quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Nº 20.603 - "O CUSTO DO GOLPE: 21 MESES CONSECUTIVOS DE DEMISSÕES"

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28/12/2016


O CUSTO DO GOLPE: 21 MESES CONSECUTIVOS DE DEMISSÕES



Brasil 247 - 28 DE DEZEMBRO DE 2016 ÀS 05:49



O ano de 2016 foi mesmo um dos piores da história para os trabalhadores; mercado formal de trabalho vai encerrar o ano com perda de empregos em todos os 12 meses pela primeira vez desde 1992, quando começou a série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho; segundo especialistas, pela dinâmica do mercado, o resultado de novembro será mais um saldo negativo; a conta pertence aos que sabotaram o país em 2015 com o 'quanto pior, melhor', como Aécio Neves e Eduardo Cunha, e aos que se mostraram incapazes de combater a crise criada pelo golpe, como Michel Temer e Henrique Meirelles


247 - O ano de 2016 foi mesmo um dos piores da história para os trabalhadores. O mercado formal de trabalho vai encerrar o ano com perda de empregos em todos os 12 meses pela primeira vez desde 1992, quando começou a série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Segundo especialistas, pela dinâmica do mercado, o resultado de novembro será mais um saldo negativo.

As informações são de O Globo.

"Tradicionalmente, dezembro é negativo, por conta das demissões dos trabalhadores contratados para o Natal. Com isso, se a conta for feita desde o agravamento da crise, em 2015, que reverteu anos de geração positiva de emprego, o país fechará 2016 com 21 meses consecutivos de desligamentos de trabalhadores com carteira assinada acima das admissões.

O resultado do Caged de novembro será divulgado ainda nesta semana. Em novembro de 2015, o saldo negativo foi de 130.629 postos. Em dezembro do ano passado, o corte líquidos de vagas formais ficou em 596.208.

De acordo com projeções do especialista Rodolfo Torelly do site Trabalho Hoje, 2016 deve fechar com resultado líquido negativo de 1,2 milhão de postos de trabalho. O saldo é menor do que o registrado em 2015, quando foram eliminados 1,6 milhão de empregos."

A conta pertence aos que sabotaram o país em 2015 com o 'quanto pior, melhor', como Aécio Neves e Eduardo Cunha, e aos que se mostraram incapazes de combater a crise criada pelo golpe, como Michel Temer e Henrique Meirelles.
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