segunda-feira, 31 de julho de 2017

Nº 21.981 - "JANOT VOLTA A PEDIR A PRISÃO DE AÉCIO NEVES"


31/07/2017


JANOT VOLTA A PEDIR A PRISÃO DE AÉCIO NEVES



Brasil 247 - 31 DE JULHO DE 2017 ÀS 17:46


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir, nesta segunda-feira, a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), em razão da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS a seu primo Fred Pacheco; derrotado nas eleições presidenciais de 2014, Aécio foi o principal responsável pelo golpe de 2016, que instalou Michel Temer no poder; hoje, os dois estão entre os políticos mais repudiados do Brasil, com rejeições de 90% e 94%, respectivamente; caberá à primeira turma do Supremo Tribunal Federal decidir sobre a prisão de Aécio, que lançou o Brasil à maior crise de sua história


Minas 247 – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir, nesta segunda-feira, a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), em razão da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS a seu primo Fred Pacheco.

Derrotado nas eleições presidenciais de 2014, Aécio foi o principal responsável pelo golpe de 2016, que instalou Michel Temer no poder, mas, hoje, os dois estão entre os políticos mais repudiados do Brasil, com rejeições de 90% e 94%, respectivamente.

Caberá à primeira turma do Supremo Tribunal Federal decidir sobre a prisão de Aécio, que lançou o Brasil à maior crise de sua história.

O novo pedido de prisão foi revelado pelo jornalista Jailton de Carvalho. "O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir a prisão do senador Aécio Neves, presidente licenciado do PSDB, no caso em que ele é acusado de pedir e receber R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista. Janot também pediu para afastamento de Aécio do mandato de senador.

 O primeiro pedido de afastamento e prisão foi rejeitado em decisão monocrática do ministro Marco Aurélio. Caberá agora à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidir sobre o assunto", diz ele, em reportagem publicada no Globo. "Em 18 de maio, dia seguinte à revelação, pelo GLOBO, da delação de Joesley Batista e de outros executivos da JBS, o que incluía das gravações de conversas do empresário com o presidente Michel Temer e com Aécio Neves, a Polícia Federal deflagou uma operação que levou à prisão, temporariamente, Andréia Neves, irmã de Aécio. O pedido de prisão do senador, porém, foi rejeitado."

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