sábado, 3 de setembro de 2016

Nº 19.867 - "Era Temer isola o Brasil na própria América do Sul "

Em nota, o Uruguai, governado pelo moderado Tabaré Vazquez, disse considerar uma "profunda injustiça" a destituição de Dilma. "O Uruguai deseja destacar o papel da presidenta Dilma Rousseff em fortalecer a histórica relação bilateral, que permitiu alcançar uma aliança estratégica que redundou em benefício de ambos os povos", diz o texto. "Para além da legalidade invocada, o governo uruguaio considera uma profunda injustiça dita destituição". 

Em outro comunicado, a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), liderada por Ernesto Samper, anunciou que está fazendo consultas com os chanceleres da entidade para a realização de uma reunião extraordinária, uma vez que esse processo "gera preocupação e tem implicações regionais".

Numa postura mais radical, o Equador, de Rafael Correa, a Venezuela, de Nicolas Maduro, e a Bolívia, de Evo Moraes, retiraram seus embaixadores de Brasília. O Chile, numa nota divulgada por Michelle Bachelet, manifestou "o apreço e reconhecimento à presidenta Dilma Rousseff" e não citou o nome de Michel Temer.

O Itamaraty ainda não preparou nenhuma resposta aos vizinhos, uma vez que o chanceler acompanhar Temer em sua viagem à China. Hoje, o Brasil só tem o apoio do Paraguai, que passou por golpe semelhante, e da Argentina, onde Mauricio Macri tenta implantar, sob forte reação popular, um programa ultraliberal na economia


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PITACO DO ContrapontoPIG
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Revoltante e inaceitável.

Paus-mandados dos interesses norte-americanos  o presidente 'Fora Temer' e o ministro entreguista Zé Serra  querem - em dias - acabar o sonho acalentado por séculos de uma América Latina soberana, integrada e forte, cultural e economicamente.

A quem interessa uma América Latina desintegrada e fraca?

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