guerra citou um exemplo equivocado da Paraíba – em que a imagem de José Maranhão (PMDB), aliado de Dilma, estaria associada exclusivamente ao presidente Lula. "Por que tinha material dele só com o Lula? Porque o Lula dá voto, e a Dilma não dá", disse Guerra. O material de Maranhão, no entanto, inclui Dilma.
Da Redação, com informações da Folha de S.Paulo
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Contraponto 146 - Arthur (171) Virgílio
Arthur (171) Virgílio
PMDB pede cassação de Arthur Virgílio
Em representação feita nesta quinta-feira (6), o PMDB pede ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado que abra um processo de cassação do mandato do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) por entender que ele cometeu falsidade ideológica, prevaricação e estelionato por fatos que teriam sido assumidos pelo próprio senador. A representação é assinada pela presidente nacional do PMDB (em exercício), deputada Íris de Araújo (GO).
A representação utiliza-se de trechos de discurso do próprio senador, no último 29 de junho, quando admitiu que autorizou um servidor de seu gabinete, Carlos Alberto Nina Neto, a se ausentar do país para estudar, com salário pago pelo Senado, nos períodos de maio a junho de 2005 e de outubro de 2005 a dezembro de 2006. O discurso de Virgílio foi feito depois de reportagem da revista IstoÉ que noticiou o fato. O senador do PSDB reconheceu o erro naquele dia e anunciou que devolveria aos cofres públicos os valores recebidos pelo funcionário, no total de R$ 210.607,58.
De acordo com a representação, Arthur Virgílio tomou uma decisão sobre o funcionário do seu gabinete que só cabe à Mesa do Senado e, por isso, pode ser acusado de falsidade ideológica, prevaricação e estelionato, todos crimes tipificados no Código Penal. Na representação, a direção do PMDB afirma que Arthur Virgílio violou os princípios constitucionais da moralidade, da improbidade, da impessoalidade e da publicidade. O documento solicita ao Senado que forneça todos os pagamentos feitos ao funcionário do gabinete de Arthur Virgílio.
Também é pedida investigação, baseada na matéria da IstoÉ, sobre benefícios financeiros pagos para cobrir internação em UTI da mãe de Arthur Virgílio. A representação informa que, de acordo com a revista, senadores e dependentes têm direito a ressarcimentos de saúde de até R$ 30 mil e, no caso, o valor seria de R$ 780 mil. O documento pede que o Conselho de Ética solicite ao Senado todos os pagamentos de saúde feitos neste caso e na conta de quem foram feitos os depósitos.
O PMDB sustenta ainda que Arthur Virgílio teria recebido "doação" financeira do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia em valor próximo de R$ 10 mil, o que pode ser caracterizado como "vantagem indevida", passível de punição pelo Código de Ética e Decoro Parlamentar do Senado. A representação transcreve novamente texto da revista e declarações de Arthur Virgílio ao explicar o assunto, no dia 29 de junho.
Arthur Virgílio informou que estava com a família hospedado em um hotel, em Paris, e ficou em situação difícil quando seu cartão de crédito ficou sem crédito. Ele recorreu a um amigo, e este recorreu ao então diretor-geral Agaciel Maia. Virgílio disse que foi um empréstimo, pago posteriormente. A revista Istoé afirmou que, "com amigos, Agaciel comentou que esse dinheiro até hoje não lhe foi ressarcido". A representação pede que o Conselho de Ética ouça o diretor-geral e as pessoas que se envolveram no episódio.
Pelo regimento do Conselho de Ética, seu presidente, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), terá dois dias úteis, a partir da publicação da representação no Diário Oficial do Senado, para informar se aceita ou não a investigação. Se aceitá-la, será sorteado um relator para o caso, que fará as investigações necessárias.
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Contraponto 130 - 171 três vezes... não acontece nada?
.....Arthur Virgílio vai a tribuna mais importante do País e confessa 3 crimes:
.................171 ,...........................................171................................................171



.....Empréstimo de Agaciel....................Professor de Jiu-Jitsu........... . ... .Tratamento da mãe
E aí? Não acontece nada?
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Contraponto 78 - Denúncias sobrando pra todo mundo
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Crise do Senado transformou-se numa pantomina
Crise do Senado transformou-se numa pantomina
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
A crise do Senado vai se transformando numa ópera bufa, numa pantomina, com denúncias aos borbotões contra senadores da oposição.
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), revela matéria da revista Época dessa semana, não declarou ao fisco R$ 6 milhões investidos em aplicações financeiras. E o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE) teve viagem da filha a Nova York custeada pelo Senado, descobre a Folha de S.Paulo. Estas são apenas duas das denúncias mais recentes envolvendo senadores.
Nada menos que 10 senadores do DEM e do PSDB são processados judicialmente no Supremo Tribunal Federal (STF), com foro privilegiado. Eles constituem um terço do total de 27 senadores da Casa que respondem a processos, 17 dos quais de partidos da base do governo. Há 27 processados judicialmente, mas são 37 os que se beneficiaram de ilegalidades e irregularidades e que dão a mesma desculpa - na época a questão da qual usufruiram não era ilegal ou não era regulamentada.
Efraim, Tasso, Ciarlini, Agripino, Virgílio...
Assim, temos aí os casos impunes, mas insepultos, do senador Efraim Moraes (DEM-PB), suspeito de receber propina de R$ 300 mil/mês de uma empresa; autor de licitação que deu prejuízo de R$ 30 milhões ao Senado que, por isso, a cancelou; e responsável pela contratação de 13 parentes em seu gabinete, mais 52 cabos eleitorais na Paraíba, pagos pela Casa. E do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), acusado de fretar jatos particulares e de abastecer seu próprio avião com dinheiro público do Senado.
Sem esquecer os casos da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) que pagou com dinheiro de sua cota de bilhetes aéreos, viagens e estadia em hotéis - até em Paris - do marido, filhos, demais parentes e do advogado dela e da mulher deste. E de seu aliado político, o líder do DEM, senador José Agripino Maia (RN), que pagou condomínio do luxuoso prédio em que mora em Natal (RN) com verba indenizatória do Senado.
Há, ainda, o caso de esquecimento mais clamoroso porque de réu confesso, o do líder do PSDB, senador Artur Virgílio (AM), que para pagar despesas de seu cartão de crédito internacional em Paris, contraiu empréstimo ilegal, sem origem e não declarado, de US$ 10 mil junto ao ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia; contratou seu professor de jiu-jitsu, além de toda uma família em seu gabinete, pagando com dinheiro do Senado, por 2 anos, um dos integrantes desta que morava no exterior; e o pagamento, também com verba pública da Casa, das despesas de R$ 700 mil de tratamento médico-hospitalar de um familiar.
Nossa mídia esquece completamente todos esses fatos e dá imenso espaço e cobertura a esses mesmos senadores na campanha única e exclusiva que eles movem para condenar o senador José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, sem dar a este a presunção da inocência e sem aguardar o devido processo legal.
Por José Dirceu. Em10/08/2009 11:56
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Contraponto 56 - Senador maluquinho
Renan diz que está pronta representação contra Senador Maluquinho
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), disse que a representação contra o Senador Maluquinho, Arthur Virgílio (AM) está pronta e dará entrada no documento no Conselho de Ética ainda nesta semana. As principais argumentações contra o líder do PSDB é que ele quebrou o decoro parlamentar ao manter um funcionário "fantasma" no seu gabinete recebendo salário no exterior por mais de um ano. Além disso, o PMDB questionará o ressarcimento R$ 720 mil com gastos no tratamento de saúde da mãe do parlamentar pagos pelo Senado e os US$ 10 mil que ele emprestou do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia durante viagem ao exterior.
O PSDB acusa Renan de fazer chantagem e inibir a ação de outros senadores que pedem o afastamento do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). "Não é do meu feitio telefonar para chantagear ou pressionar ninguém", disse o líder peemedebista em entrevista nesta segunda (3).
Ao se referir as representações do PMDB contra Sarney, Renan disse que o problema é que Maluquinho (grifo meu) levou o "PSDB a tomar uma atitude e, diante disso, não poderia agir diferente."
É com esse clima de guerra que acontece, provavelmente nesta terça (4) pela manhã, a reunião do Conselho de Ética presidida pelo senador Paulo Duque (PMDB-RJ). Há quem aposte que o presidente pode até mesmo arquivar todas as representações contra Sarney e aceitar a representação do PMDB contra o líder do PSDB, o Senador Maluquinho Arthur Virgílio.
Postado por Oni Presente às 12:51:00
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Contraponto 41 - Arthur Virgílio em cana?
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Arthur Virgílio pode ser cassado com base no artigo 171 do código penal
Arthur Virgílio pode ser cassado com base no artigo 171 do código penal
Por: Zé Augusto . Quinta-feira, Julho 30, 2009
Não é piada.
Quando o Senador Arthur Virgílio Neto (PSDB/AM) afirmou que tomou conhecimento e autorizou um assessor a continuar recebendo salários do Senado, quando morava no exterior, por 18 meses, pode ter cometido crime tipificado no código penal no artigo 171:
Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:
Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.
O senador obteve para outrem vantagem ilícita (e para si também, uma vez que tratava-se de um correligionário político, o que lhe trazia, em contrapartida, vantagens políticas).
Causou prejuízo alheio, aos cofres públicos, subtraindo dinheiro que pertence à todos os brasileiros.
Manteve, conscientemente, o assessor em erro, mediante artifício, ardil.
Quando autorizou pagar salário a quem não trabalha, como se tivesse trabalhado, recorreu a meio fraudulento.
O caso é do senador Arthur Vigílio é o famoso 171.
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PITACO DO ContrapontoPIG
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Em linguagem clara: o cara é mesmo é LADRÃO
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