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31/07/2014
Fim da era JB: não há mal que dure para sempre
Do Brasil 247 - 31 de Julho de 2014 às 07:05
Agora é oficial: a aposentadoria de Joaquim
Barbosa do Supremo Tribunal Federal está publicada no Diário Oficial da
União, no decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo
ministro José Eduardo Cardozo; sua gestão foi marcada por abusos,
agressões a colegas, jornalistas, advogados, entidades da magistratura
e, sobretudo, a direitos de defesa assegurados pela Constituição
Federal; depois de cumprir um papel lamentável à frente da suprema
corte, ele poderá desfrutar a aposentadoria em Miami, num imóvel
registrado em nome de uma offshore; nesta sexta-feira, Ricardo
Lewandowski será eleito presidente do STF, que poderá, enfim, restaurar a
sua dignidade
247 - Acabou. Joaquim Barbosa não é mais
presidente do Supremo Tribunal Federal. Sua aposentadoria precoce foi
publicada nesta quinta-feira, 31 de julho de 2014, no Diário Oficial da
União.
É uma data histórica porque chega ao fim dos períodos mais vergonhosos da história do Poder Judiciário no Brasil. À frente do STF, Barbosa agrediu colegas, jornalistas, entidades de magistrados, expulsou um advogado do plenário com a ajuda de seguranças e violentou, sobretudo, direitos e garantias individuais assegurados pela Constituição Federal.
Como relator da Ação Penal 470, transformou-se em figura midiática, "o menino pobre que mudou o Brasil" (em Veja), ou o "brasileiro que faz diferença" (no Globo), para cumprir o papel que a ele foi designado, alinhado com a agenda política dos meios de comunicação que garantiram seu breve estrelato.
No poder, a despeito da fama de justiceiro, usufruiu de todas as benesses do cargo, algumas permitidas, outras, nem tanto. Reformou o banheiro de sua residência por R$ 90 mil, viajou a Paris e visitou uma loja da Prada usando diárias que depois se viu forçado a devolver e registrou um imóvel em Miami em nome de uma empresa offshore que tinha como endereço seu apartamento funcional em Brasília.
Aposentado, Barbosa poderá se dedicar à vida de subcelebridade, seja nos bares da vida, no Rio de Janeiro, ou em Miami. A carreira política, que ele chegou a cogitar, a bem do Brasil, foi abortada. Caso tivesse se lançado candidato, jogaria por terra a "credibilidade" do julgamento da Ação Penal 470, a única causa a que se dedicou verdadeiramente na suprema corte.
Com sua saída, comprova-se, mais uma vez, a força de um ditado popular. Não há mal que dure para sempre.
E com a chegada de Ricardo Lewandowski ao comando do Poder Judiciário o Supremo Tribunal Federal poderá, enfim, restaurar a sua própria dignidade.
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PITACO DO ContrapontoPIG
Chegou a hora de usar os foguetes não disparados no esperado hexa da seleção brasileira.
O encerramento de uma página podre do judiciário brasileiro deve ser comemorado efusivamente.
Ódio, vingança, insanidade e sadismo não devem ter lugar na maior corte do País
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É uma data histórica porque chega ao fim dos períodos mais vergonhosos da história do Poder Judiciário no Brasil. À frente do STF, Barbosa agrediu colegas, jornalistas, entidades de magistrados, expulsou um advogado do plenário com a ajuda de seguranças e violentou, sobretudo, direitos e garantias individuais assegurados pela Constituição Federal.
Como relator da Ação Penal 470, transformou-se em figura midiática, "o menino pobre que mudou o Brasil" (em Veja), ou o "brasileiro que faz diferença" (no Globo), para cumprir o papel que a ele foi designado, alinhado com a agenda política dos meios de comunicação que garantiram seu breve estrelato.
No poder, a despeito da fama de justiceiro, usufruiu de todas as benesses do cargo, algumas permitidas, outras, nem tanto. Reformou o banheiro de sua residência por R$ 90 mil, viajou a Paris e visitou uma loja da Prada usando diárias que depois se viu forçado a devolver e registrou um imóvel em Miami em nome de uma empresa offshore que tinha como endereço seu apartamento funcional em Brasília.
Aposentado, Barbosa poderá se dedicar à vida de subcelebridade, seja nos bares da vida, no Rio de Janeiro, ou em Miami. A carreira política, que ele chegou a cogitar, a bem do Brasil, foi abortada. Caso tivesse se lançado candidato, jogaria por terra a "credibilidade" do julgamento da Ação Penal 470, a única causa a que se dedicou verdadeiramente na suprema corte.
Com sua saída, comprova-se, mais uma vez, a força de um ditado popular. Não há mal que dure para sempre.
E com a chegada de Ricardo Lewandowski ao comando do Poder Judiciário o Supremo Tribunal Federal poderá, enfim, restaurar a sua própria dignidade.
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PITACO DO ContrapontoPIG
Chegou a hora de usar os foguetes não disparados no esperado hexa da seleção brasileira.
O encerramento de uma página podre do judiciário brasileiro deve ser comemorado efusivamente.
Ódio, vingança, insanidade e sadismo não devem ter lugar na maior corte do País
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